Abaixo, relacionamos nomes estranhos de pessoas, registrados em cartórios de todo o Brasil. O objetivo não é de ridicularizar, mas de trazer uma pequena amostra da criatividade do povo brasileiro.
Os nomes foram coletados a partir de listas públicas, como uma relação de segurados com nomes estranhos divulgada pelo extinto INPS na década de 80, e pesquisas em cartórios realizadas por autores de livros especializados.
Abrilina Décima Nona Caçapavana Piratininga de Almeida,
Abxivispro Jacinto,
Acheropita Papazone,
Adalgamir Marge,
Adegesto Pataca,
Adoração Arabites (masculino),
Aeronauta Barata,
Agrícola Beterraba Areia Leão,
Agrícola da Terra Fonseca,
Alce Barbuda,
Aldegunda Carames More (masculino),
Aleluia Sarango,
Alfredo Prazeirozo Texugueiro,
Alma de Vera,
Amado Amoroso,
Amável Pinto,
Amazonas Rio do Brasil Pimpão,
América do Sul Brasil de Santana,
Amin Amou Amado,
Amor de Deus Rosales Brasil (feminino),
Anatalino Reguete,
Antônio Americano do Brasil Mineiro,
Antonio Buceta Agudim,
Antonio Camisão,
Antonio Dodói,
Antonio Manso Pacífico de Oliveira Sossegado,
Antonio Melhorança,
Antônio Morrendo das Dores,
Antonio Noites e Dias,
Antônio P. Testa,
Antonio Pechincha,
Antônio Querido Fracasso,
Antonio Treze de Junho de Mil Novecentos e Dezessete,
Antônio Veado Prematuro,
Apurinã da Floresta Brasileira,
Araci do Precioso Sangue,
Argentino Argenta,
Aricléia Café Chá,
Armando Nascimento de Jesus,
Arquiteclínio Petrocoquínio de Andrade,
Asteróide Silverio,
Ava Gina (em homenagem a Ava Gardner e Gina Lolobrigida),
Bananéia Oliveira de Deus,
Bandeirante do Brasil Paulistano,
Barrigudinha Seleida,
Benedito Autor da Purificação,
Benedito Camurça Aveludado,
Benedito Frôscolo Jovino de Almeida Aimbaré Militão de Souza Baruel de Itaparica Boré Fomi de Tucunduvá,
Benigna Jarra,
Benvindo Viola,
Bispo de Paris,
Bizarro Assada,
Boaventura Torrada,
Bom Filho Persegonha,
Brandamente Brasil,
Brasil Washington C. A. Júnior,
Brígida de Samora Mora Belderagas Piruégas,
Bucetildes (chamada, pelos familiares, de Dona Tide),
Cafiaspirina Cruz,
Capote Valente e Marimbondo da Trindade,
Caius Marcius Africanus,
Carabino Tiro Certo,
Carlos Alberto Santíssimo Sacramento Cantinho da Vila Alencar da Corte Real Sampaio Carneiro de Souza e Faro,
Caso Raro Yamada,
Céu Azul do Sol Poente,
Chananeco Vargas da Silva,
Chevrolet da Silva Ford,
Cincero do Nascimento,
Cinconegue Washington Matos,
Clarisbadeu Braz da Silva,
Colapso Cardíaco da Silva,
Comigo é Nove na Garrucha Trouxada,
Confessoura Dornelles,
Crisoprasso Compasso,
Danúbio Tarada Duarte,
Darcília Abraços de Carvalho Santinho,
Deus Magda Silva,
Deus É Infinitamente Misericordioso,
Deus Quer Magalhães Mota,
Deusarina Venus de Milo,
Dezêncio Feverêncio de Oitenta e Cinco,
Dignatario da Ordem Imperial do Cruzeiro,
Dilke de La Roque Pinho,
Disney Chaplin Milhomem de Souza,
Dolores Fuertes de Barriga,
Dosolina Piroca Tazinasso,
Drágica Broko,
Ernesto Segundo da Família Lima,
Esdras Esdron Eustaquio Obirapitanga,
Esparadrapo Clemente de Sá,
Espere em Deus Mateus,
Estácio Ponta Fina Amolador,
Éter Sulfúrico Amazonino Rios,
Excelsa Teresinha do Menino Jesus da Costa e Silva,
Faraó do Egito Sousa,
Fedir Lenho,
Felicidade do Lar Brasileiro,
Finólila Piaubilina,
Flávio Cavalcante Rei da Televisão,
Francisco Notório Milhão,
Francisco Zebedeu Sanguessuga,
Francisoreia Doroteia Dorida,
Fridundino Eulâmpio,
Gerunda Gerundina Pif Paf,
Gigle Catabriga,
Graciosa Rodela D'alho,
Heubler Janota,
Hidráulico Oliveira,
Himineu Casamenticio das Dores Conjugais,
Holofontina Fufucas,
Homem Bom da Cunha Souto Maior,
Horinando Pedroso Ramos,
Hugo Madeira de Lei Aroeiro,
Hypotenusa Pereira,
Ilegível Inilegível,
Inocêncio Coitadinho,
Isabel Defensora de Jesus,
Izabel Rainha de Portugal,
Jacinto Fadigas Arranhado,
Jacinto Leite Aquino Rego,
Janeiro Fevereiro de Março Abril,
João Bispo de Roma,
João Cara de José,
João Cólica,
João da Mesma Data,
João de Deus Fundador do Colto,
João Meias de Golveias,
João Pensa Bem,
João Sem Sobrenome,
Joaquim Pinto Molhadinho,
José Amâncio e Seus Trinta e Nove,
José Casou de Calças Curtas,
José Catarrinho,
José Machuca,
José Maria Guardanapo,
José Padre Nosso,
José Teodoro Pinto Tapado,
José Xixi,
Jovelina Ó Rosa Cheirosa,
Jotacá Dois Mil e Um,
Juana Mula,
Júlio Santos Pé-Curto,
Justiça Maria de Jesus,
Lança Perfume Rodometálico de Andrade,
Leão Rolando Pedreira,
Leda Prazeres Amante,
Letsgo (de Let's go),
Liberdade Igualdade Fraternidade Nova York Rocha,
Libertino Africano Nobre,
Lindulfo Celidonio Calafange de Tefé,
Lynildes Carapunfada Dores Fígado,
Magnésia Bisurada do Patrocínio,
Manganês Manganésfero Nacional,
Manolo Porras y Porras,
Manoel de Hora Pontual,
Manoel Sovaco de Gambar,
Manuel Sola de Sá Pato,
Manuelina Terebentina Capitulina de Jesus Amor Divino,
Marciano Verdinho das Antenas Longas,
Maria Constança Dores Pança,
Maria Cristina do Pinto Magro,
Maria da Cruz Rachadinho,
Maria da Segunda Distração,
Maria de Seu Pereira,
Maria Felicidade,
Maria Humilde,
Maria Máquina,
Maria Panela,
Maria Passa Cantando,
Maria Privada de Jesus,
Maria Tributina Prostituta Cataerva,
Maria-você-me-mata,
Mário de Seu Pereira,
Meirelaz Assunção,
Mijardina Pinto,
Mimaré Índio Brazileiro de Campos,
Ministéio Salgado,
Naida Navinda Navolta Pereira,
Napoleão Estado do Pernambuco,
Napoleão Sem Medo e Sem Mácula,
Natal Carnaval,
Necrotério Pereira da Silva,
Novelo Fedelo,
Oceano Atlântico Linhares,
Oceano Pacífico,
Olinda Barba de Jesus,
Orlando Modesto Pinto,
Orquerio Cassapietra,
Otávio Bundasseca,
Pacífico Armando Guerra,
Padre Filho do Espírito Santo Amém,
Pália Pélia Pólia Púlia dos Guimarães Peixoto,
Paranahyba Pirapitinga Santana,
Pedra da Penha,
Pedrinha Bonitinha da Silva,
Percilina Pretextata Predileta Protestante,
Peta Perpétua de Ceceta,
Placenta Maricórnia da Letra Pi,
Plácido e Seus Companheiros,
Pombinha Guerreira Martins,
Primeira Delícia Figueiredo Azevedo,
Primavera Verão Outono Inverno,
Produto do Amor Conjugal de Marichá e Maribel,
Protestado Felix Correa,
Radigunda Cercená Vicensi,
Remédio Amargo,
Renato Pordeus Furtado,
Ressurgente Monte Santos,
Restos Mortais de Catarina,
Rita Marciana Arrotéia,
Rolando Caio da Rocha,
Rolando Escadabaixo,
Rômulo Reme Remido Rodó,
Safira Azul Esverdeada,
Sansão Vagina,
Sebastião Salgado Doce,
Segundo Avelino Peito,
Sete Chagas de Jesus e Salve Patria,
Sete Rolos de Arame Farpado,
Simplício Simplório da Simplicidade Simples,
Soraiadite das Duas a Primeira ,
Telesforo Veras,
Terebentina Terepenis,
Tospericagerja (em homenagem à seleção do tri Tostão, Pelé, Rivelino, Carlos Alberto, Gerson e Jairzinho),
Tropicão de Almeida,
Última Delícia do Casal Carvalho,
Último Vaqueiro,
Um Dois Três de Oliveira Quatro,
Um Mesmo de Almeida,
Universo Cândido,
Usnavy (em homenagem à U.S.Navy, a Marinha Americana),
Valdir Tirado Grosso,
Veneza Americana do Recife,
Vicente Mais ou Menos de Souza,
Vitória Carne e Osso,
Vitimado José de Araújo,
Vitor Hugo Tocagaita,
Vivelinda Cabrita,
Voltaire Rebelado de França,
Wanslívia Heitor de Paula,
Zélia Tocafundo Pinto.
Mas nenhum chega aos pés de um garoto sueco, cujo nome é nada mais nada menos que... Brfxxccxxmnpcccclllmmnprxvclmnckssqlbb11116.
E não é filho de um casal de datilógrafos.
Pequena relação de prenomes:
Audifax, Chikakó, Devercilírio, Farmácio, Fordência, Gravitolina, Matozóide, Obedemigo, Ocricócrides, Omenzinha, Pelumendia, Presolpina, Rocambole, Sudene.
Tem também o Sr. Necessário Frescura (cujo apelido era "Seu Sério"), casado com a Sra. Putassa Frescura (ambos já falecidos).
Deixaram vasta família, de vários "Frescuras". (Fonte: Nelson Goelzer Filho)
Há também:
O casal Atualpa Fonte e Sisorosa Feitosa.
Os irmãos Epílogo, Verso, Estrofe, Poesia e Pessoína Campos;
Os irmãos Xerox, Autenticada e Fotocópia;
Os irmãos Cedilha, Vírgula, Cifra e Ponto;
As irmãs Defuntina e Finadina;
As irmãs Dialinda e Noitelinda;
Os irmãos Rebostiana e Euscolástico;
Os irmãos Zamizá, Zamizé, Zamizi, Zamizó e Zamizu;
Os irmãos Phebo Lux Rochester (em homenagem aos sabonetes e ao laboratório) e Godson ("filho de Deus", em inglês), de Belo Horizonte;
Os irmãos Creio Em Deus Pai Kramer e Espírito Santo Riograndense Kramer, de São Sepé (RS);
Os irmãos Soljenitsin Davis (nome de um pensador russo) e Lilacilda (pensadora hebraica).
Tem ainda:
A pequena Dinanca, cujo nome veio dos apelidos Dino (pai) e Danca (mãe);
O caso do pai e filho Fredolino e Merdolino;
O flamenguista fanático que batizou seus filhos com nomes do tipo Flamena e Zicomengo.
Sem falar numa família inteira, no Sul do Brasil, cujo sobrenome é Cachorroski.
E tem o caso dos dois irmãos chamados Zalboeno e Zalxijoane. "Zalboeno" foi "montado" através de combinações com o nome do Balboeno, ex-jogador de futebol da Argentina. E "Zauxijoane" é "Za" (de Zalboeno), "Auxi" (Auxiliadora, a mãe), "Joa" (João, o pai) e "Ne" (Nordeste, a região onde nasceu).
Combinações estranhas são comuns. Exemplos:
Janycleiton Betelmonson, Kêmula Katrine, Liney Lindsay, Reimar Rainier.
E também combinações entre nomes de irmãos:
Zigfrid, Zigfrida, Zingrid e Ingrid;
João, Joana, Juan (João, em espanhol) e Juana (Joana, também, em espanhol);
Larraína e Railander;
Lanerli, Roverli e Lierson.
No Rio Grande do Norte, há uma família cujos nomes dos filhos são os números em francês, na ordem de nascimento:
Un Rosado, Deux Rosado, Trois Rosado, Quatre Rosado, Cinq Rosado etc.
Nossa fonte não sabe ao certo quantos são, mas tem conhecimento de um Vingt Un Rosado (21)...
Nomes de personalidades também costumam batizar diversas pessoas pelo Brasil afora. Exemplos:
Adolpho Hitler de Oliveira, Anjo Gabriel Rodrigues Santos, Charles Chaplin Ribeiro, Elvis Presley da Silva, Hericlapiton da Silva, Ludwig Van Beethoven Silva, Maicon Jakisson de Oliveira, Marili Monrói, Marlon Brando Benedito da Silva, Sherlock Holmes da Silva...
Na época do seriado Dallas, eram comuns nomes como Pâmela, Suelen, Jotaerre, Biull...
Tem também os irmãos Wakko, Yakko e Dot, em homenagem a um desenho animado da Warner.
Mas os próprios artistas não ficam atrás. Os filhos da cantora Baby do Brasil (antigamente conhecida como Baby Consuelo) se chamam: Sarah Sheeva, Zabelê, Nana Shara, Kriptus Rá Baby, Krishna Baby e Pedro Baby.
E há os clássicos erros de cartório ou mesmo dos pais, que não sabem como se escreve o nome...
Há, por exemplo, uma pessoa chamada Merco (era para ser Américo...)
E tem uma mulher chamada Jafa Lei. O diálogo no cartório "Qual o nome?"
"Já falei..."
E como é difícil acertar o nome Washington. Tem Uoston, Woxington e Oazinguito...
O pior é quando é de propósito.
Uma empregada doméstica, daquelas bem simples, deu à filha o nome de Madeinusa.
Quando uma pessoa da casa foi perguntá-la o motivo do nome, ela respondeu, inocentemente:
"É que eu estava pegando suas roupas para lavar e li na etiqueta de sua camiseta a palavra 'Made in USA', eu achei tão lindo..."
Casamentos costumam render belos sobrenomes.
Um casal no qual o marido tinha o sobrenome "Penteado" e a esposa, "Rego", teve filhos de sobrenome "Rego Penteado". Há também o caso das famílias "Pinto Rosado" e "Melo Pinto".
Outro casal preferiu que a esposa não adotasse o sobrenome do marido, para que ela não ficasse com o sobrenome "Pinto Brochado".
Houve um casamento entre japoneses, no qual o noivo tinha o sobrenome "Endo" e a noiva era da família "Kudo", no qual por pouco esta não ficou sendo chamada de Mitiko Kudo Endo.
As fontes das informações desta página são as mais diversas, das quais destaco relações enormes, de autoria de Rubens Ferreira Junior, Hugo Bengtsson Neto e Eduardo Klein. Uma lista de nomes curiosos de segurados divulgada pelo extinto INPS. Outra relação divulgada pelo Banco do Brasil, o livro "A Briga na Padaria", de Maurício Gama, enviado por Alexandre de Menezes Yazbeck, e o livro "Que nome darei a meu filho?"
16.7.04
15.7.04
... Frank Miller e suas brincadeiras com a Mulher Hulk.
Tem esse sensacional site com todas as capas da Mulher Hulk
A administração de Jeová
Ele criou o mundo, o exército do céu [estrelas], um homem e uma mulher - e colocou estes em um jardim. Então a serpente os enganou, e assim foram expulsos e forçados a ganhar seu próprio pão.
Jeová ficou contrariado.
Tentou novamente. Ficou aproximadamente dezesseis séculos tentando civilizar seu povo.
Nenhuma escola, nenhuma igreja, nenhuma Bíblia, nenhum tratado - ninguém os ensinou a ler ou escrever. Nem sinal dos Dez Mandamentos. O povo tornava-se pior e pior, até que o misericordioso Jeová decidiu enviar o dilúvio para afogar todas as criaturas, salvo Noé e sua família - oito no total.
Então ele recomeçou. Mudou seus hábitos alimentares. De início Adão e Eva eram vegetarianos, mas após o dilúvio Jeová disse: "Tudo quanto se move e vive vos servirá de mantimento" (Cf. Gênesis 9:3) - cobras e urubus.
Mas falhou novamente, e na Torre de Babel dispersou e espalhou os povos.
Percebendo que não conseguiria administrar todos os povos, decidiu dedicar-se a uns poucos; escolheu Abraão e seus descendentes. Malogrou novamente. Seus escolhidos foram capturados pelos egípcios e escravizados por quatro séculos.
Ele tentou novamente - resgatou-os do Faraó e direcionou-os à Palestina.
Mudou então sua dieta, permitindo-os comer apenas os animais de unhas fendidas e que se alimentassem de grama.
Falhou novamente.
O povo o odiava; preferia a escravidão do Egito à liberdade de Jeová. Então os deixou vagando até que quase todos que tinham vindo do Egito estivessem mortos. E tentou novamente - levou-os à Palestina e os colocou sob governo dos Juízes.
Isso também foi um fracasso - nenhuma escola, nenhuma Bíblia. Então tentou os réis, que eram em sua maioria idólatras.
Então seu povo escolhido foi conquistado e levado em cativeiro pelos babilônios.
Outro insucesso.
Eles retornaram, e Jeová experimentou os profetas - berradores e gemedores -, mas o povo tornava-se cada vez pior. Nada de escolas, ciências, artes ou comércio. Então Jeová fez-se carne - nascido de uma mulher -, e viveu entre o povo que vinha tentando civilizar há milênios. Então o povo, seguindo as leis que o próprio Jeová havia lhes dado, acusou este Jeová-homem - este Cristo - de blasfêmia; o acusaram, julgaram e mataram.
Jeová falhou novamente.
Então abandonou os judeus e concentrou sua atenção no resto do mundo.
E agora os judeus, apesar abandonados por Jeová e perseguidos pelos cristãos, são o povo mais próspero de Terra (prova disso é o governo de Israel assassinando palestinos sob a aprovação do representante direto de Jeová, os EUA). Novamente, uma falha.
Que administração!
Ele criou o mundo, o exército do céu [estrelas], um homem e uma mulher - e colocou estes em um jardim. Então a serpente os enganou, e assim foram expulsos e forçados a ganhar seu próprio pão.
Jeová ficou contrariado.
Tentou novamente. Ficou aproximadamente dezesseis séculos tentando civilizar seu povo.
Nenhuma escola, nenhuma igreja, nenhuma Bíblia, nenhum tratado - ninguém os ensinou a ler ou escrever. Nem sinal dos Dez Mandamentos. O povo tornava-se pior e pior, até que o misericordioso Jeová decidiu enviar o dilúvio para afogar todas as criaturas, salvo Noé e sua família - oito no total.
Então ele recomeçou. Mudou seus hábitos alimentares. De início Adão e Eva eram vegetarianos, mas após o dilúvio Jeová disse: "Tudo quanto se move e vive vos servirá de mantimento" (Cf. Gênesis 9:3) - cobras e urubus.
Mas falhou novamente, e na Torre de Babel dispersou e espalhou os povos.
Percebendo que não conseguiria administrar todos os povos, decidiu dedicar-se a uns poucos; escolheu Abraão e seus descendentes. Malogrou novamente. Seus escolhidos foram capturados pelos egípcios e escravizados por quatro séculos.
Ele tentou novamente - resgatou-os do Faraó e direcionou-os à Palestina.
Mudou então sua dieta, permitindo-os comer apenas os animais de unhas fendidas e que se alimentassem de grama.
Falhou novamente.
O povo o odiava; preferia a escravidão do Egito à liberdade de Jeová. Então os deixou vagando até que quase todos que tinham vindo do Egito estivessem mortos. E tentou novamente - levou-os à Palestina e os colocou sob governo dos Juízes.
Isso também foi um fracasso - nenhuma escola, nenhuma Bíblia. Então tentou os réis, que eram em sua maioria idólatras.
Então seu povo escolhido foi conquistado e levado em cativeiro pelos babilônios.
Outro insucesso.
Eles retornaram, e Jeová experimentou os profetas - berradores e gemedores -, mas o povo tornava-se cada vez pior. Nada de escolas, ciências, artes ou comércio. Então Jeová fez-se carne - nascido de uma mulher -, e viveu entre o povo que vinha tentando civilizar há milênios. Então o povo, seguindo as leis que o próprio Jeová havia lhes dado, acusou este Jeová-homem - este Cristo - de blasfêmia; o acusaram, julgaram e mataram.
Jeová falhou novamente.
Então abandonou os judeus e concentrou sua atenção no resto do mundo.
E agora os judeus, apesar abandonados por Jeová e perseguidos pelos cristãos, são o povo mais próspero de Terra (prova disso é o governo de Israel assassinando palestinos sob a aprovação do representante direto de Jeová, os EUA). Novamente, uma falha.
Que administração!
.:: Deamus ad montem fodere putas cum porribus nostrus .::
14.7.04
Autoridades japonesas pressionam Microsoft
SÃO PAULO - A Comissão de Comércio do Japão está investigando as práticas comerciais da Microsoft, a quem acusa de monopólio.
Segundo o jornal Asahi Shibun, as autoridades japonesas querem que a Microsoft elimine dos contratos feitos com os fabricantes locais de PC uma cláusula restritiva referente ao licenciamento do sistema operacional Windows.
