Curso Prático de Inglês
Se você quiser uma Coca-Cola, diga:
- GUIMI A COUC.
Se você quiser comer uns ovos com presunto, diga:
- RAM AN EGS.
Se você prender o dedo na porta do Táxi, grite:
- FOC!
Se algo lhe parecer muito caro, diga:
- FOC.
Se levar um escorregão no Metrô, diga:
- FOC.
Se você for assaltado no Bronx, diga:
- FOC.
Se você der de cara com um mulherão tipo Cindy Crawford, diga:
- UARA FOC!
Se alguém lhe gritar algo que contenha FOC, responda:
- FOQUIU TU.
Se você perder seu passaporte, chame a policia e diga:
- AI LOST MAI FOQUIN PEIPERS.
Se você se perder na cidade, grite:
- AI AM FOQUIN LOST.
Quando se referir a uma terceira pessoa, outro sujeito, diga:
- DE FOQUIN GUEI OVERDÉR.
Se estiver à fim de transar com aquela morena espetacular, diga-lhe:
- AI UANA FOC WIT YU.
Se estiver à fim de transar com aquela loira espetacular, diga-lhe:
- RELOU, CAN AI FOQUIU?
Se alguém lhe perguntar quem foi a pessoa que fez determinada coisa, diga:
- DÃ FOQUIN BITCH OVERDÉR DID DÃ SHIT.
Ou se quiser lhe dar um elogio, diga:
- IUR BÂT IS FOQUIN GÚDI.
Se achares algo caro, diga:
- DIZ SHIT IS FOQUIN EXPENSIVE.
Se quiseres desconto, diga:
- GIV MI A FOQUIN DISCÁUNT.
Se estiveres com dor de barriga diga:
- UÉR KEN AI TEIK A FOQUIN SHIT?
Se não lembrares de onde conhece determinada pessoa, diga:
- HÉV UI FOC BIFÓR?
Se você encontrar uma pessoa muito feia, saúde-a dizendo:
- IU ÁR A FOQUIN ÂGLI MÁDAFÁCA.
Se você estiver à fim de convidar aquela super-gata para ir para a sua casa, diga:
- CAN I TEIK YOU HOME AND FOQUIÚ?
Se o caixa lhe pedir dinheiro trocado, diga:
- AI EINT GÁT ENY FOQUIN CHENGI.
Se gostares da comida, diga:
- DIZ SHIT IS FOQUIN GÚD.
Se não souber onde pegar um táxi, pergunte:
- RAO TU GUET A FOQUIN CAB?
Se estiver muito chateado não diga REFOC, somente repita FOC várias vezes.
- FOC, FOC, FOC...
Se perceber que alguém está querendo fazer gozação com você, pergunte:
- ARYU FOQUIN UÍT MI?
Se estas instruções não lhe servirem de muito...,
"UATA FOC IÚ ÓNT?
13.6.05
12.6.05
Winzip mineiro
Óia o WINZIP mineiro:
ARQUIVO DESCOMPACTADO:
VOCÊ QUER CAFÉ?
QUERO.
PODE POR O PÓ?
PODE POR.
PODE POR PÃO?
PODE POR UM POUQUINHO SÓ.
QUE FOME QUE EU ESTOU!
OLHA PARA VOCÊ VER!
NOSSA SENHORA APARECIDA DO PERPÉTUO SOCORRO!
Total: 168 caracteres
ARQUIVO COMPACTADO:
CE KE KAFÉ?
KÉ.
PÓ PÔ PÓ?
PÓ PÔ!
PÓ PÔ PÃO?
PÓ PÔ POKIN SÓ.
KFOM KOTÔ.
OPCV!
NÓ!
Total :73 caracteresCompressão de 44%!
É bão memo, uai!!!!!!!!!!!
ARQUIVO DESCOMPACTADO:
VOCÊ QUER CAFÉ?
QUERO.
PODE POR O PÓ?
PODE POR.
PODE POR PÃO?
PODE POR UM POUQUINHO SÓ.
QUE FOME QUE EU ESTOU!
OLHA PARA VOCÊ VER!
NOSSA SENHORA APARECIDA DO PERPÉTUO SOCORRO!
Total: 168 caracteres
ARQUIVO COMPACTADO:
CE KE KAFÉ?
KÉ.
PÓ PÔ PÓ?
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PÓ PÔ POKIN SÓ.
KFOM KOTÔ.
OPCV!
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Total :73 caracteresCompressão de 44%!