A tal cláusula determina que os fabricantes não poderão processar ou tomar outras ações legais contra a Microsoft mesmo se a companhia for acusada de violar suas patentes. "As práticas da Microsoft vão contra as leis japonesas e restringem injustamente as atividades corporativas destas empresas", acusa a comissão.
Em comunicado, a Microsoft diz que "discorda respeitosamente" dos argumentos da Comissão. Ela alega que a cláusula "non-assertion of patents (NAP)" faz parte dos contratos firmados pela companhia "há mais de uma década" e que serve para "incentivar os fabricantes de computadores a levantarem todas as questões sobre propriedade intelectual que puderem antes de iniciarem a distribuição de uma nova versão do Windows".
A Microsoft já anunciou, em fevereiro, que está revendo seus contratos de licenciamento e que a NAP poderia ser um dos itens excluídos futuramente.
Renata Mesquita, do Plantão INFO
SÃO PAULO - A Comissão de Comércio do Japão está investigando as práticas comerciais da Microsoft, a quem acusa de monopólio.
Segundo o jornal Asahi Shibun, as autoridades japonesas querem que a Microsoft elimine dos contratos feitos com os fabricantes locais de PC uma cláusula restritiva referente ao licenciamento do sistema operacional Windows.
A tal cláusula determina que os fabricantes não poderão processar ou tomar outras ações legais contra a Microsoft mesmo se a companhia for acusada de violar suas patentes. "As práticas da Microsoft vão contra as leis japonesas e restringem injustamente as atividades corporativas destas empresas", acusa a comissão.
Em comunicado, a Microsoft diz que "discorda respeitosamente" dos argumentos da Comissão. Ela alega que a cláusula "non-assertion of patents (NAP)" faz parte dos contratos firmados pela companhia "há mais de uma década" e que serve para "incentivar os fabricantes de computadores a levantarem todas as questões sobre propriedade intelectual que puderem antes de iniciarem a distribuição de uma nova versão do Windows".
A Microsoft já anunciou, em fevereiro, que está revendo seus contratos de licenciamento e que a NAP poderia ser um dos itens excluídos futuramente.
Renata Mesquita, do Plantão INFO
13.7.04
Rock in Rio em Lisboa, só podia dar isso
bem que a Sandy poderia ter feito isso no palco.
bem que a Sandy poderia ter feito isso no palco.
Não esqueça de colocar a calcinha da próxima vez...
Você pensava que Cameron Diaz era um Anjo?
I – Potentia et actus ita dividunt ens, ut quidquid est, vel sit actus purus, vel ex potentia et actu tanquam primis atque intrinsecis principiis necessario coalescat.
A potência e o ato dividem o ser de modo que tudo o que existe, ou bem é ato puro; ou bem se compõe necessariamente de potência e ato como princípios primeiros e intrínsecos.
(Cf. S. Tomás, Metafísica, V, 14; IX, sobretudo I. I, 5, 7, 8, 9.- De Potentia, q. 1, a. 1 et 3; Suma Teológica, Iª Parte, questão 77, artigo 1, conclusão.)
II – Actus, utpote perfectio, non limitatur, nisi per potentiam, quae est capacitas perfectionis. Proinde in quo ordine actus est purus, in eodem non nisi illimitatus et unicus existit; ubi vera est finitus ac multiplex, in veram incidit cum potentia compositionem.
O ato, sendo perfeição, não é limitado senão pela potência, que é inclinação à perfeição. Por conseguinte, na ordem onde este é puro, o ato encontra-se necessariamente sem limites e único; mas onde é finito e múltiplo, dá-se a uma verdadeira composição com a potência.
(Cf. S. Tomás, I Contra Gentios, cap. 43; I Sentenças, dist. 43, q. 2.)
III – Quapropter in absoluta ipsius esse ratione unus subsistit Deus, unus est simplicissimus : cetera cunsta quae ipsum esse participant, naturam habent qua esse coarctatur, ac tamquam distinctis realiter principiis, essentia et esse constant.
Deste modo, somente Deus subsiste [propriamente] na razão absoluta do Ser em si, somente Ele é perfeitamente simples; todas as demais coisas que participam do Ser em si possuem uma natureza que limita seu ser e são constituídos de umaessência e de umaexistência, como princípios realmente distintos.
(Cf. S. Tomás, I Contra Gentios, cc. 38, 52-54; Suma Teológica, Iª Parte, q. 50, a. 2, ad. 3; O Ente e a Essência, c. 5.)
IV – Ens, quod denominatur ab esse, non univoce de Deo, et creaturis dicitur, nec tamen prorsus aequivoce, sed analogice, analogia tum attributionis tum proportionalitatis.
O ser, que recebe sua determinação do verbo ser, não se diz de Deus e das criaturas nem unívoco, nem de todo equívoco, mas análogo, de umaanalogia de atributos e de proporcionalidade.
(Cf. S. Tomás, I Contra Gentios, cc. 32-34; De Potentia, q. 7, a. 7.)
V – Est praeterea in omni creatura realis compositio subjecti subsistentis cum formis secundario additis, sive accidentibus : ea vera nisi esse realiter in essentia distincta reciperetur, intelligi non posset.
Há, além disso, em toda criatura, composição real de um sujeito subsistente com as formas agregadas, os acidentes: mas esta composição seria ininteligível se a existência não fosse realmente recebida em uma essência distinta.
(Cf. S. Tomás, I Contra Gentios, c. 23; II Contra Gentios, c. 52; Suma Teológica, Iª Parte, q. 3; a. 6; O Ente e a Essência, c. 7.)
VI – Praeter absoluta accidentia est etiam relativum, sive ad aliquid. Quamvis enim ad aliquid non significet secunde um propriam rationem aliquid alicui inhaerens, saepe tamen causam in rebus habet, et ideo realem entitatem distinctam a subjecto.
Mais, os acidentes absolutos, são-nos relativo; em outras palavras, em relação à outra coisa. Se bem que esta relação não signifique em si algo de inerente a um sujeito, freqüentemente sua causa existe nas coisas, logo, uma realidade entitativa distinta do sujeito.
(Cf. S. Tomás, Suma Teológica, Iª Parte, q. 28, sobretudo a. 1.)
VII – Creatura spiritualis est in sua essentia omnino simplex. Sed remanet in ea compositio duplex : essentiae cum esse et substantiae cum accidentibus.
A criatura espiritual é totalmente simples em sua essência. Mas nela há dupla composição, aquela da essência e da existência e aquela da substância e do acidente.
(Cf. S. Tomás, Suma Teológica, Iª Parte, questões 50-51 e 54; De spiritualibus creaturis, a. 1.)
VIII – Creatura vero corporalis est quoad ipsam essentiam composita potentia et actu; quae potentia et actus ordinis essentiae materiae et formae nominibus designantur.
Quanto à criatura corporal, ela é em sua própria essência composta de potência e ato: a potência e o a ato desta ordem da essência são designados sob os nomes de matéria e forma.
(Cf. S. Tomás, De spiritualibus creaturis, a. 1.)
IX – Earum partium neutra per se esse habet, nec per se producitur vel corrumpitur, nec ponitur in praedicamento nisi reductive ut principium substantiale.
Destas duas partes, nenhuma existe por si, nem se produz por si, nem se corrompe por si, nem pode se predicamentar senão por redução, no que respeita ao princípio substancial.
(Cf. S. Tomás, Suma Teológica, Iª Parte, q. 45, a. 4; De Potentia, q. III, a. 1, ad. 12.)
X – Etsi corpoream naturam extensio in partes integrales consequitur, non tamen idem est corpori esse substantiam et esse quantum. Substantia quippe ratione sui indivisibilis est, non quidem ad mode um puncti, sed ad mode um ejus quod est extra ordinem dimensionis. Quantitas vero, quae extensionem substantiae tribuit, a susbtantia realiter differt, et est veri nominis accidens.
Se bem que a extensão em partes integrantes resulta da natureza dos corpos, de modo algum é a mesma coisa para um corpo ser uma substância e ser extenso. A substancia, de fato, em si, é indivisível, não à maneira do ponto, mas à maneira do que se encontra para além da ordem da dimensão. Enquanto a quantidade, que dá sua extensão à substância, difere-lhe realmente e é verdadeiramente acidente.
(Cf. S. Tomás, IV Contra Gentios, c. 65; I Sent., dist. 37, q. 2, a. 1, ad. 3; II Sent., dist. 30, q. 2, a. 1.)
XI – Quantitate signata materia principium est individuationis, id est numericae distinctionis (quae in puris spiritibus esse non potest) unius individui ab alio in eadem natura specifica.
A matéria designada pela quantidade é o princípio da individuação, quer dizer, da distinção numérica, impossível aos puros espíritos, dos indivíduos pertencentes a uma mesma natureza especifica.
(Cf. S. Tomás, II Contra Gentios, cc. 92-93; Suma Teológica, Iª Parte, q. 50, a. 4; O Ente e a Essência, c. II.)
XII – Eadem efficitur quantitate ut corpus circumscriptive sit in loco, et in uno tantum loco de quacumque potentia per hunc mode um esse possit.
Esta mesma quantidade faz que os corpos encontrem-se de modo circunscrito em um lugar e que não possam, qualquer que seja sua potência, encontrar-se desta maneira senão em um único lugar.
(Cf. S. Tomás, Suma Teológica, IIIª Parte, q. 75; IV Sent., dist. 10, a. 3; Quodlib., III.)
XIII – Corpora dividuntur bifariam : quaedam enim sunt viventia, quaedam expertia vitae. In viventibus, ut in eodem subjecto pars movens et pars mota per se habeantur, forma substantialis, animae nomine designata, requirit organicam dispositionem, seu partes heterogeneas.
Os corpos dividem-se em duas categorias: uns são vivos, outros não têm vida. Nos corpos vivos, para que haja em um mesmo sujeito, em si, uma parte que move e uma parte que seja movida, a forma substancial, chamada alma, exige uma disposição orgânica, quer dizer, de partes heterogêneas.
Cf. S. Tomás, I Contra Gentios, c. 97; Suma Teológica, Iª Parte, q. 18, aa. 1-2; q. 75, a. 1; V Metafisica, lect. 14e; Da Alma, passim., e especialmente L. II, c.I.)
XIV – Vegetalis et sensibilis ordinis animae nequaquam per se subsistunt, nec per se producuntur, sed sunt tantummodo ut principium quo vivens est et vivit, et, cum a materia se tolis dependeant, corrupto composito, eo ipso per accidens corrumpuntur.
As almas da ordem vegetativa e da ordem sensível não subsistem por elas nem são produzidas nelas mesmas; elas existem somente a titulo de princípio pelo qual o ser vivo existe e vive; como dependem da matéria para tudo, elas se corrompem por acidente pela corrupção do composto.
Cf. S. Tomás, II Contra Gentios, cc. 80, 82; Suma Teológica, Iª Parte, q. 75, a. 3, e q. 90, a. 2.)
XV – Contra, per se subsistit anima humana, quae, cum subjecto sufficienter disposito potest infundi, a Deo creatur, et sua natura incorruptibilis est atque immortalis.
Contrariamente, subsiste por si mesma a alma humana que, criada por Deus quanto pode ser infusa em um sujeito suficientemente ordenado, é por sua própria natureza incorruptível e imortal.
Cf. S. Tomás, II Contra Gentios, cc. 83 e segss.; Suma Teológica, Iª Parte, q. 75, a. 2; q. 90; q. 118; Questões Disputadas, De Anima, a. 14; De Potentia, q. 3, a. 2.)
XVI – Eadem anima rationalis ita unitur corpori, ut sit ejusdem forma substantialis unica, et per ipsam habet homo ut sit homo et animal et vivens et corpus et substantia et ens. Tribuit igitur anima homini omnem grade um perfectionis essentialem; insuper communicat corpori actum essendi, quo ipsa est.
Esta alma racional está unida ao corpo de maneira a ser-lhe a única forma substancial: é a ela que o homem deve o ser homem, animal, vivo, corpo, substância e ser. A alma dá ao homem todos os seus graus essenciais de perfeição; demais, ela comunica ao corpo o ato da existência que fá-la existir.
Cf. S. Tomás, Suma Teológica, Iª Parte, q. 76; II Contra Gentios, cc. 56, 68-71; De Anima, a. 1; Quest. Disp., De Spiritualibus creaturis, a. 3.)
XVII – Duplicis ordinis facultates, organicae et inorganicae, ex anima humana per naturalem resultantiam emanant : priores, ad quas sensus pertinet, in composito subjectantur, posteriores in anima sola. Est igitur intellectus facultas ab organo intrinsece independens.
As faculdades das duas ordens, orgânicas e inorgânicas, decorrem da alma humana em direção a um fim natural; as primeiras, as quais pertencem os sentidos, têm por sujeito o composto; as segundas, somente a alma. Portanto, a inteligência é uma faculdade intrinsecamente independente de todo órgão.
Cf. S. Tomás, Suma Teológica, Iª Parte, qq. 77-79; II Contra Gentios, c. 72; De Spiritualibus creaturis, a. 11 e seg.; De Anima, a. 12 et ss.)
XVIII – Immaterialitatem necessario sequitur intellectualitas, et ita quidem ut secunde um gradus elongationis a materia, sint quoque gradus intellectualitatis. Adaequatum intellectionis objectum est communiter ipsum ens; proprium vero intellectus humani objectum in praesenti statu unionis, quidditatibus abstractis a conditionibus materialibus continetur.
A imaterialidade anima necessariamente a intelectualidade, de cujos graus de distanciamento da matéria corresponde aos graus de intelectualidade. O objeto adequado à intelecção é, de forma geral, o ser em si; porém, o objeto próprio da inteligência humana, em seu estado atual de união com o corpo, são as qüididades abstratas de suas condições materiais.
Cf. S. Tomás, Suma Teológica, Iª Parte, q. 14, a. 1; q. 84, a. 7; q. 89, aa. 1-2; II Contra Gentios, cc. 59, 72.)
XIX.- Cognitionem ergo accipimus a rebus sensibilibus. Cum autem sensibile non sit intelligibile in actu, praeter intellectum formaliter intelligentem, admittenda est in anima virtus activa, quae species intelligibiles a phantasmatibus abstrahat.
Nós recebemos das coisas sensíveis nosso conhecimento. Porém, como o objeto sensível não é atualmente inteligível, é necessário admitir na alma, além da inteligência formalmente conhecedora, uma forma ativa capaz de abstrair imagens das espécies inteligíveis.
Cf. S. Tomás, Suma Teológica, Iª Parte, q. 79, aa. 3-4; q. 84, aa. 6-7; II Contra Gentios, c. 76 e seg.; De Spiritualibus creatoris, a. 10.)
XX – Per has species directe universalia cognoscimus; singularia sensu attingimus, tum etiam intellectu per conversionem ad phantasmata; ad cognitionem vero spiritualium per analogiam ascendimus.
Por tais espécies (intelectuais) conhecemos diretamente os objetos universais; os objetos singulares, captamo-los pelos sentidos e pela inteligência graças a um retorno às imagens; quanto ao conhecimento das coisas espirituais, elevamo-nos a elas por analogia.
Cf. S. Tomás, Suma Teológica, Iª Parte, questões 85-88.)
XXI – Intellectum sequitur, non praecedit voluntas, quae necessario appetit id quod sibi praesentatur tanquam boem um ex omni parte explens appetitum, sed inter plura bona, quae judicio mutabili appetenda proponuntur, libere eligit. Sequitur proinde electio judicium practicum ultimum; at quod sit ultimum, voluntas efficit.
A vontade segue, e não precede, a inteligência; ela constitui-se de um movimento necessário ao objeto que lhe é apresentado como um bem que sacia seu apetite; porém, dentre os vários bens que um julgamento fatível propõe-lhe buscar, ela é livre para escolher. A escolha segue o último julgamento prático; à condição de que seja o último, é a vontade que o faz.
Cf. S. Tomás, Suma Teológica, Iª Parte, qq. 82-83; II Contra Gentios, cc. 72 e seg.; De Veritate, q. 22, a. 5; De Malo, q. 11.)
XXII – Deum esse neque immediata intuitione percipimus, neque a priori demonstramus, sed utique a posteriori, hoc est, per ea quae facta sunt, ducto argumento ab effectibus ad causam : videlicet, a rebus quae moventur et sui motus principium adaequatum esse non possunt, ad primum motorem immobilem : a processu rerum mundanarum e causis inter se subordinatis, ad primam causam incausatam; a corruptibilibus, quae aequaliter se habent ad esse et non esse, ad ens absolute necessarium; ab iis quae secunde um minoratas perfectiones essendi, vivendi, intelligendi, plus et minus sunt, vivunt, intelligunt, ad eum qui est maxime intelligens, maxime vivens, maxime ens; denique ab ordine universi ad intellectum sezparatum qui res ordinavit, disposuit et dirigit in finem.
A existência de Deus, não a percebemos em uma intuição imediata, não demonstramo-la a priori, mas a posteriori, quer dizer, através das criaturas, indo o argumento dos efeitos à causa: conhecer, a partir de coisas mudas que não podem ser princípio adequado de seu movimento, um primeiro motor imóvel; do fato de que as coisas deste mundo vêm de causas subordinadas umas às outras, uma causa primeira não causada; das coisas corruptíveis que são indiferentes ao ser e ao não ser, um ser absolutamente necessário; das coisas que, segundo o grau das perfeições de ser, de viver e de inteligir, e que são, vivem e pensam mais ou menos, àquele que é soberanamente inteligente, soberanamente vivo, soberanamente ser; enfim, da ordem do universo, uma inteligência distinta que ordena e dispõe as coisas, dirigindo-as a seu fim.
Cf. S. Tomás, Suma Teológica, Iª Parte, q. 2; I Contra Gentios, cc. 12 e 31; III Contra Gentios, qq. 10 e 11; De Veritate, qq. 1 e 10; De Potentia, qq. 4 e 7.)
XXIII – Divina essentia, per hoc quod exercitae actualitati ipsius esse identificatur, seu per hoc quod est ipsum Esse subsistens, in sua veluti metaphysica ratione bene nobis constituta proponitur, et per hoc idem rationem nobis exhibet suae infinitatis in perfectione.
A essência divina, na medida em que se identifica com a atualidade em exercício de sua existência, quer dizer, quer ela é o próprio Ser subsistente, se nos oferece como bem constituído em virtude de sua própria razão metafísica e, daí, também, fornece-nos a razão de sua infinidade perfectível.
Cf. S. Tomás, I Sent., dist. 8, q. 1; Suma Teológica, Iª Parte, q. 4, a. 2; q. 13, a. 11.)
XXIV – Ipsa igitur puritate sui esse, a finitis omnibus rebus secernitur Deus. Inde infertur primo, mumde um nonnisi per creationem a Deo procedere potuisse; deinde virtutem creativam, qua per se primo attingitur ens in quantum ens, nec miraculose ulli finitae naturae esse communicabilem; nullum denique creatum agens in esse cujuscumque effectus influere, nisi motione accepta a prima Causa.
Portanto, pela própria pureza de seu ser, Deus distingue-se de todas as coisas finitas. Daí segue-se, primeiramente, que o mundo não pôde proceder de Deus senão por criação; em seguida, que o poder criador – que dimana de sua natureza nomeadamente o ser enquanto tal – não pode, mesmo por milagre, comunicar seu ser [próprio] a nenhuma criatura finita; enfim, que nenhum agente criado pode influenciar no ser de qualquer modo, se não for pela atuação recebida da Causa Primeira.
Cf. S. Tomás, Suma Teológica, Iª Parte, qq. 44-45, 105; II Contra Gentios, cc. 6-15; III, cc. 66-69; IV, c. 44; Questões Disputadas : de Potentia, sobretudo q. 3, a. 7.)
extraído do blog Traduções Gratuitas
A potência e o ato dividem o ser de modo que tudo o que existe, ou bem é ato puro; ou bem se compõe necessariamente de potência e ato como princípios primeiros e intrínsecos.
(Cf. S. Tomás, Metafísica, V, 14; IX, sobretudo I. I, 5, 7, 8, 9.- De Potentia, q. 1, a. 1 et 3; Suma Teológica, Iª Parte, questão 77, artigo 1, conclusão.)
II – Actus, utpote perfectio, non limitatur, nisi per potentiam, quae est capacitas perfectionis. Proinde in quo ordine actus est purus, in eodem non nisi illimitatus et unicus existit; ubi vera est finitus ac multiplex, in veram incidit cum potentia compositionem.
O ato, sendo perfeição, não é limitado senão pela potência, que é inclinação à perfeição. Por conseguinte, na ordem onde este é puro, o ato encontra-se necessariamente sem limites e único; mas onde é finito e múltiplo, dá-se a uma verdadeira composição com a potência.
(Cf. S. Tomás, I Contra Gentios, cap. 43; I Sentenças, dist. 43, q. 2.)
III – Quapropter in absoluta ipsius esse ratione unus subsistit Deus, unus est simplicissimus : cetera cunsta quae ipsum esse participant, naturam habent qua esse coarctatur, ac tamquam distinctis realiter principiis, essentia et esse constant.
Deste modo, somente Deus subsiste [propriamente] na razão absoluta do Ser em si, somente Ele é perfeitamente simples; todas as demais coisas que participam do Ser em si possuem uma natureza que limita seu ser e são constituídos de umaessência e de umaexistência, como princípios realmente distintos.
(Cf. S. Tomás, I Contra Gentios, cc. 38, 52-54; Suma Teológica, Iª Parte, q. 50, a. 2, ad. 3; O Ente e a Essência, c. 5.)
IV – Ens, quod denominatur ab esse, non univoce de Deo, et creaturis dicitur, nec tamen prorsus aequivoce, sed analogice, analogia tum attributionis tum proportionalitatis.
O ser, que recebe sua determinação do verbo ser, não se diz de Deus e das criaturas nem unívoco, nem de todo equívoco, mas análogo, de umaanalogia de atributos e de proporcionalidade.
(Cf. S. Tomás, I Contra Gentios, cc. 32-34; De Potentia, q. 7, a. 7.)
V – Est praeterea in omni creatura realis compositio subjecti subsistentis cum formis secundario additis, sive accidentibus : ea vera nisi esse realiter in essentia distincta reciperetur, intelligi non posset.
Há, além disso, em toda criatura, composição real de um sujeito subsistente com as formas agregadas, os acidentes: mas esta composição seria ininteligível se a existência não fosse realmente recebida em uma essência distinta.
(Cf. S. Tomás, I Contra Gentios, c. 23; II Contra Gentios, c. 52; Suma Teológica, Iª Parte, q. 3; a. 6; O Ente e a Essência, c. 7.)
VI – Praeter absoluta accidentia est etiam relativum, sive ad aliquid. Quamvis enim ad aliquid non significet secunde um propriam rationem aliquid alicui inhaerens, saepe tamen causam in rebus habet, et ideo realem entitatem distinctam a subjecto.
Mais, os acidentes absolutos, são-nos relativo; em outras palavras, em relação à outra coisa. Se bem que esta relação não signifique em si algo de inerente a um sujeito, freqüentemente sua causa existe nas coisas, logo, uma realidade entitativa distinta do sujeito.
(Cf. S. Tomás, Suma Teológica, Iª Parte, q. 28, sobretudo a. 1.)
VII – Creatura spiritualis est in sua essentia omnino simplex. Sed remanet in ea compositio duplex : essentiae cum esse et substantiae cum accidentibus.
A criatura espiritual é totalmente simples em sua essência. Mas nela há dupla composição, aquela da essência e da existência e aquela da substância e do acidente.
(Cf. S. Tomás, Suma Teológica, Iª Parte, questões 50-51 e 54; De spiritualibus creaturis, a. 1.)
VIII – Creatura vero corporalis est quoad ipsam essentiam composita potentia et actu; quae potentia et actus ordinis essentiae materiae et formae nominibus designantur.
Quanto à criatura corporal, ela é em sua própria essência composta de potência e ato: a potência e o a ato desta ordem da essência são designados sob os nomes de matéria e forma.
(Cf. S. Tomás, De spiritualibus creaturis, a. 1.)
IX – Earum partium neutra per se esse habet, nec per se producitur vel corrumpitur, nec ponitur in praedicamento nisi reductive ut principium substantiale.
Destas duas partes, nenhuma existe por si, nem se produz por si, nem se corrompe por si, nem pode se predicamentar senão por redução, no que respeita ao princípio substancial.
(Cf. S. Tomás, Suma Teológica, Iª Parte, q. 45, a. 4; De Potentia, q. III, a. 1, ad. 12.)
X – Etsi corpoream naturam extensio in partes integrales consequitur, non tamen idem est corpori esse substantiam et esse quantum. Substantia quippe ratione sui indivisibilis est, non quidem ad mode um puncti, sed ad mode um ejus quod est extra ordinem dimensionis. Quantitas vero, quae extensionem substantiae tribuit, a susbtantia realiter differt, et est veri nominis accidens.
Se bem que a extensão em partes integrantes resulta da natureza dos corpos, de modo algum é a mesma coisa para um corpo ser uma substância e ser extenso. A substancia, de fato, em si, é indivisível, não à maneira do ponto, mas à maneira do que se encontra para além da ordem da dimensão. Enquanto a quantidade, que dá sua extensão à substância, difere-lhe realmente e é verdadeiramente acidente.
(Cf. S. Tomás, IV Contra Gentios, c. 65; I Sent., dist. 37, q. 2, a. 1, ad. 3; II Sent., dist. 30, q. 2, a. 1.)
XI – Quantitate signata materia principium est individuationis, id est numericae distinctionis (quae in puris spiritibus esse non potest) unius individui ab alio in eadem natura specifica.
A matéria designada pela quantidade é o princípio da individuação, quer dizer, da distinção numérica, impossível aos puros espíritos, dos indivíduos pertencentes a uma mesma natureza especifica.
(Cf. S. Tomás, II Contra Gentios, cc. 92-93; Suma Teológica, Iª Parte, q. 50, a. 4; O Ente e a Essência, c. II.)
XII – Eadem efficitur quantitate ut corpus circumscriptive sit in loco, et in uno tantum loco de quacumque potentia per hunc mode um esse possit.
Esta mesma quantidade faz que os corpos encontrem-se de modo circunscrito em um lugar e que não possam, qualquer que seja sua potência, encontrar-se desta maneira senão em um único lugar.
(Cf. S. Tomás, Suma Teológica, IIIª Parte, q. 75; IV Sent., dist. 10, a. 3; Quodlib., III.)
XIII – Corpora dividuntur bifariam : quaedam enim sunt viventia, quaedam expertia vitae. In viventibus, ut in eodem subjecto pars movens et pars mota per se habeantur, forma substantialis, animae nomine designata, requirit organicam dispositionem, seu partes heterogeneas.
Os corpos dividem-se em duas categorias: uns são vivos, outros não têm vida. Nos corpos vivos, para que haja em um mesmo sujeito, em si, uma parte que move e uma parte que seja movida, a forma substancial, chamada alma, exige uma disposição orgânica, quer dizer, de partes heterogêneas.
Cf. S. Tomás, I Contra Gentios, c. 97; Suma Teológica, Iª Parte, q. 18, aa. 1-2; q. 75, a. 1; V Metafisica, lect. 14e; Da Alma, passim., e especialmente L. II, c.I.)
XIV – Vegetalis et sensibilis ordinis animae nequaquam per se subsistunt, nec per se producuntur, sed sunt tantummodo ut principium quo vivens est et vivit, et, cum a materia se tolis dependeant, corrupto composito, eo ipso per accidens corrumpuntur.
As almas da ordem vegetativa e da ordem sensível não subsistem por elas nem são produzidas nelas mesmas; elas existem somente a titulo de princípio pelo qual o ser vivo existe e vive; como dependem da matéria para tudo, elas se corrompem por acidente pela corrupção do composto.
Cf. S. Tomás, II Contra Gentios, cc. 80, 82; Suma Teológica, Iª Parte, q. 75, a. 3, e q. 90, a. 2.)
XV – Contra, per se subsistit anima humana, quae, cum subjecto sufficienter disposito potest infundi, a Deo creatur, et sua natura incorruptibilis est atque immortalis.
Contrariamente, subsiste por si mesma a alma humana que, criada por Deus quanto pode ser infusa em um sujeito suficientemente ordenado, é por sua própria natureza incorruptível e imortal.
Cf. S. Tomás, II Contra Gentios, cc. 83 e segss.; Suma Teológica, Iª Parte, q. 75, a. 2; q. 90; q. 118; Questões Disputadas, De Anima, a. 14; De Potentia, q. 3, a. 2.)
XVI – Eadem anima rationalis ita unitur corpori, ut sit ejusdem forma substantialis unica, et per ipsam habet homo ut sit homo et animal et vivens et corpus et substantia et ens. Tribuit igitur anima homini omnem grade um perfectionis essentialem; insuper communicat corpori actum essendi, quo ipsa est.
Esta alma racional está unida ao corpo de maneira a ser-lhe a única forma substancial: é a ela que o homem deve o ser homem, animal, vivo, corpo, substância e ser. A alma dá ao homem todos os seus graus essenciais de perfeição; demais, ela comunica ao corpo o ato da existência que fá-la existir.
Cf. S. Tomás, Suma Teológica, Iª Parte, q. 76; II Contra Gentios, cc. 56, 68-71; De Anima, a. 1; Quest. Disp., De Spiritualibus creaturis, a. 3.)
XVII – Duplicis ordinis facultates, organicae et inorganicae, ex anima humana per naturalem resultantiam emanant : priores, ad quas sensus pertinet, in composito subjectantur, posteriores in anima sola. Est igitur intellectus facultas ab organo intrinsece independens.
As faculdades das duas ordens, orgânicas e inorgânicas, decorrem da alma humana em direção a um fim natural; as primeiras, as quais pertencem os sentidos, têm por sujeito o composto; as segundas, somente a alma. Portanto, a inteligência é uma faculdade intrinsecamente independente de todo órgão.
Cf. S. Tomás, Suma Teológica, Iª Parte, qq. 77-79; II Contra Gentios, c. 72; De Spiritualibus creaturis, a. 11 e seg.; De Anima, a. 12 et ss.)
XVIII – Immaterialitatem necessario sequitur intellectualitas, et ita quidem ut secunde um gradus elongationis a materia, sint quoque gradus intellectualitatis. Adaequatum intellectionis objectum est communiter ipsum ens; proprium vero intellectus humani objectum in praesenti statu unionis, quidditatibus abstractis a conditionibus materialibus continetur.
A imaterialidade anima necessariamente a intelectualidade, de cujos graus de distanciamento da matéria corresponde aos graus de intelectualidade. O objeto adequado à intelecção é, de forma geral, o ser em si; porém, o objeto próprio da inteligência humana, em seu estado atual de união com o corpo, são as qüididades abstratas de suas condições materiais.
Cf. S. Tomás, Suma Teológica, Iª Parte, q. 14, a. 1; q. 84, a. 7; q. 89, aa. 1-2; II Contra Gentios, cc. 59, 72.)
XIX.- Cognitionem ergo accipimus a rebus sensibilibus. Cum autem sensibile non sit intelligibile in actu, praeter intellectum formaliter intelligentem, admittenda est in anima virtus activa, quae species intelligibiles a phantasmatibus abstrahat.
Nós recebemos das coisas sensíveis nosso conhecimento. Porém, como o objeto sensível não é atualmente inteligível, é necessário admitir na alma, além da inteligência formalmente conhecedora, uma forma ativa capaz de abstrair imagens das espécies inteligíveis.
Cf. S. Tomás, Suma Teológica, Iª Parte, q. 79, aa. 3-4; q. 84, aa. 6-7; II Contra Gentios, c. 76 e seg.; De Spiritualibus creatoris, a. 10.)
XX – Per has species directe universalia cognoscimus; singularia sensu attingimus, tum etiam intellectu per conversionem ad phantasmata; ad cognitionem vero spiritualium per analogiam ascendimus.
Por tais espécies (intelectuais) conhecemos diretamente os objetos universais; os objetos singulares, captamo-los pelos sentidos e pela inteligência graças a um retorno às imagens; quanto ao conhecimento das coisas espirituais, elevamo-nos a elas por analogia.
Cf. S. Tomás, Suma Teológica, Iª Parte, questões 85-88.)
XXI – Intellectum sequitur, non praecedit voluntas, quae necessario appetit id quod sibi praesentatur tanquam boem um ex omni parte explens appetitum, sed inter plura bona, quae judicio mutabili appetenda proponuntur, libere eligit. Sequitur proinde electio judicium practicum ultimum; at quod sit ultimum, voluntas efficit.
A vontade segue, e não precede, a inteligência; ela constitui-se de um movimento necessário ao objeto que lhe é apresentado como um bem que sacia seu apetite; porém, dentre os vários bens que um julgamento fatível propõe-lhe buscar, ela é livre para escolher. A escolha segue o último julgamento prático; à condição de que seja o último, é a vontade que o faz.
Cf. S. Tomás, Suma Teológica, Iª Parte, qq. 82-83; II Contra Gentios, cc. 72 e seg.; De Veritate, q. 22, a. 5; De Malo, q. 11.)
XXII – Deum esse neque immediata intuitione percipimus, neque a priori demonstramus, sed utique a posteriori, hoc est, per ea quae facta sunt, ducto argumento ab effectibus ad causam : videlicet, a rebus quae moventur et sui motus principium adaequatum esse non possunt, ad primum motorem immobilem : a processu rerum mundanarum e causis inter se subordinatis, ad primam causam incausatam; a corruptibilibus, quae aequaliter se habent ad esse et non esse, ad ens absolute necessarium; ab iis quae secunde um minoratas perfectiones essendi, vivendi, intelligendi, plus et minus sunt, vivunt, intelligunt, ad eum qui est maxime intelligens, maxime vivens, maxime ens; denique ab ordine universi ad intellectum sezparatum qui res ordinavit, disposuit et dirigit in finem.
A existência de Deus, não a percebemos em uma intuição imediata, não demonstramo-la a priori, mas a posteriori, quer dizer, através das criaturas, indo o argumento dos efeitos à causa: conhecer, a partir de coisas mudas que não podem ser princípio adequado de seu movimento, um primeiro motor imóvel; do fato de que as coisas deste mundo vêm de causas subordinadas umas às outras, uma causa primeira não causada; das coisas corruptíveis que são indiferentes ao ser e ao não ser, um ser absolutamente necessário; das coisas que, segundo o grau das perfeições de ser, de viver e de inteligir, e que são, vivem e pensam mais ou menos, àquele que é soberanamente inteligente, soberanamente vivo, soberanamente ser; enfim, da ordem do universo, uma inteligência distinta que ordena e dispõe as coisas, dirigindo-as a seu fim.
Cf. S. Tomás, Suma Teológica, Iª Parte, q. 2; I Contra Gentios, cc. 12 e 31; III Contra Gentios, qq. 10 e 11; De Veritate, qq. 1 e 10; De Potentia, qq. 4 e 7.)
XXIII – Divina essentia, per hoc quod exercitae actualitati ipsius esse identificatur, seu per hoc quod est ipsum Esse subsistens, in sua veluti metaphysica ratione bene nobis constituta proponitur, et per hoc idem rationem nobis exhibet suae infinitatis in perfectione.
A essência divina, na medida em que se identifica com a atualidade em exercício de sua existência, quer dizer, quer ela é o próprio Ser subsistente, se nos oferece como bem constituído em virtude de sua própria razão metafísica e, daí, também, fornece-nos a razão de sua infinidade perfectível.
Cf. S. Tomás, I Sent., dist. 8, q. 1; Suma Teológica, Iª Parte, q. 4, a. 2; q. 13, a. 11.)
XXIV – Ipsa igitur puritate sui esse, a finitis omnibus rebus secernitur Deus. Inde infertur primo, mumde um nonnisi per creationem a Deo procedere potuisse; deinde virtutem creativam, qua per se primo attingitur ens in quantum ens, nec miraculose ulli finitae naturae esse communicabilem; nullum denique creatum agens in esse cujuscumque effectus influere, nisi motione accepta a prima Causa.
Portanto, pela própria pureza de seu ser, Deus distingue-se de todas as coisas finitas. Daí segue-se, primeiramente, que o mundo não pôde proceder de Deus senão por criação; em seguida, que o poder criador – que dimana de sua natureza nomeadamente o ser enquanto tal – não pode, mesmo por milagre, comunicar seu ser [próprio] a nenhuma criatura finita; enfim, que nenhum agente criado pode influenciar no ser de qualquer modo, se não for pela atuação recebida da Causa Primeira.
Cf. S. Tomás, Suma Teológica, Iª Parte, qq. 44-45, 105; II Contra Gentios, cc. 6-15; III, cc. 66-69; IV, c. 44; Questões Disputadas : de Potentia, sobretudo q. 3, a. 7.)
extraído do blog Traduções Gratuitas
Carta de um estunidense para um jornalista tupiniquim
“ Caros amigos brasileiros e “ ricaços “
Voces brasileiros pagam o dobro do que os americanos pagam pela água que consomem
Embora tenham água doce disponível , aproximadamente 25% da reserva mundial de água Doce está no Brasil.
Voces brasileiros pagam 60% a mais nas tarifas de telefone e eletricidade . Embora 95% da produção de energia em seu país seja hidroelétrica ( mais barata e não poluente ) .
Enquanto nós, pobres americanos, somente podemos pagar pela energia altamente poluente, produzidas por usinas termelétricas à base de carvão e petróleo e as perigosas usinas Nucleares.
E por falar em petróleo...
Voces brasileiros pagam o dobro pela gasolina, que ainda por cima é de má qualidade, que acabam com os motores dos carros, misturas para beneficiar os usineiros de álcool . Não dá para entender, seu país é quase auto-suficiente em produção de petróleo (75% é produzido aí) e ainda assim tem preços tão elevados. Aqui nos EUA nós defendemos com unhas e dentes o preço do combustível que está estabilizado a vários anos US$ 0,30 ou seja R$ 0,90 Obs: gasolina pura, sem mistura.
E por falar em carro...
Voces brasileiros pagam R$ 40 mil por um carro que nos nos EUA pagamos R$ 20 mil. Voces dão de presente para seu governo R$ 20 mil para gastar não se sabe com que e nem aonde, já que os serviços públicos no Brasil são um lixo perto dos serviços prestados pelo setor público nos EUA. Na Flórida, caros brasileiros, nós somos muito pobres; o governo estadual cobra apenas 2% de imposto sobre o valor agregado (equivalente ao ICMS no Brasil) , e mais 4% de imposto federal , o que dá um total de 6%.
No Brasil voces são muito ricos, já que afinal concordam em pagar 18% só de ICMS.
E já que falamos de impostos...
Eu não entendo porque voces alegam serem pobres, se, afinal, voces não se importam em pagar, além desse absurdo ICMS, mais PIS, CONFINS, CPMF, ISS, IPTU, IR, ITR e outras dezenas de impostos, taxas e contribuições, em geral com efeito cascata, de imposto sobre imposto, e ainda assim fazem festa em estádios de futebol e nas passarelas de Carnaval . Sinal de que não se incomodam com esse confisco maligno que o governo promove, lhes tirando 4 meses por ano de seu suado trabalho.
De acordo com estudos realizados, um brasileiro trabalha 4 meses por ano somente para pagar a carga tributária de impostos diretos e indiretos.
Segue...
Nós americanos lembramos que somos extremamente pobres, tanto que o governo isenta de pagar imposto de renda todos que ganham menos de US$ 3 mil dólares por mês ( equivalente a R$ 9.300,00 ), enquanto aí no Brasil os assalariados devem viver muito bem, pois pagam imposto de renda todos que ganham a partir de R$ 1.200,00. Além disso, voces tem desconto retido na fonte, ou seja, ainda antecipam o imposto para o governo, sem saber se vão ter renda até o final do ano. Aqui nos EUA nos declaramos o imposto de renda apenas no final do ano, e caso tenhamos tido renda, ai sim recolhemos o valor devido aos cofres públicos. Essa certeza nos bons resultados futuros torna o Brasil um país insuperável
Aí no Brasil voces pagam escolas e livros para seus filhos, porque afinal, devem nadar em dinheiro, e aqui nos EUA, nós, pobres de país americano, como não temos toda essa fortuna, mandamos nossos filhos para as excelentes escolas públicas com livros gratuitos. Voces, ricaços do Brasil, quando tomam no banco um empréstimo pessoal, pagam POR MÊS o que nos pobres americanos pagamos POR ANO.
E por falar em pagamentos...
Caro amigo brasileiro, quando voce me contou que pagou R$ 2,500.00 pelo seguro de seu carro, ai sim eu confirmei a minha tese: voces são podres de rico!!!!!!!!
Nós nunca poderíamos pagar tudo isso por um simples seguro de automóvel. Por meu carro grande e luxuoso, eu pago US$ 345,00. Quando voce me disse que também paga R$ 1.700,00 de IPVA pelo seu carro, não tive mais dúvidas. Nós pagamos apenas US$ 15,00 de licenciamento anual, não importando qual tipo de veiculo seja. Afinal, quem é rico e quem é pobre ?
Aí no Brasil 20% da população economicamente ativa não trabalha. Aqui, não podemos nos dar ao luxo de sustentar além de 4% da população que esta desempregada.
Não é mais rico quem pode sustentar mais gente que não trabalha ???
Comentários:
Caro leitor, estou sem argumentos para contestar este ianque. Afinal, a moda nacional brasileira é a aparência. Cada vez mais vamos nos convencendo de que não é preciso ser, basta parecer ser. E, afinal, gastando muito, a gente aparenta ser rico. Realmente é difícil comparar esta grande nação chamada EUA que desde o seu descobrimento teve uma colonização de povoamento, com nosso país que foi colônia de exploração por mais de 300 anos, com nossas riquezas sendo enviadas para Portugal. E hoje ainda sofremos com essa exploração, só que dos próprios governantes que pilham e enviam nossas riquezas para suas contas bancárias em paraísos fiscais. E não fazemos nada para promover uma mudança radical de atitudes, conceitos e afirmação de nossa dignidade. Precisamos sair deste comodismo que estamos vivendo ou o sonho do País do futuro será apenas um ideal na boca dos demagogos que estão no poder.
“ Caros amigos brasileiros e “ ricaços “
Voces brasileiros pagam o dobro do que os americanos pagam pela água que consomem
Embora tenham água doce disponível , aproximadamente 25% da reserva mundial de água Doce está no Brasil.
Voces brasileiros pagam 60% a mais nas tarifas de telefone e eletricidade . Embora 95% da produção de energia em seu país seja hidroelétrica ( mais barata e não poluente ) .
Enquanto nós, pobres americanos, somente podemos pagar pela energia altamente poluente, produzidas por usinas termelétricas à base de carvão e petróleo e as perigosas usinas Nucleares.
E por falar em petróleo...
Voces brasileiros pagam o dobro pela gasolina, que ainda por cima é de má qualidade, que acabam com os motores dos carros, misturas para beneficiar os usineiros de álcool . Não dá para entender, seu país é quase auto-suficiente em produção de petróleo (75% é produzido aí) e ainda assim tem preços tão elevados. Aqui nos EUA nós defendemos com unhas e dentes o preço do combustível que está estabilizado a vários anos US$ 0,30 ou seja R$ 0,90 Obs: gasolina pura, sem mistura.