É bão memo, uai!!!!!!!!!!!
10.6.05
Diferentes vertentes do metal
Para entender de uma vez por todas as diferentes vertentes do metal, vamos imaginar uma situação e seus respectivos desfechos na abordagem de cada linha."No alto do castelo, há uma princesa - muito carente - que foi ali trancada, e é guardada por um grande e terrível dragão"...E os desfechos:
Metal Melódico: corre até o castelo num cavalo alado branco, escapa do dragão, salva a princesa, fogem para longe e fazem amor...
Thrash Metal: corre até o castelo, enche o dragão de porrada, pega a princesa e fode ela.
Power Metal: chega brandindo sua claymore e trava uma batalha gloriosa contra o dragão, até que o dragão sucumbe enquanto ele permanece em pé,banhado pelo sangue de seu inimigo, sinal de seu triunfo. Resgata a princesa. Esgota a paciência dela com auto-elogios. Só então a fode.
Heavy Metal tradicional: atropela o dragão com uma Harley Davidson , enche a cara de cerva com a princesa e depois come ela.
Folk Metal: chega uma galera tocando acordeon, flauta e violino, fazem o dragão dormir depois de tanto dançar, voltam pra floresta onde tem um monte de elfas, ninfas, fadas, dryades, e deixam a princesa no castelo.
Viking Metal: chega em seu cavalo, desce e mata o dragão com um machado, assa e o come. Depois pega e fode com a princesa, pega tudo de valor que tinha no castelo e dorme em volta da fogueira.
Death Metal: Chega, mata o dragão. Fode com a princesa. Mata a princesa. Vai embora.
Black Metal: Chega de madrugada, dentro da neblina. Mata o dragão e empala em frente ao castelo. Pega a princesa para um ritual. Bebe o sangue dela até a morte, e depois a empala junto com o dragão, pq descobriu que ela não era mais virgem.
Gore Metal: Chega, mata o dragão. Sobe no castelo, fode a princesa e mata ela. Depois fode-a de novo. Abre um monte de buracos na carne da princesa e fode cada um destes buracos. Arranca os olhos dela e fode as orbitas oculares. Agora queima a princesa. Na volta, fode com o dragão tb. Daí ele fica com fome e come o dragão e a princesa.
Doom Metal: Chega lá, olha o tamanho do dragão, fica deprimido e se mata.Daí vem o dragão, fode ele e depois o come.
Industrial Metal: mata o dragão com um monte de armas high-tech. volta pracasa. liga seu video-game. se masturba vendo a Lara Croft.
Progressive Metal: quer mostrar para o dragão toda sua técnica naespada.mata o dragão de tédio em uma luta demorada e depois vai embora.
Gothic Metal: como a música acalma as feras, chama uma mina gata com vozbonitinha pra cantar pro dragão. Não funciona e ele volta pra casa e transacom a mina gata com voz bonitinha.
New-Metal: Quer provar para todos outros que também é foda e é capaz de salvar a princesa. fica alardeando o quanto é foda, o quanto é inovador etc. Chega lá. Vai enfrentar o dragão e perde feio.
Metal Melódico: corre até o castelo num cavalo alado branco, escapa do dragão, salva a princesa, fogem para longe e fazem amor...
Thrash Metal: corre até o castelo, enche o dragão de porrada, pega a princesa e fode ela.
Power Metal: chega brandindo sua claymore e trava uma batalha gloriosa contra o dragão, até que o dragão sucumbe enquanto ele permanece em pé,banhado pelo sangue de seu inimigo, sinal de seu triunfo. Resgata a princesa. Esgota a paciência dela com auto-elogios. Só então a fode.
Heavy Metal tradicional: atropela o dragão com uma Harley Davidson , enche a cara de cerva com a princesa e depois come ela.
Folk Metal: chega uma galera tocando acordeon, flauta e violino, fazem o dragão dormir depois de tanto dançar, voltam pra floresta onde tem um monte de elfas, ninfas, fadas, dryades, e deixam a princesa no castelo.
Viking Metal: chega em seu cavalo, desce e mata o dragão com um machado, assa e o come. Depois pega e fode com a princesa, pega tudo de valor que tinha no castelo e dorme em volta da fogueira.
Death Metal: Chega, mata o dragão. Fode com a princesa. Mata a princesa. Vai embora.
Black Metal: Chega de madrugada, dentro da neblina. Mata o dragão e empala em frente ao castelo. Pega a princesa para um ritual. Bebe o sangue dela até a morte, e depois a empala junto com o dragão, pq descobriu que ela não era mais virgem.