E por falar em carro...
Voces brasileiros pagam R$ 40 mil por um carro que nos nos EUA pagamos R$ 20 mil. Voces dão de presente para seu governo R$ 20 mil para gastar não se sabe com que e nem aonde, já que os serviços públicos no Brasil são um lixo perto dos serviços prestados pelo setor público nos EUA. Na Flórida, caros brasileiros, nós somos muito pobres; o governo estadual cobra apenas 2% de imposto sobre o valor agregado (equivalente ao ICMS no Brasil) , e mais 4% de imposto federal , o que dá um total de 6%.
No Brasil voces são muito ricos, já que afinal concordam em pagar 18% só de ICMS.
E já que falamos de impostos...
Eu não entendo porque voces alegam serem pobres, se, afinal, voces não se importam em pagar, além desse absurdo ICMS, mais PIS, CONFINS, CPMF, ISS, IPTU, IR, ITR e outras dezenas de impostos, taxas e contribuições, em geral com efeito cascata, de imposto sobre imposto, e ainda assim fazem festa em estádios de futebol e nas passarelas de Carnaval . Sinal de que não se incomodam com esse confisco maligno que o governo promove, lhes tirando 4 meses por ano de seu suado trabalho.
De acordo com estudos realizados, um brasileiro trabalha 4 meses por ano somente para pagar a carga tributária de impostos diretos e indiretos.
Segue...
Nós americanos lembramos que somos extremamente pobres, tanto que o governo isenta de pagar imposto de renda todos que ganham menos de US$ 3 mil dólares por mês ( equivalente a R$ 9.300,00 ), enquanto aí no Brasil os assalariados devem viver muito bem, pois pagam imposto de renda todos que ganham a partir de R$ 1.200,00. Além disso, voces tem desconto retido na fonte, ou seja, ainda antecipam o imposto para o governo, sem saber se vão ter renda até o final do ano. Aqui nos EUA nos declaramos o imposto de renda apenas no final do ano, e caso tenhamos tido renda, ai sim recolhemos o valor devido aos cofres públicos. Essa certeza nos bons resultados futuros torna o Brasil um país insuperável
Aí no Brasil voces pagam escolas e livros para seus filhos, porque afinal, devem nadar em dinheiro, e aqui nos EUA, nós, pobres de país americano, como não temos toda essa fortuna, mandamos nossos filhos para as excelentes escolas públicas com livros gratuitos. Voces, ricaços do Brasil, quando tomam no banco um empréstimo pessoal, pagam POR MÊS o que nos pobres americanos pagamos POR ANO.
E por falar em pagamentos...
Caro amigo brasileiro, quando voce me contou que pagou R$ 2,500.00 pelo seguro de seu carro, ai sim eu confirmei a minha tese: voces são podres de rico!!!!!!!!
Nós nunca poderíamos pagar tudo isso por um simples seguro de automóvel. Por meu carro grande e luxuoso, eu pago US$ 345,00. Quando voce me disse que também paga R$ 1.700,00 de IPVA pelo seu carro, não tive mais dúvidas. Nós pagamos apenas US$ 15,00 de licenciamento anual, não importando qual tipo de veiculo seja. Afinal, quem é rico e quem é pobre ?
Aí no Brasil 20% da população economicamente ativa não trabalha. Aqui, não podemos nos dar ao luxo de sustentar além de 4% da população que esta desempregada.
Não é mais rico quem pode sustentar mais gente que não trabalha ???
Comentários:
Caro leitor, estou sem argumentos para contestar este ianque. Afinal, a moda nacional brasileira é a aparência. Cada vez mais vamos nos convencendo de que não é preciso ser, basta parecer ser. E, afinal, gastando muito, a gente aparenta ser rico. Realmente é difícil comparar esta grande nação chamada EUA que desde o seu descobrimento teve uma colonização de povoamento, com nosso país que foi colônia de exploração por mais de 300 anos, com nossas riquezas sendo enviadas para Portugal. E hoje ainda sofremos com essa exploração, só que dos próprios governantes que pilham e enviam nossas riquezas para suas contas bancárias em paraísos fiscais. E não fazemos nada para promover uma mudança radical de atitudes, conceitos e afirmação de nossa dignidade. Precisamos sair deste comodismo que estamos vivendo ou o sonho do País do futuro será apenas um ideal na boca dos demagogos que estão no poder.
11.7.04
Certa vez,CONFÚCIO, perguntado sobre o que mais o supreendia na humanidade, respondeu:
---Os homens que perdem a saúde para juntar dinheiro e depois perdem o dinheiro para recuperar a saúde. Por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem o presente, de tal forma que acabam por nem viver no presente, nem no futuro. Vivem como se nunca fossem morrer e morrem como se nunca tivessem vivido.
---Os homens que perdem a saúde para juntar dinheiro e depois perdem o dinheiro para recuperar a saúde. Por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem o presente, de tal forma que acabam por nem viver no presente, nem no futuro. Vivem como se nunca fossem morrer e morrem como se nunca tivessem vivido.
Preguiça baiana é faceta do racismo.
A famosa "malemolência" ou preguiça baiana, na verdade, não passa de racismo, segundo concluiu uma tese de doutorado defendida na USP.
O estudo durou quatro anos. A tese, defendida no início de setembro pela professora de antropologia Elisete Zanlorenzi, da PUC-Campinas, sustenta que o baiano é muitas vezes mais eficiente que o trabalhador das outras regiões do Brasil e contesta a visão de que o morador da Bahia vive em clima de "festa eterna".
Pelo contrário, é justamente no período de festas que o baiano mais trabalha. Como 51% da mão-de-obra da população atua no mercado informal, as festas são uma oportunidade de trabalho.
”Quem se diverte é o turista", diz.
Segundo a antropóloga, o objetivo da tese foi descobrir como a imagem da preguiça baiana surgiu e se consolidou. Elisete concluiu que a imagem da preguiça derivou do discurso discriminatório contra os negros e mestiços, que são cerca de 79% da população da Bahia.
”A elevada porcentagem de negros e mestiços não é uma coincidência. A atribuição da preguiça aos baianos tem um teor racista."
O estudo mostra que a imagem de povo preguiçoso se enraizou no próprio estado por meio das elites de origem européia, que consideravam os escravos indolentes. (como trabalhar bem humorado em regime de escravidão ????? Grifo nosso...!!!).
Depois, se espalhou de forma acentuada no Sul e Sudeste a partir das migrações da década de 40. "Todos os que chegavam do Nordeste viraram baianos. Chamá-los de preguiçosos foi forma encontrada para depreciar os trabalhadores desqualificados, para estabelecer fronteiras simbólicas entre os dois mundos". Elisete afirma que os próprios artistas da Bahia, como Dorival Caymmi, Caetano Veloso e Gilberto Gil, têm responsabilidade na popularização da imagem."Eles desenvolveram esse discurso para marcar um diferencial nas cidades industrializadas e urbanas.A preguiça, aí, aparece como uma especiaria que a Bahia oferece para o Brasil", diz Elisete.
Caetano acrescenta: "A fama não corresponde à realidade. Eu trabalho muito e vejo pessoas trabalhando na Bahia como em qualquer lugar do mundo. O número de composições de Caymmi (cerca de 100) pode ser menor que de outros artistas, mas ele faz música melhor do que todo mundo.''
Segundo a tese, a preguiça foi apropriada por outro segmento:a indústria do turismo, que incorporou a imagem para vender uma idéia de lazer permanente."Só que Salvador é uma das principais capitais industriais do país, com um ritmo tão urbano quanto o das demais cidades."
Para tirar tais conclusões, a antropóloga pesquisou a origem da preguiça em jornais de 1949 até 1985 e estudou o comportamento dos trabalhadores em empresas.
O estudo comprovou que o calendário das festas não interfere no comparecimento ao trabalho. Em fevereiro (Carnaval), uma empresa do Pólo Petroquímico da Bahia teve mais faltas na filial de São Paulo que na baiana.
Outro exemplo:
A Xerox do Nordeste, que fica na Bahia, ganhou dois prêmios de qualidade no trabalho, um deles dado pela Câmara Americana de Comércio.
A famosa "malemolência" ou preguiça baiana, na verdade, não passa de racismo, segundo concluiu uma tese de doutorado defendida na USP.
O estudo durou quatro anos. A tese, defendida no início de setembro pela professora de antropologia Elisete Zanlorenzi, da PUC-Campinas, sustenta que o baiano é muitas vezes mais eficiente que o trabalhador das outras regiões do Brasil e contesta a visão de que o morador da Bahia vive em clima de "festa eterna".
Pelo contrário, é justamente no período de festas que o baiano mais trabalha. Como 51% da mão-de-obra da população atua no mercado informal, as festas são uma oportunidade de trabalho.
”Quem se diverte é o turista", diz.
Segundo a antropóloga, o objetivo da tese foi descobrir como a imagem da preguiça baiana surgiu e se consolidou. Elisete concluiu que a imagem da preguiça derivou do discurso discriminatório contra os negros e mestiços, que são cerca de 79% da população da Bahia.
”A elevada porcentagem de negros e mestiços não é uma coincidência. A atribuição da preguiça aos baianos tem um teor racista."
O estudo mostra que a imagem de povo preguiçoso se enraizou no próprio estado por meio das elites de origem européia, que consideravam os escravos indolentes. (como trabalhar bem humorado em regime de escravidão ????? Grifo nosso...!!!).
Depois, se espalhou de forma acentuada no Sul e Sudeste a partir das migrações da década de 40. "Todos os que chegavam do Nordeste viraram baianos. Chamá-los de preguiçosos foi forma encontrada para depreciar os trabalhadores desqualificados, para estabelecer fronteiras simbólicas entre os dois mundos". Elisete afirma que os próprios artistas da Bahia, como Dorival Caymmi, Caetano Veloso e Gilberto Gil, têm responsabilidade na popularização da imagem."Eles desenvolveram esse discurso para marcar um diferencial nas cidades industrializadas e urbanas.A preguiça, aí, aparece como uma especiaria que a Bahia oferece para o Brasil", diz Elisete.
Caetano acrescenta: "A fama não corresponde à realidade. Eu trabalho muito e vejo pessoas trabalhando na Bahia como em qualquer lugar do mundo. O número de composições de Caymmi (cerca de 100) pode ser menor que de outros artistas, mas ele faz música melhor do que todo mundo.''
Segundo a tese, a preguiça foi apropriada por outro segmento:a indústria do turismo, que incorporou a imagem para vender uma idéia de lazer permanente."Só que Salvador é uma das principais capitais industriais do país, com um ritmo tão urbano quanto o das demais cidades."
Para tirar tais conclusões, a antropóloga pesquisou a origem da preguiça em jornais de 1949 até 1985 e estudou o comportamento dos trabalhadores em empresas.
O estudo comprovou que o calendário das festas não interfere no comparecimento ao trabalho. Em fevereiro (Carnaval), uma empresa do Pólo Petroquímico da Bahia teve mais faltas na filial de São Paulo que na baiana.
Outro exemplo:
A Xerox do Nordeste, que fica na Bahia, ganhou dois prêmios de qualidade no trabalho, um deles dado pela Câmara Americana de Comércio.
6.7.04
DICIONÁRIO GAÚCHO
Abichornado: adj. Aborrecido, triste, desanimado.
Abrir cancha: Abrir espaço para alguém passar.
A cabresto: Conduzido pelo cabresto; submetido.
Achego: Amparo, encosto, proteção.
Açoiteira: Parte do relho ou rebenque, constituída de tira ou tiras de couro, trançadas ou justapostas, com a qual se castiga o animal de montaria ou de tração.
Acolherar: Unir dois animais por meio de uma pequena guasca amarrada ao pescoço; Unir, juntar, com relação a pessoas.
Afeitar: Cortar a barba.
Agregado: Pessoa pobre que se estabelece em terras alheias, com autorização do respectivo dono, sem pagar arrendamento, mas com determinadas obrigações, como cuidar dos rebanhos, ajudar nas lidas de campo e executar outros trabalhos.
Água-Benta: Cachaça, destinada a ser bebida ocultamente.
Água-de-cheiro: Perfume, extrato.
A laço e espora: Com muita dificuldade, com muito esforço, vencendo grandes obstáculos.
A la cria: Ao Deus-dará, à aventura. Foi-se a la cria, significa foi-se embora, foi-se ao Deus-dará, caiu no mundo.
Alambrado: Aramado. Cerca feita de arame para manter o gado nas invernadas ou potreiros.
A la pucha: Exprime admiração, espanto.
À meia guampa: Meio embriagado, levemente ébrio.
Anca: Quarto traseiro dos quadrúpedes. Garupa do cavalo. O traseiro do vacum.
Anta: Pessoa interesseira.
Aporreado: Cavalo mal domado, indomável, que não se deixa amansar. Aplica-se, também ao homem rebelde.
Arapuca: Armadilha para pegar passarinhos; Trapaça.
Arrastar a asa: Paquerar.
Arreios: Conjunto de peças com que se arreia um cavalo para montar.
Badana: Pele macia e lavrada que se coloca, na encilha do cavalo de montaria, por cima dos pelegos ou do coxonilho, se houver.
Bagual: Cavalo manso que se tornou selvagem. Reprodutor, animal não castrado.
Baixeiro: Espécie de lã, integrante dos arreios, que põe no lombo do cavalo, por baixo da carona.
Bater as botas: Morrer.
Bicheira: Ferida nos animais, contendo vermes depositados pelas moscas varejeiras. Para sua cura, além de medicação, são largamente utilizadas as simpatias e benzeduras.
Bidê: Mesinha de cabeceira. (Aportuguesado do francês bidet).
Biriva: Nome dado aos habitantes de Cima da Serra, descendentes de bandeirantes, ou aos tropeiros paulistas, os quais geralmente andavam em mulas e tinham um sotaque especial diferente do da fronteira ou da região baixa do Estado. Var.: beriva, beriba, biriba.
Bóia: Comida
Bolicho: Casa de negócios de pequeno sortimento e de pouca importância. Bodega.
Bolicheiro: Dono de bolicho.
Braça-de-Sesmaria: Media antiga, de superfície, usada no Rio Grande do Sul. A braça-de-sesmaria mede 2,20 m por 6.600 m ou seja 14.520 metros quadrados.
Buenacha: Boa.
Cabresto: Peça de couro que é apresilhada ao buçal para segurar o cavalo ou o muar.
Cachaço: s. Porco não castrado, barrasco, varrão.
Cacho: A cola, o rabo do cavalo.
Cagaço: Grande susto, medo.
Cambicho: Apego, paixão, inclinação irresistível por uma mulher.
Campo de Lei: Campo de ótima qualidade.
Capão: Diz-se ao animal mal capado; Indivíduo fraco, covarde, vil; Pequeno mato isolado no meio do campo.
Capataz: Administrador de uma estância ou de uma charqueada. Pessoa que nas lides pastoris, é incumbida de chefiar o pessoal.
Carboteiro(a): Alguém difícil, que não dá bola.
Carreira: Corrida de cavalos, em cancha reta. Quando participam da carreira mais de dois parelheiros, esta toma o nome de penca ou califórnia.
Caudilho: Chefe militar ; Manda-chuva.
Cavalo de Lei: Animal muito veloz, capaz de percorrer duas quadras (264m) em 16 segundos ou menos.
Chalana: Embarcação ou Lancha grande e chata.
Chambão: Otário.
Charla: Conversa.
Chasque: Recado; Mensagem.
Chimango: Alcunha dada no Rio Grande do Sul aos partidários do governo na Revolução de 1929.
China: Descendente ou mulher de índio, ou pessoa de sexo feminino que apresenta alguns dos traços característicos étnicos das mulheres indígenas; Cabloca, mulher morena; Mulher de vida fácil; Esposa.
Chinoca: Mulher.
Cincha: Peça dos arreios que serve para firmar o lombilho ou o serigote sobre o lombo do animal.
Colhudo: Cavalo inteiro, não castrado. Pastor.; Figuradamente, diz-se do sujeito valente, que enfrenta o perigo, que agüenta o repuxo.
Credo: Exclamação de espanto.
Cuiudo: O mesmo que colhudo.
Cupincha: Companheiro, amigo.
Cusco: Cão pequeno, cão de raça ordinária. O mesmo que guaipeca, guaipé.
Daí Tchê: Oi.
Daga: Adaga, facão.
De vereda: Imediatamente, de momento, de uma vez.
Dobrar o cotovelo: Beber, levantar o copo à boca.
Doma: Ato de domar. Ato de amansar um animal xucro.
Domador: Amansador de potros. Peão que monta animais xucros.
Duro de boca: Diz-se do animal que não obedece à ação das rédeas.
Duro de Pealar: Difícil de fazer, trabalhoso.
Embretado: Encerrado no brete.; Metido em apertos, apuros ou dificuldades; enrascado, emaranhado.
Entrevero: Mistura, desordem, confusão de pessoas, animais ou objetos.
Erva-Caúna: Variedade de erva mate de má qualidade, amarga.
Erva-Lavada: Erva já sem fortidão por ter servido para muitos mates.
Estar com o diabo no corpo: Estar furioso. Estar insuportável.
Estar com o pé no Estribo: Estar prestes a sair.
Estrela-Boieira: Estrela d´alva.
Estribo: Peça presa ao loro, de cada lado da sela, e na qual o cavaleiro firma o pé.
Estropiado: Diz-se o animal sentido dos cascos, com dificuldade de andar, em consequência de marchas por estradas pedregosas.
Facada: Pedido de dinheiro feito por indivíduo vadio, incapaz de trabalhar, que não pretende restituí-lo.
Facho: O ar livre. Usado na expressão sair do facho.
Fatiota: Terno; Conjunto de roupas do homem: calça, colete e paletó.
Fiambre: Alimento para viagem, geralmente carne fria, assada ou cozida.
Fazer a viagem do corvo: Sair e demorar muito a regressar.
Flete: Cavalo bom e de bela aparência, encilhado com luxo e elegância.
Funda: Estilingue, bodoque.
Gadaria: Porção de gado, grande quantidade de gado, o gado existente em uma estância ou em uma invernada.
Gado chimarrão: Gado alçado, xucro, sem costeio.
Galpão: Construção existente nas estâncias, destinadas ao abrigo de homens e de animais; O galpão característico do Rio Grande do Sul é uma contrução rústica, de regular tamanho, em geral de madeira bruta e parte de terra batida, onde o fogo de chão está sempre aceso. Serve de abrigo e aconchego à peonada da estância e a qualquer tropeiro ou gaudério que dele necessite.
Gato: Bebedeira, porre, embriaguez.
Gaudério: Pessoa que não tem ocupação séria e vive à custa dos outros, andando de casa em casa; Parasita; Amigo de viver à custa alheia.
Graxaim: Guaraxaim, sorro, zorro. Pequeno animal semelhante ao cão, que gosta de roer cordas, principalmente de couro cru e engraxadas ou ensebadas, e de comer aves domésticas. Sai, geralmente, à noite. É muito comum em toda a campanha.
Gringo: Denominação dada ao estrangeiro em geral, com exceção do português e do hispano-americano.
Guaiaca: Cinto largo de couro macio, às vezes de couro de lontra ou de camurça, ordinariamente enfeitado com bordados ou com moedas de prata ou de ouro, que serve para o porte de armas e para guardar dinheiro e pequenos objetos.
Guaipeca: Cão pequeno, cusco, cachorrinho de pernas tortas, cãozinho ordinário, vira-lata, sem raça definida. Pequeno, de minguada estatura. ; Aplica-se, também, às pessoas, com sentido depreciativo.
Guapo: Forte, vigoroso, valente, bravo.
Guasca: Tira, corda de couro cru, isto é, não curtido; Homem rústico, forte, guapo, valente.
Guasqueaço: Pancada, golpe dado com guasca. Relhaço, relhada, chicotada, chibatada, correada, açoite.
Guri: Criança, menino, piazinho, serviçal para trabalhos leves nas estâncias.
Há Cachorro na Cancha: Significa que há alguma coisa atrapalhando a execução de determinado plano.
Haraganear: Andar solto o animal por muito tempo, sem prestar serviço algum.
Invernada: Grande extensão de campo cercado. Nas estâncias, geralmente, há diversas invernadas: para engordar, para cruzamento de raças, etc.
Iguaria: Culinária.
Juiz: Pessoa que julga a chegada dos parelheiros, nas carreiras, em cada laço. O mesmo que julgador.
Jururu: Cabisbaixo, tristonho, abatido.
Lábia: Habilidade de conversa.
Lambe esporas: Indivíduo bajulador; leva e traz.
Lasqueado: Trouxa.
Légua: Medida itinerária equivalente a 3.000 braças ou 6.600 metros. O mesmo que légua de sesmaria.
Macanudo: Designa alguém bonito ou algo legal.
Maleva: Bandido, malfeitor, desalmado; Cavalo infiel, que por qualquer coisa corcoveia.
Maludo: Cavalo inteiro, garanhão. Diz-se do animal com grandes testículos.
Mangueira: Grande curral construído de pedra ou de madeira, junto à casa da estância, destinado a encerrar o gado para marcação, castração, cura de bicheiras, aparte e outros trabalhos.
Manotaço: Pancada que o cavalo dá com uma das patas dianteiras, ou com ambas; Bofetada, pancada com a mão dada por pessoa.
Negrinho: Designação carinhoso que se dá a crianças ou a pessas que se tem afeição.
Num Upa: Num abrir e fechar de olhos; De golpe; Rapidamente.
Oigalê: Exprime admiração, espanto, alegria.
Orelhano: Animal sem marca, nem sinal.
Paisano: Do mesmo país; Amigo, camarada.
Palanque: Esteio grosso e forte cravado no chão, com mais de dois metros de altura e trinta centímetros aproximadamente de diâmetro, localizado na mangueira ou curral, no qual se atam os animais, para doma, para cura de bicheiras ou outros serviços.
Papudo: Indivíduo que tem papo. Balaqueiro, jactancioso, blasonador. O termo é empregado para insultar, provocar, depreciar, menosprezar outra pessoa, embora esta não tenha papo.
Passar um pito: Repreender, descompor.
Patrão: Designação dada ao presidente de Centro de Tradições Gaúchas (CTG).
Patrão-Velho: Deus.
Pelea: Peleja, pugilato, contenda, briga, rusga, disputa, combate.
Pelear: Brigar, lutar, combater, pelejar, teimar, disputar.
Petiço: Cavalo pequeno, curto, baixo.
Piá: Menino, guri, caboclinho.
Piquete: Pequeno potreiro, ao lado da casa, onde se põe ao pasto os animais utilizados diariamente.
Poncho: Espécie de capa de pano de lã, de forma retangular, ovalada ou redonda, com uma abertura no centro, por onde se enfia a cabeça. É feito geralmente de pano azul, com forro de baeta vermelha. É o agasalho tradicional do gaúcho do campo. Na cama de pelegos, serve de coberta. A cavalo, resguarda o cavaleiro da chuva e do frio.
Potrilho: Animal cavalar durante o período de amamentação, isto é, desde que nasce até dois anos de idade. Potranco, potreco, potranquinho.
Que Tal?: Tudo bem?.
Queixo-Duro: Cavalo que não obedece facilmente a ação das rédeas.
Quero-Mana: Denominação de antigo bailado campestre, espécie de fandango. Canto popular executado ao som de viola.
Rebenque: Chicote curto, com o cabo retovado, com uma palma de couro na extremidade. Pequeno relho.
Regalo: Presente, brinde.
Relho: Chicote com cabo de madeira e açoiteira de tranças semelhantes a de laço, com um pedaço de guasca na ponta.
Reponte: Ato de tocar por diante o gado de um lugar para o outro.
Repontar: Tocar o gado por diante de um lugar para outro.
Sair Fedendo: Fugir à disparada.
Sanga: Pequeno curso d'água menor que um regato ou arroio.
Selin: Sela própria para uso da mulher.
Sesmaria: Antiga medida agrária correspondente a três léguas quadradas, ou seja a 13.068 hectares. São 3000 por 9000 braças; ou 6.600 por 19.800 metros; ou ainda, 130.680.000 metros quadrados.
Soga: Corda feita de couro, ou de fibra vegetal, ou ainda de crina de animal, utilizada para prender o cavalo à estaca ou ao pau-de-arrasto, quando é posto a pastar. Corda de couro torcido ou trançado, que liga entre si as pedras das boleadeiras. ; O termo é usado também em sentido figurado.
Surungo: Arrasta pé, baile de baixa classe, caroço.
Taco: Diz-se ao indivíduo capaz, hábil, corajoso. guapo.
Taipa: Represa de leivas, nas lavouras de arroz. Cerca de pedra, na região serrana.
Taita: Indivíduo valentão, destemido, guapo.
Tala: Nervura do centro da folha do jerivá. Chibata improvisada com a tala do jerivá ou com qualquer vara vlexivel.
Talagaço: Pancada com tala. Chicotaço.
Talho: Ferimento.
Tapera: Casa de campo, rancho, qualquer habitação abandonada, quase sempre em ruínas, com algumas paredes de pé e algum arvoredo velho. Diz-se da morada deserta, inabitada, triste.
Tchê: Meu, principalmente referindo-se a relações de parentesco. (Veja mais em Tradicionalismo)
Tirador: Espécie de avental de couro macio, ou pelego, que os laçadores usam pendente da cintura, do lado esquerdo, para proteger e o corpo do atrito do laço. Mesmo quando não está fazendo serviços em que utilize o laço, o homem da fronteira usa, freqüentemente, como parte da vestimenta, o seu tirador, que por vezes é de luxo, enfeitado com franjas, bolsos e coldre para revólver.
Tosa: Tosquia, toso, esquila.
Tradição Gaúcha: Vocábulos usados no plural, significando o rico acervo cultural e moral do Rio Grande do Sul no campo literário, folclórico, musical, usanças, adagiário, artesanato, esportes e atividades culturais.
Tranco: Passo largo, firme e seguro, do cavalo ou do homem.
Tramposo: Intrometido, trapaceiro, velhaco.
Trem: Sujeito inútil.
Três-Marias: Boleadeiras.
Tronqueira: Cada um dos grossos esteios colocados nas porteiras, os quais são providos de buracos em que são passadas as varas que as fecham.
Tropeiro: Condutor de tropas, de gado, de éguas, de mulas, ou de cargueiros. Pessoa que se ocupa em comprar e vender tropas de gado, de éguas ou de mulas. Peão que ajuda a conduzir a tropa, que tem por profissão ajudar a conduzir tropas. O trabalho do tropeiro é um dos mais ásperos, pois além das dificuldades normais da lida com o gado, é feito ao relento, dia e noite, com chuva, com neve, com minuano, com soalheiras inclementes, exigindo sempre dedicação integral de quem o realiza.
Uma-de-pé: Uma briga, conflito, luta.
Usted: Você. Usado só na fronteira.
Vacaria: Grande número de vacas; Grande extensão de campo que os jesuítas reservavam para criação de gado bovino.
Varar: Atravessar, cruzar.
Vareio: Susto, sova, surra, repreensão.
Vaza: Vez, oportunidade.
Vil: Covarde, desanimado, fraco.
Vivente: Pessoa, criatura, indivíduo.
Xepa: Comida.
Xerenga: Faca velha, ordinária.
Xiru: O mesmo que chiru.
Xucro: Diz-se ao animal ainda não domado, bravio arrisco.
Zarro: Incômodo, difícil de fazer, chato.
Zunir: Ir-se apressadamente.
Abichornado: adj. Aborrecido, triste, desanimado.
Abrir cancha: Abrir espaço para alguém passar.
A cabresto: Conduzido pelo cabresto; submetido.
Achego: Amparo, encosto, proteção.
Açoiteira: Parte do relho ou rebenque, constituída de tira ou tiras de couro, trançadas ou justapostas, com a qual se castiga o animal de montaria ou de tração.
Acolherar: Unir dois animais por meio de uma pequena guasca amarrada ao pescoço; Unir, juntar, com relação a pessoas.
Afeitar: Cortar a barba.
Agregado: Pessoa pobre que se estabelece em terras alheias, com autorização do respectivo dono, sem pagar arrendamento, mas com determinadas obrigações, como cuidar dos rebanhos, ajudar nas lidas de campo e executar outros trabalhos.
Água-Benta: Cachaça, destinada a ser bebida ocultamente.
Água-de-cheiro: Perfume, extrato.
A laço e espora: Com muita dificuldade, com muito esforço, vencendo grandes obstáculos.
A la cria: Ao Deus-dará, à aventura. Foi-se a la cria, significa foi-se embora, foi-se ao Deus-dará, caiu no mundo.
Alambrado: Aramado. Cerca feita de arame para manter o gado nas invernadas ou potreiros.
A la pucha: Exprime admiração, espanto.
À meia guampa: Meio embriagado, levemente ébrio.
Anca: Quarto traseiro dos quadrúpedes. Garupa do cavalo. O traseiro do vacum.
Anta: Pessoa interesseira.
Aporreado: Cavalo mal domado, indomável, que não se deixa amansar. Aplica-se, também ao homem rebelde.
Arapuca: Armadilha para pegar passarinhos; Trapaça.
Arrastar a asa: Paquerar.
Arreios: Conjunto de peças com que se arreia um cavalo para montar.
Badana: Pele macia e lavrada que se coloca, na encilha do cavalo de montaria, por cima dos pelegos ou do coxonilho, se houver.
Bagual: Cavalo manso que se tornou selvagem. Reprodutor, animal não castrado.
Baixeiro: Espécie de lã, integrante dos arreios, que põe no lombo do cavalo, por baixo da carona.
Bater as botas: Morrer.
Bicheira: Ferida nos animais, contendo vermes depositados pelas moscas varejeiras. Para sua cura, além de medicação, são largamente utilizadas as simpatias e benzeduras.
Bidê: Mesinha de cabeceira. (Aportuguesado do francês bidet).
Biriva: Nome dado aos habitantes de Cima da Serra, descendentes de bandeirantes, ou aos tropeiros paulistas, os quais geralmente andavam em mulas e tinham um sotaque especial diferente do da fronteira ou da região baixa do Estado. Var.: beriva, beriba, biriba.
Bóia: Comida
Bolicho: Casa de negócios de pequeno sortimento e de pouca importância. Bodega.
Bolicheiro: Dono de bolicho.
Braça-de-Sesmaria: Media antiga, de superfície, usada no Rio Grande do Sul. A braça-de-sesmaria mede 2,20 m por 6.600 m ou seja 14.520 metros quadrados.
Buenacha: Boa.
Cabresto: Peça de couro que é apresilhada ao buçal para segurar o cavalo ou o muar.
Cachaço: s. Porco não castrado, barrasco, varrão.
Cacho: A cola, o rabo do cavalo.
Cagaço: Grande susto, medo.
Cambicho: Apego, paixão, inclinação irresistível por uma mulher.
Campo de Lei: Campo de ótima qualidade.
Capão: Diz-se ao animal mal capado; Indivíduo fraco, covarde, vil; Pequeno mato isolado no meio do campo.
Capataz: Administrador de uma estância ou de uma charqueada. Pessoa que nas lides pastoris, é incumbida de chefiar o pessoal.
Carboteiro(a): Alguém difícil, que não dá bola.
Carreira: Corrida de cavalos, em cancha reta. Quando participam da carreira mais de dois parelheiros, esta toma o nome de penca ou califórnia.
Caudilho: Chefe militar ; Manda-chuva.
Cavalo de Lei: Animal muito veloz, capaz de percorrer duas quadras (264m) em 16 segundos ou menos.
Chalana: Embarcação ou Lancha grande e chata.
Chambão: Otário.
Charla: Conversa.
Chasque: Recado; Mensagem.
Chimango: Alcunha dada no Rio Grande do Sul aos partidários do governo na Revolução de 1929.
China: Descendente ou mulher de índio, ou pessoa de sexo feminino que apresenta alguns dos traços característicos étnicos das mulheres indígenas; Cabloca, mulher morena; Mulher de vida fácil; Esposa.
Chinoca: Mulher.
Cincha: Peça dos arreios que serve para firmar o lombilho ou o serigote sobre o lombo do animal.
Colhudo: Cavalo inteiro, não castrado. Pastor.; Figuradamente, diz-se do sujeito valente, que enfrenta o perigo, que agüenta o repuxo.
Credo: Exclamação de espanto.
Cuiudo: O mesmo que colhudo.
Cupincha: Companheiro, amigo.
Cusco: Cão pequeno, cão de raça ordinária. O mesmo que guaipeca, guaipé.
Daí Tchê: Oi.
Daga: Adaga, facão.
De vereda: Imediatamente, de momento, de uma vez.
Dobrar o cotovelo: Beber, levantar o copo à boca.
Doma: Ato de domar. Ato de amansar um animal xucro.
Domador: Amansador de potros. Peão que monta animais xucros.
Duro de boca: Diz-se do animal que não obedece à ação das rédeas.
Duro de Pealar: Difícil de fazer, trabalhoso.
Embretado: Encerrado no brete.; Metido em apertos, apuros ou dificuldades; enrascado, emaranhado.
Entrevero: Mistura, desordem, confusão de pessoas, animais ou objetos.
Erva-Caúna: Variedade de erva mate de má qualidade, amarga.
Erva-Lavada: Erva já sem fortidão por ter servido para muitos mates.
Estar com o diabo no corpo: Estar furioso. Estar insuportável.
Estar com o pé no Estribo: Estar prestes a sair.
Estrela-Boieira: Estrela d´alva.
Estribo: Peça presa ao loro, de cada lado da sela, e na qual o cavaleiro firma o pé.
Estropiado: Diz-se o animal sentido dos cascos, com dificuldade de andar, em consequência de marchas por estradas pedregosas.
Facada: Pedido de dinheiro feito por indivíduo vadio, incapaz de trabalhar, que não pretende restituí-lo.
Facho: O ar livre. Usado na expressão sair do facho.
Fatiota: Terno; Conjunto de roupas do homem: calça, colete e paletó.
Fiambre: Alimento para viagem, geralmente carne fria, assada ou cozida.
Fazer a viagem do corvo: Sair e demorar muito a regressar.
Flete: Cavalo bom e de bela aparência, encilhado com luxo e elegância.
Funda: Estilingue, bodoque.
Gadaria: Porção de gado, grande quantidade de gado, o gado existente em uma estância ou em uma invernada.
Gado chimarrão: Gado alçado, xucro, sem costeio.
Galpão: Construção existente nas estâncias, destinadas ao abrigo de homens e de animais; O galpão característico do Rio Grande do Sul é uma contrução rústica, de regular tamanho, em geral de madeira bruta e parte de terra batida, onde o fogo de chão está sempre aceso. Serve de abrigo e aconchego à peonada da estância e a qualquer tropeiro ou gaudério que dele necessite.
Gato: Bebedeira, porre, embriaguez.
Gaudério: Pessoa que não tem ocupação séria e vive à custa dos outros, andando de casa em casa; Parasita; Amigo de viver à custa alheia.
Graxaim: Guaraxaim, sorro, zorro. Pequeno animal semelhante ao cão, que gosta de roer cordas, principalmente de couro cru e engraxadas ou ensebadas, e de comer aves domésticas. Sai, geralmente, à noite. É muito comum em toda a campanha.
Gringo: Denominação dada ao estrangeiro em geral, com exceção do português e do hispano-americano.
Guaiaca: Cinto largo de couro macio, às vezes de couro de lontra ou de camurça, ordinariamente enfeitado com bordados ou com moedas de prata ou de ouro, que serve para o porte de armas e para guardar dinheiro e pequenos objetos.
Guaipeca: Cão pequeno, cusco, cachorrinho de pernas tortas, cãozinho ordinário, vira-lata, sem raça definida. Pequeno, de minguada estatura. ; Aplica-se, também, às pessoas, com sentido depreciativo.
Guapo: Forte, vigoroso, valente, bravo.
Guasca: Tira, corda de couro cru, isto é, não curtido; Homem rústico, forte, guapo, valente.
Guasqueaço: Pancada, golpe dado com guasca. Relhaço, relhada, chicotada, chibatada, correada, açoite.
Guri: Criança, menino, piazinho, serviçal para trabalhos leves nas estâncias.
Há Cachorro na Cancha: Significa que há alguma coisa atrapalhando a execução de determinado plano.
Haraganear: Andar solto o animal por muito tempo, sem prestar serviço algum.
Invernada: Grande extensão de campo cercado. Nas estâncias, geralmente, há diversas invernadas: para engordar, para cruzamento de raças, etc.
Iguaria: Culinária.
Juiz: Pessoa que julga a chegada dos parelheiros, nas carreiras, em cada laço. O mesmo que julgador.
Jururu: Cabisbaixo, tristonho, abatido.
Lábia: Habilidade de conversa.
Lambe esporas: Indivíduo bajulador; leva e traz.
Lasqueado: Trouxa.
Légua: Medida itinerária equivalente a 3.000 braças ou 6.600 metros. O mesmo que légua de sesmaria.
Macanudo: Designa alguém bonito ou algo legal.
Maleva: Bandido, malfeitor, desalmado; Cavalo infiel, que por qualquer coisa corcoveia.
Maludo: Cavalo inteiro, garanhão. Diz-se do animal com grandes testículos.
Mangueira: Grande curral construído de pedra ou de madeira, junto à casa da estância, destinado a encerrar o gado para marcação, castração, cura de bicheiras, aparte e outros trabalhos.
Manotaço: Pancada que o cavalo dá com uma das patas dianteiras, ou com ambas; Bofetada, pancada com a mão dada por pessoa.
Negrinho: Designação carinhoso que se dá a crianças ou a pessas que se tem afeição.
Num Upa: Num abrir e fechar de olhos; De golpe; Rapidamente.
Oigalê: Exprime admiração, espanto, alegria.
Orelhano: Animal sem marca, nem sinal.
Paisano: Do mesmo país; Amigo, camarada.
Palanque: Esteio grosso e forte cravado no chão, com mais de dois metros de altura e trinta centímetros aproximadamente de diâmetro, localizado na mangueira ou curral, no qual se atam os animais, para doma, para cura de bicheiras ou outros serviços.
Papudo: Indivíduo que tem papo. Balaqueiro, jactancioso, blasonador. O termo é empregado para insultar, provocar, depreciar, menosprezar outra pessoa, embora esta não tenha papo.
Passar um pito: Repreender, descompor.
Patrão: Designação dada ao presidente de Centro de Tradições Gaúchas (CTG).
Patrão-Velho: Deus.
Pelea: Peleja, pugilato, contenda, briga, rusga, disputa, combate.
Pelear: Brigar, lutar, combater, pelejar, teimar, disputar.
Petiço: Cavalo pequeno, curto, baixo.
Piá: Menino, guri, caboclinho.
Piquete: Pequeno potreiro, ao lado da casa, onde se põe ao pasto os animais utilizados diariamente.
Poncho: Espécie de capa de pano de lã, de forma retangular, ovalada ou redonda, com uma abertura no centro, por onde se enfia a cabeça. É feito geralmente de pano azul, com forro de baeta vermelha. É o agasalho tradicional do gaúcho do campo. Na cama de pelegos, serve de coberta. A cavalo, resguarda o cavaleiro da chuva e do frio.
Potrilho: Animal cavalar durante o período de amamentação, isto é, desde que nasce até dois anos de idade. Potranco, potreco, potranquinho.
Que Tal?: Tudo bem?.
Queixo-Duro: Cavalo que não obedece facilmente a ação das rédeas.
Quero-Mana: Denominação de antigo bailado campestre, espécie de fandango. Canto popular executado ao som de viola.
Rebenque: Chicote curto, com o cabo retovado, com uma palma de couro na extremidade. Pequeno relho.
Regalo: Presente, brinde.
Relho: Chicote com cabo de madeira e açoiteira de tranças semelhantes a de laço, com um pedaço de guasca na ponta.
Reponte: Ato de tocar por diante o gado de um lugar para o outro.
Repontar: Tocar o gado por diante de um lugar para outro.
Sair Fedendo: Fugir à disparada.
Sanga: Pequeno curso d'água menor que um regato ou arroio.
Selin: Sela própria para uso da mulher.
Sesmaria: Antiga medida agrária correspondente a três léguas quadradas, ou seja a 13.068 hectares. São 3000 por 9000 braças; ou 6.600 por 19.800 metros; ou ainda, 130.680.000 metros quadrados.
Soga: Corda feita de couro, ou de fibra vegetal, ou ainda de crina de animal, utilizada para prender o cavalo à estaca ou ao pau-de-arrasto, quando é posto a pastar. Corda de couro torcido ou trançado, que liga entre si as pedras das boleadeiras. ; O termo é usado também em sentido figurado.
Surungo: Arrasta pé, baile de baixa classe, caroço.
Taco: Diz-se ao indivíduo capaz, hábil, corajoso. guapo.
Taipa: Represa de leivas, nas lavouras de arroz. Cerca de pedra, na região serrana.
Taita: Indivíduo valentão, destemido, guapo.
Tala: Nervura do centro da folha do jerivá. Chibata improvisada com a tala do jerivá ou com qualquer vara vlexivel.
Talagaço: Pancada com tala. Chicotaço.
Talho: Ferimento.
Tapera: Casa de campo, rancho, qualquer habitação abandonada, quase sempre em ruínas, com algumas paredes de pé e algum arvoredo velho. Diz-se da morada deserta, inabitada, triste.
Tchê: Meu, principalmente referindo-se a relações de parentesco. (Veja mais em Tradicionalismo)
Tirador: Espécie de avental de couro macio, ou pelego, que os laçadores usam pendente da cintura, do lado esquerdo, para proteger e o corpo do atrito do laço. Mesmo quando não está fazendo serviços em que utilize o laço, o homem da fronteira usa, freqüentemente, como parte da vestimenta, o seu tirador, que por vezes é de luxo, enfeitado com franjas, bolsos e coldre para revólver.
Tosa: Tosquia, toso, esquila.
Tradição Gaúcha: Vocábulos usados no plural, significando o rico acervo cultural e moral do Rio Grande do Sul no campo literário, folclórico, musical, usanças, adagiário, artesanato, esportes e atividades culturais.
Tranco: Passo largo, firme e seguro, do cavalo ou do homem.
Tramposo: Intrometido, trapaceiro, velhaco.
Trem: Sujeito inútil.
Três-Marias: Boleadeiras.
Tronqueira: Cada um dos grossos esteios colocados nas porteiras, os quais são providos de buracos em que são passadas as varas que as fecham.
Tropeiro: Condutor de tropas, de gado, de éguas, de mulas, ou de cargueiros. Pessoa que se ocupa em comprar e vender tropas de gado, de éguas ou de mulas. Peão que ajuda a conduzir a tropa, que tem por profissão ajudar a conduzir tropas. O trabalho do tropeiro é um dos mais ásperos, pois além das dificuldades normais da lida com o gado, é feito ao relento, dia e noite, com chuva, com neve, com minuano, com soalheiras inclementes, exigindo sempre dedicação integral de quem o realiza.
Uma-de-pé: Uma briga, conflito, luta.
Usted: Você. Usado só na fronteira.
Vacaria: Grande número de vacas; Grande extensão de campo que os jesuítas reservavam para criação de gado bovino.
Varar: Atravessar, cruzar.
Vareio: Susto, sova, surra, repreensão.
Vaza: Vez, oportunidade.
Vil: Covarde, desanimado, fraco.
Vivente: Pessoa, criatura, indivíduo.
Xepa: Comida.
Xerenga: Faca velha, ordinária.
Xiru: O mesmo que chiru.
Xucro: Diz-se ao animal ainda não domado, bravio arrisco.
Zarro: Incômodo, difícil de fazer, chato.
Zunir: Ir-se apressadamente.
DICIONÁRIO PORTUGUÊS DO BRASIL -> PORTUGAL
Açougue/Açogueiro - Talho/Talhante
Aeromoça - Hospedeira de Bordo
Água Sanitária - Lixívia
Andar Térreo - Rés do chão
Apostila - Sebenta
Bala - Rebuçado
Band-aid - Penso Rápido
Banheiro - Quarto de banho
Banho - Duche
Bonde - Eléctrico
Cafezinho - Bica ou Biquinha
Caixa Postal - Apartado
Calça comprida - pantalona
Câmbio (automóvel) - Mudanças
Caminhão - Camião
Carteira de Identidade - Bilhete de Identidade
Carteira de Motorista - Carta de Condução
Concreto - Betão
Concreto Armado - Betão armado
Creme de Leite - Natas
Cueca - Boxer
Drink - Bebida
Elegante - Gira
Embarcação - Galera
Estrada Asfaltada - Estrada alcatroada
Faixa de Pedestre - Passadeira
Favela - Bairro de Lata
Fermento Biológico - Femento Padeiro
Fila - Bicha
Freio do carro - Travão
Funilaria - Lanternagem Bate-chapa
Fusca - Carocha
Galera - Turma
Geladeira Frigorífigo
Goleiro - Guarda-redes
Gramado - Relvado
Grampeador - Agrafador
Hodômetro - Conta-quilómetros
Inflável - Insulflável
Jaqueta - Blusão
Leseira - Preguiça
Mamadeira - Biberon
Mamão - Papaya
Marrom - Castanho
Meias masculinas - Peúgas
Muito - Bué
Multa - Coima
Necrotério - Morgue
Ônibus - Autocarro
Pão Francês - Carcaça
Parada - Demora
Pedágio - Portagem
Pedestre - Peão
Pessoa Estúpida - Casca Grossa ou tulho
Pessoa Física - Pessoa Singular
Placa do Carro - Matrícula
Ponto de Onibus - Paragem
Prefixo Telefônico - Indicativo
Quadrinhos - Banda Desenhada
Restaurante - Casa de Pasto
Salva-vidas - Nadador
Sanduíche - Sandes
Secretária Eletrônica - Respondedor Automático
Suco - Sumo
Tanque de combustível - Depósito
Tela de TV - Écran
Telefone Celular - Telemóvel
Terno - Fato
Teto Solar - Tejadilho de Abrir
Toca-fitas -Leitor de cassetes
Torcida - Claque
Trem - Combóio
Usuário - Utilizador
Xerox - Fotocópia
Xícara - Chávena
Açougue/Açogueiro - Talho/Talhante
Aeromoça - Hospedeira de Bordo
Água Sanitária - Lixívia
Andar Térreo - Rés do chão
Apostila - Sebenta
Bala - Rebuçado
Band-aid - Penso Rápido
Banheiro - Quarto de banho
Banho - Duche
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Cafezinho - Bica ou Biquinha
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Caminhão - Camião
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Concreto Armado - Betão armado
Creme de Leite - Natas
Cueca - Boxer
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Elegante - Gira
Embarcação - Galera
Estrada Asfaltada - Estrada alcatroada
Faixa de Pedestre - Passadeira
Favela - Bairro de Lata
Fermento Biológico - Femento Padeiro
Fila - Bicha
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Xícara - Chávena
DICIONÁRIO DE CARIOQUÊS / PORTUGUÊS (atualizado)
Aprendam o idioma falado no Rio de Janeiro
Aviso : O Dicionario de Carioques, continua em estudos por excessos da letra "R", e substituiçao do "S" pela letra "X". (não é mexmo, merrrmão?? Ou "Num é mermo merrrmao?")
"Aê ou AIEH" - 1. Advérbio de lugar ("A parada está por aê). 2. Vocativo genérico ("Aê, tu viu a parada?). 3. [p+ ] Partícula composta iniciadora de
frase ("Pô aê, sei lá"). 4. Modo vulgar de chamar a atenção de um Merrrmão qualquer.
"ARROZ" - [do fenício 'aquele que só acompanha'] Sujeito que vive rodeado de
mulheres, tem muitas amigas, é doido pra ficar com todas e não pega uma sequer. Sin. Arame-liso (cerca mas não machuca); mestre-sala (dança em volta, apresenta pra todo mundo mas não encosta e não deixa ninguém encostar).
"ARRAXTÃO" - Normalmente seria um tipo de pesca com rede. No carioques, é
outro meio dos merrrmão ganharem a vida.
"AXFALTO" - Qualquer lugar que não seja no morro.
"BAGARAY" [adj.] - v. Pacaraio. [pa-] Advérbio de intensidade ("Em
São Leopoldo estava frio bagaray.").
"BOLADO" [adj.] - Condição de incompreensão momentânea ou preocupação em
qualquer nível.
"BONDE" - 1. Ônibus. 2. Galera, turma.
"BUCHA" - Indivíduo com marra de malandro mas que não passa de um tremendo
prego; malandro coca-cola (só dar um sacode que ele perde o gás).
"CARACA" - Mesmo significado de CARALH.. só que de uma maneira informal.
"COÉ ou COLÉ" - Aglutinação de qual é ("Coé, sangue?").
"CONTO" - Unidade monetária sem plural ("Essa parada custa 10 conto").
"FALÔ" - Mesmo que OK
"FILÉ" - 1. Mulher muito atraente, com um shape invejável. 2. Fisioterapeuta
do Romário e do Ronaldinho.
"FILHADAPUTA" - 1. Interjeição genérica de descontentamento. Pode ser usada
após qualquer acontecimento desagradável e/ou inesperado.
2. Adjetivo utitizado para humilhar, xingar, ofender aqueles que merecem.
Ver fura-olho e juiz de futebol.
"FLÓRIDA" (para nao dizer outra coisa) - 1. Qualificação indicativa de dificuldade ("Aquela parada é flórida!"). 2. Qualificação positiva indicando algo muito bom ("Aquela parada é flórida!"). 3. Qualificação que indica algo impressionante ("Aquela parada é flórida!").
"FURA-OLHO" - Fala-se do indivíduo que incapaz de conseguir realizar o coito
vive de impedir o sucesso alheio. Ver filhodaputa.
"GOIABA" [adj.] - Diz-se do indivíduo distraído, aéreo, que viaja sozinho, em
goiabices.
"GOIABAR" - [verb. int.] Ato de ação de estar goiaba ("Estava lá sentado,
olhando para o céu, goiabando").
"IH, Ó O CARA, AEEH!" = Maneira de dizer que um merrrmão esta fazendo merrrda ou alguma coisa que não agradou.
"IRADO" - 1. Qualificação positiva relacionada a um fato, ocorrência ou objeto ("O Enecom na Unisinos foi irado!").
"JOELHO" = Salgadinho feito com massa, presunto e queijo que os merrrmão comem antes da QUENTINHA na hora do almoço.
"LANCE" - 1. V. parada. 2. Substância líquida usada como entorpecente,
exclusive bebida alcoólica.
"MANERO" - Pode significar oi se precedido de aíeh (Ex: aíeh, manero?)Também
é um modo peculiar de expressar que algo é bacana (EX: aíeh, manero!)
"MÉDIA" = Não, não é resultado de um cálculo aritmético ou ser puxa-saco do
chefe ou patrão. É apenas um cafe da manha simples: uma xícara com leite e café e pao com manteiga.
"MALUCO" - Cara; sujeito; indivíduo ("Eu não conheço aquele maluco").
"MANÉ" - Otário; vacilão; prego; sujeito que pisa na bola.
"MASSA" - Macarrão e similares. Não confundir com maneiro, paulista!
"MEL" - 1. Bebida alcoólica artesanal fabricada com cachaça e mel; melzinho.
2. [Ter mel] Qualidade de atrair a atenção sentimental e/ou hormonal de fêmeas ("Aquele maluco tem mel"); v. pica-doce. 3. [malandrês] Sangue ("Levou um soco nos córneos e começou a escorrer mel do nariz").
"MERRRMÃO" (masculino) - Nativos do Rio de Janeiro. (Traduçao: Meu irmão)
1. Aglutinação de meu irmão ("Aí, mermão, que parada é essa?")
"MERMO" - mesmo que "mesmo"
"MÓ" - Aglutinação de maior ("Ih, coé? Mó otário. Aê!").
"MULÉRR" = merrrmão do sexo feminino.
"OLHA SÓ!" = Palavra utilizada para chamar a atenção para si. São também as primeiras palavras que um carioca ouve ao nascer.
"PARADA" - Substantivo genérico ("Que parada é essa?", "Esqueci aquela parada
em casa", "Preciso fazer uma parada").
"PARAIBA" - Indivíduo nascido ou residente acima do paralelo que passa por
Niterói.
"PAULIXXXTA" = Pessoa nascida no estado de São Paulo, no sotaque carioques.
"PEIDÃO" - Covarde, frouxo, borra-botas.
"PELA-SACO" - 1. Pessoa chata; piegas. 2. Puxa-saco; baba-ovo; rabiola. 3. V.
arroz.
"PERDEU A LINHA" - Fala-se do indivíduo que cometeu um ato inconseqüente/insensato ("Perdeu a linha e virou seis doses de tequila em meia hora").
"PICA-DOCE" [sin. Doce, pikachu] - 1. Cara pegador. 2. Sujeito pra quem muitas mulheres dão mole. 3. Cara que arranja mulher sem tomar uma atitude, esperando que elas cheguem até ele.
"PIPOQUEIRO" - Qualidade aplicada ao indivíduo que costuma pipocar, v. peidão.
"POPOZUDA" [ adj.] - Fala-se da mulher que possui uma região glútea avantajada e/ou excessivamente acolchoada.
"PORRA" - 1. Interjeição ("Porra!"). 2. Advérbio de intensidade ("Em São
Leopoldo estava um frio da porra!"). 3. Substantivo indefinido ("Que porra é essa?"). 4. Em biologia, saporra é a mulher do sapo.
"PORRADA" - 1. Coletivo genérico (multidão - uma porrada de gente; matilha -
uma porrada de cachorros) 2. Sin. pacaraio.
"PREGO" [adj.] - ver mané.
"PRESTENçAO" - O mesmo que "Presta atençao".
"PUTO" - 1[adj.] qualifica um sujeito extremamente vacilão. 2. Unidade
monetária ("Só eu que não ganho um puto")
"PURRRRQUE" = Mesmo que porque.
"SACODE" - Ato caracterizado por várias pessoas se juntando para encher de
porrada uma única.
"SAMBA" = Uma das poucas palavras com 'S' no carioquês. Os merrrmão são
muito versados no assunto.
"SANGUE" ou "CB" - Redução de sangue-bom; pessoa legal; gente boa; agradável; maneira.
"TÁ DE BOBERA" - Parado, sem fazer nada, esperando a próxima vítima ou será
a própria. Muito comum nos cariocas. É só passar nas praias a qualquer hora do dia para confirmar.
"VACILÃO" - sujeito honesto, mas que quis andar no centro da cidade sozinho
a qualquer hora do dia com dinheiro na carteira.
"VALEU" - mesmo que OK e Falô
"XOTIFALÁ" - Sempre utilizado no inicio de uma frase. O mesmo que "deixa eu te falar uma coisa"
"ZERO-BALA" - Renovado; pronto pra outra ("Tava de porre ontem, mas agora
estou zero-bala.").
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Restaurante:
- Aê chefia, quê que tem pra gente come aqui heim??? tô cheio de fome.
- Valeu, me da esse lance aqui com as parada em cima, heim??
- Desce uma cerva geladaça também
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No posto de Gasolina:
- Aê sangue bom põe 10 contos da comum, sem água misturada heim?
- Deixa aê camarada pode completar a parada aieh..
---------------------------------------------------------------------------
No Bar:
- Aê Sangue bom pode calibrar que hoje eu vou encher o pote e mamar todas, vou ficar pancadão.
- É sinistro mas vale um bebado conhecido do que uma alcóolatra anônimo.
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Nas Lojas Americanas:
- Caraca vagabundo, tá cheio de bala pra gente prender , vou malocar umas 300 só de onda pra comer no cinema.
- Colé segurança...eu só comi uma, libera aê pô, na moral, valeuuuuuuuuu CB.....
---------------------------------------------------------------------------
No Ônibus:
1. - Aê troc(trocador), deixa eu passar por baixo ??, na moral!!!, colé sangue ¿?, na responsa sem vacilo !!, Tranquilo, demorô.
2. - Vai cocheiro toca o bonde, só para quando chegar na praia,..pisa na sapata..!!
3. - (musiquinha) Rema rema rema remadoo-ô, vou botar no c... do trocador, se o trocador for vigariiista, vou botar no c... do motorista, se o motorista for lega-alllll vou botar na bun... da fiscal.....
4. - (Trocadores desempregados ou neninos de rua que entram no onibus pela frente para vender qualquer tipo de coisa) - Senhoooores passageiros..... nas confeitaria e padaria ta custando 0,70 a unidade na minha mão na promoção só vai pagar 1,....3 caramelo é um real, 15 bananada 1 Real. Bala Juquinha 1 Real, Jujuba um Real,....
5. - Valeu Piloto....Falô.
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Encontro de Cariocas:
- Aê ?
- Aê !
- Aê, qual a parada aê mermao?
- Aê suja nao camarada, aê!!!
- Aê ! falô
- Colé cara ?
- e aê ?
- Aê! valeu !!
- vai toma no c... rapá!!
- Pô aê muda o lance não cara de pau !! caralh...!!
- ....pata que pariu !!!
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Festa: (15 anos)
1. - Aê mano vamo agitar saporra, tô afim de pegar uma mulé hoje.
2. - Aê mermão em tempo de guerra urubu é frango.
3. - Mijo sentado não é sapo eu vou pegar.
4. - Maluco prestenção,..final de festa guardanapo é bolo.
---------------------------------------------------------------------------
Na Praia:
1. - Sai fora pela saco....,essa onda é minha..tá afim de tomar um caldo ??
2. - uh demorô vô no tubo, segura que eu quero ver.
3. - Olha o chináaááá (picolede agua com gelo e um gosto de fruta) !
4. - Biscoito Grobo doce ou salgado(biscoito crocante de agua e sal) 3 é um real
5. - Oh o Limao e Mate. (limonada e mate leao gelado)
Aprendam o idioma falado no Rio de Janeiro
Aviso : O Dicionario de Carioques, continua em estudos por excessos da letra "R", e substituiçao do "S" pela letra "X". (não é mexmo, merrrmão?? Ou "Num é mermo merrrmao?")
"Aê ou AIEH" - 1. Advérbio de lugar ("A parada está por aê). 2. Vocativo genérico ("Aê, tu viu a parada?). 3. [p+ ] Partícula composta iniciadora de
frase ("Pô aê, sei lá"). 4. Modo vulgar de chamar a atenção de um Merrrmão qualquer.
"ARROZ" - [do fenício 'aquele que só acompanha'] Sujeito que vive rodeado de
mulheres, tem muitas amigas, é doido pra ficar com todas e não pega uma sequer. Sin. Arame-liso (cerca mas não machuca); mestre-sala (dança em volta, apresenta pra todo mundo mas não encosta e não deixa ninguém encostar).
"ARRAXTÃO" - Normalmente seria um tipo de pesca com rede. No carioques, é
outro meio dos merrrmão ganharem a vida.
"AXFALTO" - Qualquer lugar que não seja no morro.
"BAGARAY" [adj.] - v. Pacaraio. [pa-] Advérbio de intensidade ("Em
São Leopoldo estava frio bagaray.").
"BOLADO" [adj.] - Condição de incompreensão momentânea ou preocupação em
qualquer nível.
"BONDE" - 1. Ônibus. 2. Galera, turma.
"BUCHA" - Indivíduo com marra de malandro mas que não passa de um tremendo
prego; malandro coca-cola (só dar um sacode que ele perde o gás).
"CARACA" - Mesmo significado de CARALH.. só que de uma maneira informal.
"COÉ ou COLÉ" - Aglutinação de qual é ("Coé, sangue?").
"CONTO" - Unidade monetária sem plural ("Essa parada custa 10 conto").
"FALÔ" - Mesmo que OK
"FILÉ" - 1. Mulher muito atraente, com um shape invejável. 2. Fisioterapeuta
do Romário e do Ronaldinho.
"FILHADAPUTA" - 1. Interjeição genérica de descontentamento. Pode ser usada
após qualquer acontecimento desagradável e/ou inesperado.
2. Adjetivo utitizado para humilhar, xingar, ofender aqueles que merecem.
Ver fura-olho e juiz de futebol.
"FLÓRIDA" (para nao dizer outra coisa) - 1. Qualificação indicativa de dificuldade ("Aquela parada é flórida!"). 2. Qualificação positiva indicando algo muito bom ("Aquela parada é flórida!"). 3. Qualificação que indica algo impressionante ("Aquela parada é flórida!").
"FURA-OLHO" - Fala-se do indivíduo que incapaz de conseguir realizar o coito
vive de impedir o sucesso alheio. Ver filhodaputa.
"GOIABA" [adj.] - Diz-se do indivíduo distraído, aéreo, que viaja sozinho, em
goiabices.
"GOIABAR" - [verb. int.] Ato de ação de estar goiaba ("Estava lá sentado,
olhando para o céu, goiabando").
"IH, Ó O CARA, AEEH!" = Maneira de dizer que um merrrmão esta fazendo merrrda ou alguma coisa que não agradou.
"IRADO" - 1. Qualificação positiva relacionada a um fato, ocorrência ou objeto ("O Enecom na Unisinos foi irado!").
"JOELHO" = Salgadinho feito com massa, presunto e queijo que os merrrmão comem antes da QUENTINHA na hora do almoço.
"LANCE" - 1. V. parada. 2. Substância líquida usada como entorpecente,
exclusive bebida alcoólica.
"MANERO" - Pode significar oi se precedido de aíeh (Ex: aíeh, manero?)Também
é um modo peculiar de expressar que algo é bacana (EX: aíeh, manero!)
"MÉDIA" = Não, não é resultado de um cálculo aritmético ou ser puxa-saco do
chefe ou patrão. É apenas um cafe da manha simples: uma xícara com leite e café e pao com manteiga.
"MALUCO" - Cara; sujeito; indivíduo ("Eu não conheço aquele maluco").
"MANÉ" - Otário; vacilão; prego; sujeito que pisa na bola.
"MASSA" - Macarrão e similares. Não confundir com maneiro, paulista!
"MEL" - 1. Bebida alcoólica artesanal fabricada com cachaça e mel; melzinho.
2. [Ter mel] Qualidade de atrair a atenção sentimental e/ou hormonal de fêmeas ("Aquele maluco tem mel"); v. pica-doce. 3. [malandrês] Sangue ("Levou um soco nos córneos e começou a escorrer mel do nariz").
"MERRRMÃO" (masculino) - Nativos do Rio de Janeiro. (Traduçao: Meu irmão)
1. Aglutinação de meu irmão ("Aí, mermão, que parada é essa?")
"MERMO" - mesmo que "mesmo"
"MÓ" - Aglutinação de maior ("Ih, coé? Mó otário. Aê!").
"MULÉRR" = merrrmão do sexo feminino.
"OLHA SÓ!" = Palavra utilizada para chamar a atenção para si. São também as primeiras palavras que um carioca ouve ao nascer.
"PARADA" - Substantivo genérico ("Que parada é essa?", "Esqueci aquela parada
em casa", "Preciso fazer uma parada").
"PARAIBA" - Indivíduo nascido ou residente acima do paralelo que passa por
Niterói.
"PAULIXXXTA" = Pessoa nascida no estado de São Paulo, no sotaque carioques.
"PEIDÃO" - Covarde, frouxo, borra-botas.
"PELA-SACO" - 1. Pessoa chata; piegas. 2. Puxa-saco; baba-ovo; rabiola. 3. V.
arroz.
"PERDEU A LINHA" - Fala-se do indivíduo que cometeu um ato inconseqüente/insensato ("Perdeu a linha e virou seis doses de tequila em meia hora").
"PICA-DOCE" [sin. Doce, pikachu] - 1. Cara pegador. 2. Sujeito pra quem muitas mulheres dão mole. 3. Cara que arranja mulher sem tomar uma atitude, esperando que elas cheguem até ele.
"PIPOQUEIRO" - Qualidade aplicada ao indivíduo que costuma pipocar, v. peidão.
"POPOZUDA" [ adj.] - Fala-se da mulher que possui uma região glútea avantajada e/ou excessivamente acolchoada.
"PORRA" - 1. Interjeição ("Porra!"). 2. Advérbio de intensidade ("Em São
Leopoldo estava um frio da porra!"). 3. Substantivo indefinido ("Que porra é essa?"). 4. Em biologia, saporra é a mulher do sapo.
"PORRADA" - 1. Coletivo genérico (multidão - uma porrada de gente; matilha -
uma porrada de cachorros) 2. Sin. pacaraio.
"PREGO" [adj.] - ver mané.
"PRESTENçAO" - O mesmo que "Presta atençao".
"PUTO" - 1[adj.] qualifica um sujeito extremamente vacilão. 2. Unidade
monetária ("Só eu que não ganho um puto")
"PURRRRQUE" = Mesmo que porque.
"SACODE" - Ato caracterizado por várias pessoas se juntando para encher de
porrada uma única.
"SAMBA" = Uma das poucas palavras com 'S' no carioquês. Os merrrmão são
muito versados no assunto.
"SANGUE" ou "CB" - Redução de sangue-bom; pessoa legal; gente boa; agradável; maneira.
"TÁ DE BOBERA" - Parado, sem fazer nada, esperando a próxima vítima ou será
a própria. Muito comum nos cariocas. É só passar nas praias a qualquer hora do dia para confirmar.
"VACILÃO" - sujeito honesto, mas que quis andar no centro da cidade sozinho
a qualquer hora do dia com dinheiro na carteira.
"VALEU" - mesmo que OK e Falô
"XOTIFALÁ" - Sempre utilizado no inicio de uma frase. O mesmo que "deixa eu te falar uma coisa"
"ZERO-BALA" - Renovado; pronto pra outra ("Tava de porre ontem, mas agora
estou zero-bala.").
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Restaurante:
- Aê chefia, quê que tem pra gente come aqui heim??? tô cheio de fome.
- Valeu, me da esse lance aqui com as parada em cima, heim??
- Desce uma cerva geladaça também
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No posto de Gasolina:
- Aê sangue bom põe 10 contos da comum, sem água misturada heim?
- Deixa aê camarada pode completar a parada aieh..
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No Bar:
- Aê Sangue bom pode calibrar que hoje eu vou encher o pote e mamar todas, vou ficar pancadão.
- É sinistro mas vale um bebado conhecido do que uma alcóolatra anônimo.
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Nas Lojas Americanas:
- Caraca vagabundo, tá cheio de bala pra gente prender , vou malocar umas 300 só de onda pra comer no cinema.
- Colé segurança...eu só comi uma, libera aê pô, na moral, valeuuuuuuuuu CB.....
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No Ônibus:
1. - Aê troc(trocador), deixa eu passar por baixo ??, na moral!!!, colé sangue ¿?, na responsa sem vacilo !!, Tranquilo, demorô.
2. - Vai cocheiro toca o bonde, só para quando chegar na praia,..pisa na sapata..!!
3. - (musiquinha) Rema rema rema remadoo-ô, vou botar no c... do trocador, se o trocador for vigariiista, vou botar no c... do motorista, se o motorista for lega-alllll vou botar na bun... da fiscal.....
4. - (Trocadores desempregados ou neninos de rua que entram no onibus pela frente para vender qualquer tipo de coisa) - Senhoooores passageiros..... nas confeitaria e padaria ta custando 0,70 a unidade na minha mão na promoção só vai pagar 1,....3 caramelo é um real, 15 bananada 1 Real. Bala Juquinha 1 Real, Jujuba um Real,....
5. - Valeu Piloto....Falô.
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Encontro de Cariocas:
- Aê ?
- Aê !
- Aê, qual a parada aê mermao?
- Aê suja nao camarada, aê!!!
- Aê ! falô
- Colé cara ?
- e aê ?
- Aê! valeu !!
- vai toma no c... rapá!!
- Pô aê muda o lance não cara de pau !! caralh...!!
- ....pata que pariu !!!
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Festa: (15 anos)
1. - Aê mano vamo agitar saporra, tô afim de pegar uma mulé hoje.
2. - Aê mermão em tempo de guerra urubu é frango.
3. - Mijo sentado não é sapo eu vou pegar.
4. - Maluco prestenção,..final de festa guardanapo é bolo.
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Na Praia:
1. - Sai fora pela saco....,essa onda é minha..tá afim de tomar um caldo ??
2. - uh demorô vô no tubo, segura que eu quero ver.
3. - Olha o chináaááá (picolede agua com gelo e um gosto de fruta) !
4. - Biscoito Grobo doce ou salgado(biscoito crocante de agua e sal) 3 é um real
5. - Oh o Limao e Mate. (limonada e mate leao gelado)
DICIONÁRIO DE CEARENSÊS
Tradução "simultânea" para o inglês!!!
"Aí mente!" - Isso não é verdade! (That's a lie!)
"Butar buneco!" - Se divertir! (Have fun!)
"Calma, macho!" - Se acalme! (Chill out!)
"Diabéisso?" - O que é isso? (What the hell is that?)
"Deixe de arrudei!" - Pare de enrolar! (Cut the crap!)
"Deixe de ser besta!" - Deixe de besteira! (Don't be silly!)
"É bem pixototim!" - É bem pequeno! (It's tiny!)
"Ele é chei do leriado!" - Ele é conversador! (He's a smooth talker!)
"Ele é muito estribado!" - Ele é muito rico! (He's very rich!)
"Ele é môco!" - Ele é surdo! (He's deaf!)
"Ela pelejou quissó!" - Ela tentou bastante! (She tried very hard!)
"Ele só quer ser as pregas!" - Ele quer ser muita coisa! (He's a wanna be!)
"Ele tá se amostrando" - Ele tá se mostrando! (He's showing off!)
"Escapou fedendo!" - Essa foi perto! (It was a close call!)
"Isso é miolo de pote!" - Isso é besteira! (That's bullshit!)
"Lá na carraducarai!" - Muito Longe daqui! (Very far away!)
"Nem a pau!" - De jeito nenhum! (No way!)
"No rumo da venta!" - Em frente! (Straight ahead!)
"O caba é morto dentro das calça!" - Ele é preguiçoso! (He's lazy!)
"Ô bicho cagado!" - Ele tem muita sorte! (Lucky bastard!)
"O bicho é lesado!" - Ele é lento! (He's slow!)
"Ô bicho sem futuro!" - Que perdedor! (What a looser!)
"Peço penico!" - Eu desisto! (I give up!)
"Quando dei fé..." - Quando eu notei... (When I noticed...)
"Rai te lascar!" - Vá para o inferno! (Go to hell!)
"Ramo merendar!" - Vamos merendar! (Let's have a snack!)
"Rebole no mato!" - Jogue fora! (Throw it away!)
"Rumbora, negada!" - Vamos embora pessoal! (Let's go, guys!)
"Se avexe não!" - Não se preocupe! (Take it easy!)
"Só o mi!" - Muito bom! (Cool!)
"Só andam encangado!" - Só andam juntos! (They're always together!)
"Tá fumando numa quenga!" - Tá com muita raiva! (He's pissed off!)
"Tá frescando comigo?" - Tá bricando comigo? (Are you making fun of me?)
"Tá melado!" - Tá bebado! (He's drunk!)
"Tô cum bucho chei!" - Estou cheio! (I'm full!)
"Tô nem vendo!" - Não me importo! (I don't give a damn!)
"Tu riu?" - Voce viu? (Did you see it?)
"Vala me Nossa Senhora!" - Meu Deus! (My godness!)
"Vou capar o gato!" - Vou me embora! (I'm leaving!)
"Vou dar uma pilôra!" - Vou desmaiar! (I'm gonna faint!)
Tradução "simultânea" para o inglês!!!
"Aí mente!" - Isso não é verdade! (That's a lie!)
"Butar buneco!" - Se divertir! (Have fun!)
"Calma, macho!" - Se acalme! (Chill out!)
"Diabéisso?" - O que é isso? (What the hell is that?)
"Deixe de arrudei!" - Pare de enrolar! (Cut the crap!)
"Deixe de ser besta!" - Deixe de besteira! (Don't be silly!)
"É bem pixototim!" - É bem pequeno! (It's tiny!)
"Ele é chei do leriado!" - Ele é conversador! (He's a smooth talker!)
"Ele é muito estribado!" - Ele é muito rico! (He's very rich!)
"Ele é môco!" - Ele é surdo! (He's deaf!)
"Ela pelejou quissó!" - Ela tentou bastante! (She tried very hard!)
"Ele só quer ser as pregas!" - Ele quer ser muita coisa! (He's a wanna be!)
"Ele tá se amostrando" - Ele tá se mostrando! (He's showing off!)
"Escapou fedendo!" - Essa foi perto! (It was a close call!)
"Isso é miolo de pote!" - Isso é besteira! (That's bullshit!)
"Lá na carraducarai!" - Muito Longe daqui! (Very far away!)
"Nem a pau!" - De jeito nenhum! (No way!)
"No rumo da venta!" - Em frente! (Straight ahead!)
"O caba é morto dentro das calça!" - Ele é preguiçoso! (He's lazy!)
"Ô bicho cagado!" - Ele tem muita sorte! (Lucky bastard!)
"O bicho é lesado!" - Ele é lento! (He's slow!)
"Ô bicho sem futuro!" - Que perdedor! (What a looser!)
"Peço penico!" - Eu desisto! (I give up!)
"Quando dei fé..." - Quando eu notei... (When I noticed...)
"Rai te lascar!" - Vá para o inferno! (Go to hell!)
"Ramo merendar!" - Vamos merendar! (Let's have a snack!)
"Rebole no mato!" - Jogue fora! (Throw it away!)
"Rumbora, negada!" - Vamos embora pessoal! (Let's go, guys!)
"Se avexe não!" - Não se preocupe! (Take it easy!)
"Só o mi!" - Muito bom! (Cool!)
"Só andam encangado!" - Só andam juntos! (They're always together!)
"Tá fumando numa quenga!" - Tá com muita raiva! (He's pissed off!)
"Tá frescando comigo?" - Tá bricando comigo? (Are you making fun of me?)
"Tá melado!" - Tá bebado! (He's drunk!)
"Tô cum bucho chei!" - Estou cheio! (I'm full!)
"Tô nem vendo!" - Não me importo! (I don't give a damn!)
"Tu riu?" - Voce viu? (Did you see it?)
"Vala me Nossa Senhora!" - Meu Deus! (My godness!)
"Vou capar o gato!" - Vou me embora! (I'm leaving!)
"Vou dar uma pilôra!" - Vou desmaiar! (I'm gonna faint!)
PERGUNTAS QUE TODAS AS MULHERES GOSTARIAM DE FAZER AOS HOMENS!
M: Por que vocês mijam fora do vaso?
H: Se você olhasse bem, veria que o orifício peniano não é redondo, o jato nem sempre vai para onde o pau está apontado. Além disso, as vezes, esse buraquinho fica meio grudado, gerando uma dispersão de jatos.
M: Por que vocês sempre deixam um pentelho na borda do vaso?
H: Para marcar território.
M: Por que vocês nunca esfregam o clitóris da gente no lugar certo?
H: Só de sacanagem!
M: Por que você não sabem onde fica o ponto G?
H: Ponto o quê?
M: Por que vocês adoram transar por trás?
H: Para poder continuar assistindo TV.
M: Por que vocês pegam vídeo de sacanagem sem história?
H: Pela sacanagem, ora! É como ver os gols do fantástico sem precisar assistir ao jogo todo.
M: Por que a fantasia dos homens é transar com a nossa melhor amiga?
H: Na verdade, é com TODAS as suas amigas.
M: Porque os homens estão sempre com os músculos da bunda contraídos?
H: Para nao peidar quando a barriga fica batendo nas nádegas das parceiras.
M: Por que vocês empurram a cabeça de gente pra baixo quando querem um boquete?
H: Porque sem pedir vocês não fazem.
M: Por que vocês querem ir pra cama no primeiro encontro?
H: Objetividade.
M: Por que vocês ficam putos se a gente não dá no primeiro encontro?
H: Detestamos falta de objetividade.
M: Por que vocês vão embora logo depois de transar com a gente?
H: Sempre passa alguma coisa legal na tv de madrugada...
M: Por que os homens acreditam quando a gente finge que goza?
H: E só para vocês sentirem ao menos um prazer: o de nos enganar.
M: Por que vocês gostam mais de cerveja gelada que de mulher?
H: 1. Cerveja está sempre molhadinha.
2. Cerveja não reclama quando estamos assistindo ao jogo.
3. Cerveja não pede para a gente ver filmes tipo "Love Story".
4. Cerveja não tem mãe.
5. Quando acabamos de beber a cerveja, podemos jogar ela fora.
6. Cerveja não liga se a gente olha para outra cerveja.
Entendeu?
M: Por que vocês gostam de ouvir que o pau de vocês é o máximo?
H: E não é? Ainda mais para você, que não tem.
M: Por que vocês contam pros amigos que nos comeram?
H: Metade do prazer está em contar.
M: Por que os homens não reparam que estamos de lingerie nova?
H: Vocês vivem reclamando que a gente só liga para a beleza externa!
M: Por que os homens ficam cheios de dedos quando a gente pede um tapa na hora da transa?
H: O que a gente gosta mesmo é bater porquê quer, e não por que vocês pedem.
M: Por que os homens gostam de olhar para outras mulheres na rua?
H: Você acha que só você é gostosa???
M: Por que os homens avisam quando vão gozar?
H: Se você não tomou anticoncepcional o problema será todo seu.
M: Por que os homens gostam de chamar a gente de "minha putinha"?
H: Pra me lembrar que não terei que pagar.
M: Por que os homens tem ciúmes dos nossos amigos homens?
H: Porque eles só pensam em comer vocês. Todos nós somos assim.
M: Por que os homens adoram coçar o saco?
H: É que nem arrotar e cuspir no chão. Vai dizer que você nunca teve vontade?
M: Por que os homens detestam beijar a gente quando estamos de batom?
H: Porque ficamos parecendo o Bozo.
M: Por que vocês acordam de pau duro?
H: Porque, em geral, sonhamos com outras mulheres.
M: Por que os homens estão sempre ajeitando os pintos nas calças?
H: Porque cada um tem a posição preferida, e no decorrer do dia ele vai se deslocando, exigindo um imediato reposicionamento.
M: E por que, meu Deus, vocês sempre desarrumam os malditos tapetinhos do banheiro?
H: Tapetinho arrumado é coisa de viado!
M: Por que vocês mijam fora do vaso?
H: Se você olhasse bem, veria que o orifício peniano não é redondo, o jato nem sempre vai para onde o pau está apontado. Além disso, as vezes, esse buraquinho fica meio grudado, gerando uma dispersão de jatos.
M: Por que vocês sempre deixam um pentelho na borda do vaso?
H: Para marcar território.
M: Por que vocês nunca esfregam o clitóris da gente no lugar certo?
H: Só de sacanagem!
M: Por que você não sabem onde fica o ponto G?
H: Ponto o quê?
M: Por que vocês adoram transar por trás?
H: Para poder continuar assistindo TV.
M: Por que vocês pegam vídeo de sacanagem sem história?
H: Pela sacanagem, ora! É como ver os gols do fantástico sem precisar assistir ao jogo todo.
M: Por que a fantasia dos homens é transar com a nossa melhor amiga?
H: Na verdade, é com TODAS as suas amigas.
M: Porque os homens estão sempre com os músculos da bunda contraídos?
H: Para nao peidar quando a barriga fica batendo nas nádegas das parceiras.
M: Por que vocês empurram a cabeça de gente pra baixo quando querem um boquete?
H: Porque sem pedir vocês não fazem.
M: Por que vocês querem ir pra cama no primeiro encontro?
H: Objetividade.
M: Por que vocês ficam putos se a gente não dá no primeiro encontro?
H: Detestamos falta de objetividade.
M: Por que vocês vão embora logo depois de transar com a gente?
H: Sempre passa alguma coisa legal na tv de madrugada...
M: Por que os homens acreditam quando a gente finge que goza?
H: E só para vocês sentirem ao menos um prazer: o de nos enganar.
M: Por que vocês gostam mais de cerveja gelada que de mulher?
H: 1. Cerveja está sempre molhadinha.
2. Cerveja não reclama quando estamos assistindo ao jogo.
3. Cerveja não pede para a gente ver filmes tipo "Love Story".
4. Cerveja não tem mãe.
5. Quando acabamos de beber a cerveja, podemos jogar ela fora.
6. Cerveja não liga se a gente olha para outra cerveja.
Entendeu?
M: Por que vocês gostam de ouvir que o pau de vocês é o máximo?
H: E não é? Ainda mais para você, que não tem.
M: Por que vocês contam pros amigos que nos comeram?
H: Metade do prazer está em contar.
M: Por que os homens não reparam que estamos de lingerie nova?
H: Vocês vivem reclamando que a gente só liga para a beleza externa!
M: Por que os homens ficam cheios de dedos quando a gente pede um tapa na hora da transa?
H: O que a gente gosta mesmo é bater porquê quer, e não por que vocês pedem.
M: Por que os homens gostam de olhar para outras mulheres na rua?
H: Você acha que só você é gostosa???
M: Por que os homens avisam quando vão gozar?
H: Se você não tomou anticoncepcional o problema será todo seu.
M: Por que os homens gostam de chamar a gente de "minha putinha"?
H: Pra me lembrar que não terei que pagar.
M: Por que os homens tem ciúmes dos nossos amigos homens?
H: Porque eles só pensam em comer vocês. Todos nós somos assim.
M: Por que os homens adoram coçar o saco?
H: É que nem arrotar e cuspir no chão. Vai dizer que você nunca teve vontade?
M: Por que os homens detestam beijar a gente quando estamos de batom?
H: Porque ficamos parecendo o Bozo.
M: Por que vocês acordam de pau duro?
H: Porque, em geral, sonhamos com outras mulheres.
M: Por que os homens estão sempre ajeitando os pintos nas calças?
H: Porque cada um tem a posição preferida, e no decorrer do dia ele vai se deslocando, exigindo um imediato reposicionamento.
M: E por que, meu Deus, vocês sempre desarrumam os malditos tapetinhos do banheiro?
H: Tapetinho arrumado é coisa de viado!
Os dez mandamentos do CARIOCA
01 - Não respeite fila nenhuma, afinal fila é coisa de mané e o carioca é "ixperrto".
02 - Não ande com o seu Rolex, que a qualquer momento você pode perder o
braço.
03 - Coloque um x no lugar do s e eventualmente coloque um r " né mermo?"
04 - Demonstre o seu amor pelos Estados Unidos construindo uma estátua da liberdade em frente a um shopping.
05 - Tenha um apelido para uso próprio, mesmo que seus amigos o conheçam
por outro bem mais engraçado.
06 - Visite as igrejas de Minas e seja o único a entrar de short e sem camisa.
07 - Vista tanga de crochê, mesmo que você seja homem.
08 - Grite bastante, em qualquer lugar, como de costume e não precisa fazer cara de bobo, pois você já tem.
09 - Tenha um carro, qualquer um, mesmo que para isso tenha que viver no vermelho.
10 - Vote em Moreira Franco, Roberto Campos, Marcelo Alencar, César Maia e Conde e depois diga que são os turistas que estragam a cidade.
01 - Não respeite fila nenhuma, afinal fila é coisa de mané e o carioca é "ixperrto".
02 - Não ande com o seu Rolex, que a qualquer momento você pode perder o
braço.
03 - Coloque um x no lugar do s e eventualmente coloque um r " né mermo?"
04 - Demonstre o seu amor pelos Estados Unidos construindo uma estátua da liberdade em frente a um shopping.
05 - Tenha um apelido para uso próprio, mesmo que seus amigos o conheçam
por outro bem mais engraçado.
06 - Visite as igrejas de Minas e seja o único a entrar de short e sem camisa.
07 - Vista tanga de crochê, mesmo que você seja homem.
08 - Grite bastante, em qualquer lugar, como de costume e não precisa fazer cara de bobo, pois você já tem.
09 - Tenha um carro, qualquer um, mesmo que para isso tenha que viver no vermelho.
10 - Vote em Moreira Franco, Roberto Campos, Marcelo Alencar, César Maia e Conde e depois diga que são os turistas que estragam a cidade.
Os dez mandamentos do MINEIRO
01 - Encontre uma fila enorme pela frente, aja com algum espanto e diga: "Nóóóóóóóóóóóóóóóóóó...!! "
02 - Pegue o seu rolex para marcar o "tempinho" que leva um "ali" de mineiro.
03 - Esqueça das útimas sílabas das palavras, como por exemplo: Purcondiquemezz? (Por conta de que mesmo?)
04 - Use sempre i no lugar de e: (Ex.: minino, ispicial, eu i ela, vistido), embora sua pronúncia seja E. Use sempre o diminutivo masculino "IM". Ex: MININIM, VIADIM, PIRDIDIMM, NIGUCIM...
05 - Não exija sobrenomes, porque mineiros e mineiras pertencem apenas a dois grupos: SÔ e SÁ, respectivamente.
06 - Passe as férias no Espírito Santo e seja o único a pegar jacaré e tomar capote nas "ondas" de Meaípe.
07 - Vista qualquer coisa para ir à praia, até mesmo terno e gravata, pois praia você não tem.
08 - Vá a um bar bem cheio, beba mais que todo mundo (mei tontim), fique no seu cantim e coma a mulher dos outros, sem que ninguém perceba.
09 - Tenha uma Veraneio 71 e leve, da sua mãe ao mais longínquo vizinho, para o zoológico, não se esquecendo do frango assado, farofa e claro, pão diqueij...
10 - Vote em Itamar Franco e Newton Cardoso e depois saia dizendo que o "trem" (que serve para tudo, menos para meio de transporte) tá feio".
01 - Encontre uma fila enorme pela frente, aja com algum espanto e diga: "Nóóóóóóóóóóóóóóóóóó...!! "
02 - Pegue o seu rolex para marcar o "tempinho" que leva um "ali" de mineiro.
03 - Esqueça das útimas sílabas das palavras, como por exemplo: Purcondiquemezz? (Por conta de que mesmo?)
04 - Use sempre i no lugar de e: (Ex.: minino, ispicial, eu i ela, vistido), embora sua pronúncia seja E. Use sempre o diminutivo masculino "IM". Ex: MININIM, VIADIM, PIRDIDIMM, NIGUCIM...
05 - Não exija sobrenomes, porque mineiros e mineiras pertencem apenas a dois grupos: SÔ e SÁ, respectivamente.
06 - Passe as férias no Espírito Santo e seja o único a pegar jacaré e tomar capote nas "ondas" de Meaípe.
07 - Vista qualquer coisa para ir à praia, até mesmo terno e gravata, pois praia você não tem.
08 - Vá a um bar bem cheio, beba mais que todo mundo (mei tontim), fique no seu cantim e coma a mulher dos outros, sem que ninguém perceba.
09 - Tenha uma Veraneio 71 e leve, da sua mãe ao mais longínquo vizinho, para o zoológico, não se esquecendo do frango assado, farofa e claro, pão diqueij...
10 - Vote em Itamar Franco e Newton Cardoso e depois saia dizendo que o "trem" (que serve para tudo, menos para meio de transporte) tá feio".
Os dez mandamentos do PAULISTA
01 - Entre em todas as filas que encontrar pela frente, mesmo sem saber pra que elas servem.
02 - Dê mais valor ao seu Rolex do que ao seu próprio braço.
03 - Coloque sempre um "i" a mais nas palavras. Ex : choveindo, correindo, meteindo.
04 - Ame os Estados Unidos acima de todas as coisas.
05 - Tenha o máximo de sobrenomes que você puder, mesmo que precise pegar
emprestado.
06 - Passe as férias no Nordeste e seja o unico de tênis, meião e bermuda até o joelho.
07 - Diga que vai colocar o seu maiô para ir à praia, mesmo que você seja homem.
08 - Vá a um bar bem cheio, faça cara de bobo e grite bastante.
09 - Tenha um carro importado, mesmo que ele seja coreano.
10 - Vote em Maluf, Pitta, Rossi, Jânio, Quercia e depois saia dizendo que os baianos é que estragam a cidade.
01 - Entre em todas as filas que encontrar pela frente, mesmo sem saber pra que elas servem.
02 - Dê mais valor ao seu Rolex do que ao seu próprio braço.
03 - Coloque sempre um "i" a mais nas palavras. Ex : choveindo, correindo, meteindo.
04 - Ame os Estados Unidos acima de todas as coisas.
05 - Tenha o máximo de sobrenomes que você puder, mesmo que precise pegar
emprestado.
06 - Passe as férias no Nordeste e seja o unico de tênis, meião e bermuda até o joelho.
07 - Diga que vai colocar o seu maiô para ir à praia, mesmo que você seja homem.
08 - Vá a um bar bem cheio, faça cara de bobo e grite bastante.
09 - Tenha um carro importado, mesmo que ele seja coreano.
10 - Vote em Maluf, Pitta, Rossi, Jânio, Quercia e depois saia dizendo que os baianos é que estragam a cidade.
25.6.04
OS 10 MANDAMENTOS DO BAIANO.
1º NASCE CANSADO E VIVE DESCANSANDO.
2º AMA TUA CAMA COMO A TI MESMO.
3º SE VER ALGUEM DESCANSANDO; AJUDA-O.
4º DESCANSE DE DIA PARA DORMIR À NOITE.
5º O TRABALHO É SAGRADO NÃO TOQUE-O.
6º TUDO AQUILO QUE PUDER FAZER AMANHÃ NÃO FAÇA HOJE.
7º TRABALHE O MENOS POSSIVEL, O QUE TIVER PARA FAZER QUE OUTRA PESSOA FAÇA.
8º CALMA NUNCA NINGUEM MORREU DE DESCANSAR.
9º QUANDO SENTIR VONTADE DE TRABALHAR, SENTE-SE E ESPERE A VONTADE PASSAR.
10º SE TRABALHAR FAZ BEM A SAUDE, POIS QUE TRABALHE OS DOENTES.
1º NASCE CANSADO E VIVE DESCANSANDO.
2º AMA TUA CAMA COMO A TI MESMO.
3º SE VER ALGUEM DESCANSANDO; AJUDA-O.
4º DESCANSE DE DIA PARA DORMIR À NOITE.
5º O TRABALHO É SAGRADO NÃO TOQUE-O.
6º TUDO AQUILO QUE PUDER FAZER AMANHÃ NÃO FAÇA HOJE.
7º TRABALHE O MENOS POSSIVEL, O QUE TIVER PARA FAZER QUE OUTRA PESSOA FAÇA.
8º CALMA NUNCA NINGUEM MORREU DE DESCANSAR.
9º QUANDO SENTIR VONTADE DE TRABALHAR, SENTE-SE E ESPERE A VONTADE PASSAR.
10º SE TRABALHAR FAZ BEM A SAUDE, POIS QUE TRABALHE OS DOENTES.
Dicionário Paulistanês
Meu - nativo de São Paulo.
Mina – o "meu" do sexo feminino.
Shopis - local onde os "meu" se encontram para compras e lazer.
Chopps e pastel – comida e bebida preferidas dos "meu", com um detalhe: o S do plural só cabe na primeira palavra: "Um chopps e dois pastel".
Aeroporto - local transcendental onde os "meu" refletem sobre a existência da letra "S", vendo "us avião subí e decê".
Marginal - avenida de grande porte destinada a engarrafamentos e alagamentos
Orra, Meu! - normalmente, as primeiras palavras dos "meu" ao nascerem.
Num tô ti inteiindendo - expressão usada pelas "mina" para indicar que não inteiiinnnnderam nada.
Farol - embora não passe nenhum navio em S.Paulo, tem em toda esquina.
Pizza - alimento obrigatório de todo sábado.
Rodízio - tem de vários tipos, até de carro.
Curíntia - Time de futebol dos "meu" da periferia.
Minhocão - Não se assuste se o motorista disser que quer pegar o minhocão... é apenas um elevado.
Meu - nativo de São Paulo.
Mina – o "meu" do sexo feminino.
Shopis - local onde os "meu" se encontram para compras e lazer.
Chopps e pastel – comida e bebida preferidas dos "meu", com um detalhe: o S do plural só cabe na primeira palavra: "Um chopps e dois pastel".
Aeroporto - local transcendental onde os "meu" refletem sobre a existência da letra "S", vendo "us avião subí e decê".
Marginal - avenida de grande porte destinada a engarrafamentos e alagamentos
Orra, Meu! - normalmente, as primeiras palavras dos "meu" ao nascerem.
Num tô ti inteiindendo - expressão usada pelas "mina" para indicar que não inteiiinnnnderam nada.
Farol - embora não passe nenhum navio em S.Paulo, tem em toda esquina.
Pizza - alimento obrigatório de todo sábado.
Rodízio - tem de vários tipos, até de carro.
Curíntia - Time de futebol dos "meu" da periferia.
Minhocão - Não se assuste se o motorista disser que quer pegar o minhocão... é apenas um elevado.
O nordeste brasileiro
Hoje vou homenagear,
Da maneira diferente
Do povo de lá falar.
Longe de ser esquisito,
Eu acho muito bonito
E de ótimo paladar.
O que é bom é massa,
Se é miúdo é pixotinho.
Magro e alto é galalau,
Se é querido, meu bichinho.
Botão de som é pitôco
Se for resto é cotôco
Pão de sal é cacetinho.
Chicote se chama açoite,
Tá de fogo, tá bicado.
Pernilongo é muriçoca,
Quem tem sorte é cagado.
Medroso se diz frouxo,
O franzino lá é xôxo,
Tá folgado é afolozado.
Sujeira de olho é remela,
Rir dos outros é mangar.
Tudo que é ruim é peba,
Faltar à aula é gazear.
Quem não paga é xexêro,
Quem dá furo é fulero,
Vai sair, diz vou chegar.
O bobo se chama leso,
Tá com raiva é invocado.
Cabra sem dinheiro é liso,
O sovina é amarrado.
A moça nova é boyzinha,
Arenga é uma briguinha,
Desarrumado é malamanhado.
Pedaço de pedra é xêxo,
Pão bengala é tabica,
Patrimônio é cabedal,
Barão, pra gente rica.
Se tá cheio tá abusado,
O maluco é abilolado,
Se faz fofoca, cê fuxica.
Meleca se chama catota,
Catinga de suor é inhaca,
Gente insistente é pegajosa,
Se entra sem licença emburaca.
Se é lerdo, é atoleimado,
O atrevido é atirado,
Apanhar é "cair na taca".
Pessoa triste é borocoxô,
Na marra é “a culhão”.
Estouro se chama pipôco,
Rolo é quando há confusão.
Se tá sujo é abesuntado,
Tá nervoso é apoquentado,
Cinto aqui, lá cinturão.
São tantas as expressões,
Que eu poderia ficar
Dias a descrevê-las
Sem um fim alcançar.
Por isso, aqui termino
Homenagem ao nordestino,
Que não se cansa de lutar.
autor: Antonio Albino Pereira
Hoje vou homenagear,
Da maneira diferente
Do povo de lá falar.
Longe de ser esquisito,
Eu acho muito bonito
E de ótimo paladar.
O que é bom é massa,
Se é miúdo é pixotinho.
Magro e alto é galalau,
Se é querido, meu bichinho.
Botão de som é pitôco
Se for resto é cotôco
Pão de sal é cacetinho.
Chicote se chama açoite,
Tá de fogo, tá bicado.
Pernilongo é muriçoca,
Quem tem sorte é cagado.
Medroso se diz frouxo,
O franzino lá é xôxo,
Tá folgado é afolozado.
Sujeira de olho é remela,
Rir dos outros é mangar.
Tudo que é ruim é peba,
Faltar à aula é gazear.
Quem não paga é xexêro,
Quem dá furo é fulero,
Vai sair, diz vou chegar.
O bobo se chama leso,
Tá com raiva é invocado.
Cabra sem dinheiro é liso,
O sovina é amarrado.
A moça nova é boyzinha,
Arenga é uma briguinha,
Desarrumado é malamanhado.
Pedaço de pedra é xêxo,
Pão bengala é tabica,
Patrimônio é cabedal,
Barão, pra gente rica.
Se tá cheio tá abusado,
O maluco é abilolado,
Se faz fofoca, cê fuxica.
Meleca se chama catota,
Catinga de suor é inhaca,
Gente insistente é pegajosa,
Se entra sem licença emburaca.
Se é lerdo, é atoleimado,
O atrevido é atirado,
Apanhar é "cair na taca".
Pessoa triste é borocoxô,
Na marra é “a culhão”.
Estouro se chama pipôco,
Rolo é quando há confusão.
Se tá sujo é abesuntado,
Tá nervoso é apoquentado,
Cinto aqui, lá cinturão.
São tantas as expressões,
Que eu poderia ficar
Dias a descrevê-las
Sem um fim alcançar.
Por isso, aqui termino
Homenagem ao nordestino,
Que não se cansa de lutar.
autor: Antonio Albino Pereira
50 provas de que a Microsoft fez Matrix
Você precisa dar reload de tempos em tempos.
0,1 % de código não compreendido é capaz de comprometer os outros 99,9% do ambiente que funcionavam bem.
Você é obrigado a comprar outros produtos, supérfluos e caros, para entender um pouco daquilo pelo qual já pagou.
O criador está pouco se "lixando" para o que acontecerá com o usuário na próxima versão.
Tudo parece bonitinho no papel de parede, mas a realidade é obscura.
Novas versões nem sempre eliminam o problema anterior, mas trazem encrencas maiores no futuro.
O sistema operacional presume que você não sabe, não quer, não deve e não pode pensar por si próprio.
O ambiente suga todos os recursos do sistema, e toda a a energia do usuário..
Quando muita ação acontece simultaneamente, tudo fica em câmera lenta.
Qualquer programa ou usuário comum pode se converter, sem mais nem menos, em algo que se vira contra você.
Todos seus passos são monitorados pelo criador do sistema operacional.
Os programas deletados continuam no amibente, fazendo o que não deviam.
Você tem sensações de "deja vu", e de que estão remendando o código.
Programas rápidos são mitos.
Por mais que você se atualize e faça treinamento, sempre lançam novas versões desnecessárias que fazem a mesma coisa de antes, só para tirar o seu controle sobre o ambiente.
A concorrência inteligente é perseguida e aniquilada, por menor que seja.
Os idealizadores não são humanos!
Qualquer hacker consegue passar pelos seus firewalls.
Por mais que você tenha apanhado do sistema, o suporte do fabricante sorri como se todos usuários estivessem tranquilos e felizes.
Programas feitos ali não rodam fora de seu ambiente operacional.
O idealizador não liga para as necessidades dos usuários avançados, uma vez que a maioria está feliz em sub-utilizar um programa que não compreende.
O sistema toda decisões por você, ainda que não seja as que você prefira.
O ambiente facilita a multiplicação dos vírus e a atuação dos hackers.
Nem o idealizador entende totalmente como 100% funciona.
O lançamento das sequências de produtos atrasam 4 anos.
Tudo que você vê é sempre uma cópia enfeitada e artificial de algo que já existia antes.
As perguntas dos usuários são ignoradas.
A maioria dos programas roda muito mais lentamente do que deveriam.
No começo, parecia ser um paraíso, mas não servia para nada. E tudo foi ficando pior para o usuário a cada versão.
Seus lançamentos são mundiais, simultâneos, e com forte esquema de marketing.
Programas cosméticos dão ilusão de entretenimento e prazer ao usuário fútil, enquanto os idealizadores é que ficam mais poderosos.
As mensagens de orientação do sistema - quando existentes - são vagas e indiretas.
Qualquer problema, por menor que seja, cresce até o sistema precisar de um reload.
Uma simples queda localizada de eletricidade pode comprometer todo o sistema.
Os novos lançamentos se preocupam mais com a aparência e com a inexistência de concorrência do que com a manutenção do que rodava bem antes.
Rodar dois programas poderosos no mesmo ambiente gera confusão.
Lançam correções corrigindo a correção de 72 horas atrás, e você precisa dar novo boot ao reinstalar.
Seus idealizadores querem controlar o mundo só porque fizeram um programa que muitos usam.
A maior parte dos recursos do sistema são consumidos só para dar a ilusão de boa aparência.
Eles nunca acreditam que o ambiente alternativo, preferido pelos hackers, possa ir para frente.
Não se pode confiar nos Agentes de Segurança.
Não há nada para se fazer em relação aos bugs, a não ser que você aceite ser cobaia de uma nova versão.
Se quiser ver alguma coisa além, sempre precisará de um plug "in".
É preciso destruir quase tudo a cada nova versão lançada.
Por mais que se programe direito, sempre há algo que não dá certo, que ninguém sabe o porquê, e que se resolve com boot.
O suporte age sempre como se você fosse um idiota que não sabe o que está fazendo, mas mesmo assim deixa tudo para você mesmo descobrir e resolver.
Os idealizadores "ferram" quem tenta abocanhar uma fatia do bolo que ele mesmo oferece.
Quem precisa de velocidade e segurança acessa Oracle no mesmo ambiente, mas vive tentando mudar de plataforma.
Programas antigos geram conflitos. E a maior de todas as provas:
Seu criador pensa que é Deus
Você precisa dar reload de tempos em tempos.
0,1 % de código não compreendido é capaz de comprometer os outros 99,9% do ambiente que funcionavam bem.
Você é obrigado a comprar outros produtos, supérfluos e caros, para entender um pouco daquilo pelo qual já pagou.
O criador está pouco se "lixando" para o que acontecerá com o usuário na próxima versão.
Tudo parece bonitinho no papel de parede, mas a realidade é obscura.
Novas versões nem sempre eliminam o problema anterior, mas trazem encrencas maiores no futuro.
O sistema operacional presume que você não sabe, não quer, não deve e não pode pensar por si próprio.
O ambiente suga todos os recursos do sistema, e toda a a energia do usuário..
Quando muita ação acontece simultaneamente, tudo fica em câmera lenta.
Qualquer programa ou usuário comum pode se converter, sem mais nem menos, em algo que se vira contra você.
Todos seus passos são monitorados pelo criador do sistema operacional.
Os programas deletados continuam no amibente, fazendo o que não deviam.
Você tem sensações de "deja vu", e de que estão remendando o código.
Programas rápidos são mitos.
Por mais que você se atualize e faça treinamento, sempre lançam novas versões desnecessárias que fazem a mesma coisa de antes, só para tirar o seu controle sobre o ambiente.
A concorrência inteligente é perseguida e aniquilada, por menor que seja.
Os idealizadores não são humanos!
Qualquer hacker consegue passar pelos seus firewalls.
Por mais que você tenha apanhado do sistema, o suporte do fabricante sorri como se todos usuários estivessem tranquilos e felizes.
Programas feitos ali não rodam fora de seu ambiente operacional.
O idealizador não liga para as necessidades dos usuários avançados, uma vez que a maioria está feliz em sub-utilizar um programa que não compreende.
O sistema toda decisões por você, ainda que não seja as que você prefira.
O ambiente facilita a multiplicação dos vírus e a atuação dos hackers.
Nem o idealizador entende totalmente como 100% funciona.
O lançamento das sequências de produtos atrasam 4 anos.
Tudo que você vê é sempre uma cópia enfeitada e artificial de algo que já existia antes.
As perguntas dos usuários são ignoradas.
A maioria dos programas roda muito mais lentamente do que deveriam.
No começo, parecia ser um paraíso, mas não servia para nada. E tudo foi ficando pior para o usuário a cada versão.
Seus lançamentos são mundiais, simultâneos, e com forte esquema de marketing.
Programas cosméticos dão ilusão de entretenimento e prazer ao usuário fútil, enquanto os idealizadores é que ficam mais poderosos.
As mensagens de orientação do sistema - quando existentes - são vagas e indiretas.
Qualquer problema, por menor que seja, cresce até o sistema precisar de um reload.
Uma simples queda localizada de eletricidade pode comprometer todo o sistema.
Os novos lançamentos se preocupam mais com a aparência e com a inexistência de concorrência do que com a manutenção do que rodava bem antes.
Rodar dois programas poderosos no mesmo ambiente gera confusão.
Lançam correções corrigindo a correção de 72 horas atrás, e você precisa dar novo boot ao reinstalar.
Seus idealizadores querem controlar o mundo só porque fizeram um programa que muitos usam.
A maior parte dos recursos do sistema são consumidos só para dar a ilusão de boa aparência.
Eles nunca acreditam que o ambiente alternativo, preferido pelos hackers, possa ir para frente.
Não se pode confiar nos Agentes de Segurança.
Não há nada para se fazer em relação aos bugs, a não ser que você aceite ser cobaia de uma nova versão.
Se quiser ver alguma coisa além, sempre precisará de um plug "in".
É preciso destruir quase tudo a cada nova versão lançada.
Por mais que se programe direito, sempre há algo que não dá certo, que ninguém sabe o porquê, e que se resolve com boot.
O suporte age sempre como se você fosse um idiota que não sabe o que está fazendo, mas mesmo assim deixa tudo para você mesmo descobrir e resolver.
Os idealizadores "ferram" quem tenta abocanhar uma fatia do bolo que ele mesmo oferece.
Quem precisa de velocidade e segurança acessa Oracle no mesmo ambiente, mas vive tentando mudar de plataforma.
Programas antigos geram conflitos. E a maior de todas as provas:
Seu criador pensa que é Deus
A Via Láctea
Quando tudo está perdido
Sempre existe um caminho
Quando tudo está perdido
Sempre existe uma luz
Mas não me diga isso
Hoje a tristeza não é passageira
Hoje fiquei com febre a tarde inteira
E quando chegar a noite
Cada estrela parecerá uma lágrima
Queria ser como os outros
E rir das desgraças da vida
Ou fingir estar sempre bem
Ver a leveza das coisas com humor
Mas não me diga isso
É só hoje e isso passa...
Só me deixe aqui quieto
Isso passa ...
Amanhã é um outro dia não é
Eu nem sei porque me sinto assim
Vem de repente, um anjo triste perto de mim
E essa febre que não passa
E meu sorriso sem graça
Não me dê atenção
Mas obrigado por pensar em mim
Quando tudo está perdido
Sempre existe uma luz
Quando tudo está perdido
Sempre existe um caminho
Quando tudo está perdido
Eu me sinto tão sozinho
Quando tudo está perdido
Não quero mais ser quem eu sou
Mas não me diga isso
Não me dê atenção
E obrigado por pensar em mim
Mas não me diga isso
Não me dê atenção
E obrigado por pensar em mim
Quando tudo está perdido
Sempre existe um caminho
Quando tudo está perdido
Sempre existe uma luz
Mas não me diga isso
Hoje a tristeza não é passageira
Hoje fiquei com febre a tarde inteira
E quando chegar a noite
Cada estrela parecerá uma lágrima
Queria ser como os outros
E rir das desgraças da vida
Ou fingir estar sempre bem
Ver a leveza das coisas com humor
Mas não me diga isso
É só hoje e isso passa...
Só me deixe aqui quieto
Isso passa ...
Amanhã é um outro dia não é
Eu nem sei porque me sinto assim
Vem de repente, um anjo triste perto de mim
E essa febre que não passa
E meu sorriso sem graça
Não me dê atenção
Mas obrigado por pensar em mim
Quando tudo está perdido
Sempre existe uma luz
Quando tudo está perdido
Sempre existe um caminho
Quando tudo está perdido
Eu me sinto tão sozinho
Quando tudo está perdido
Não quero mais ser quem eu sou
Mas não me diga isso
Não me dê atenção
E obrigado por pensar em mim
Mas não me diga isso
Não me dê atenção
E obrigado por pensar em mim
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