Gore Metal: Chega, mata o dragão. Sobe no castelo, fode a princesa e mata ela. Depois fode-a de novo. Abre um monte de buracos na carne da princesa e fode cada um destes buracos. Arranca os olhos dela e fode as orbitas oculares. Agora queima a princesa. Na volta, fode com o dragão tb. Daí ele fica com fome e come o dragão e a princesa.
Doom Metal: Chega lá, olha o tamanho do dragão, fica deprimido e se mata.Daí vem o dragão, fode ele e depois o come.
Industrial Metal: mata o dragão com um monte de armas high-tech. volta pracasa. liga seu video-game. se masturba vendo a Lara Croft.
Progressive Metal: quer mostrar para o dragão toda sua técnica naespada.mata o dragão de tédio em uma luta demorada e depois vai embora.
Gothic Metal: como a música acalma as feras, chama uma mina gata com vozbonitinha pra cantar pro dragão. Não funciona e ele volta pra casa e transacom a mina gata com voz bonitinha.
New-Metal: Quer provar para todos outros que também é foda e é capaz de salvar a princesa. fica alardeando o quanto é foda, o quanto é inovador etc. Chega lá. Vai enfrentar o dragão e perde feio.
23.5.05
Bienal
Artista: Zeca Baleiro
Zeca Baleiro / Zé Ramalho
Desmaterializando a obra de arte no fim do milênio
Faço um quadro com moléculas de hidrogênio
Fios de pentelho de um velho armênio
Cuspe de mosca pão dormido asa de barata torta
Meu conceito parece à primeira vista
Um barrococó figurativo neo-expressionista
Com pitadas de art-nouveau pós-surrealista
Calcado na revalorização da natureza morta
Minha mãe certa vez disse-me um dia
Vendo minha obra exposta na galeria
Meu filho isso é mais estranho que o cu da jia
E muito mais feio que um hipopótamo insone
Pra entender um trabalho tão moderno
É preciso ler o segundo caderno
Calcular o produto bruto interno
Multiplicar pelo valor das contas de água luz e telefone
Rodopiando na fúria do ciclone
Reinvento o céu e o inferno
Minha mãe não entendeu o subtexto
Da arte desmaterializada no presente contexto
Reciclando o lixo lá do cesto
Chego a um resultado estético bacana
Com a graça de Deus e Basquiat
Nova Iorque me espere que eu vou já
Picharei com dendê de vatapá
Uma psicodélica baiana
Misturarei anáguas de viúva
Com tampinhas de pepsi e fanta uva
Um penico com água da última chuva
Ampolas de injeção de penicilina
Desmaterializando a matéria
Com a arte pulsando na artéria
Boto fogo no gelo da Sibéria
Faço até cair neve em Teresina
Com o clarão do raio da Silibrina
Desintegro o poder da bactéria
Com o clarão do raio da Silibrina
Desintegro o poder da bactéria
Zeca Baleiro / Zé Ramalho
Desmaterializando a obra de arte no fim do milênio
Faço um quadro com moléculas de hidrogênio
Fios de pentelho de um velho armênio
Cuspe de mosca pão dormido asa de barata torta
Meu conceito parece à primeira vista
Um barrococó figurativo neo-expressionista
Com pitadas de art-nouveau pós-surrealista
Calcado na revalorização da natureza morta
Minha mãe certa vez disse-me um dia
Vendo minha obra exposta na galeria
Meu filho isso é mais estranho que o cu da jia
E muito mais feio que um hipopótamo insone
Pra entender um trabalho tão moderno
É preciso ler o segundo caderno
Calcular o produto bruto interno
Multiplicar pelo valor das contas de água luz e telefone
Rodopiando na fúria do ciclone
Reinvento o céu e o inferno
Minha mãe não entendeu o subtexto
Da arte desmaterializada no presente contexto
Reciclando o lixo lá do cesto
Chego a um resultado estético bacana
Com a graça de Deus e Basquiat
Nova Iorque me espere que eu vou já
Picharei com dendê de vatapá
Uma psicodélica baiana
Misturarei anáguas de viúva
Com tampinhas de pepsi e fanta uva
Um penico com água da última chuva
Ampolas de injeção de penicilina
Desmaterializando a matéria
Com a arte pulsando na artéria
Boto fogo no gelo da Sibéria
Faço até cair neve em Teresina
Com o clarão do raio da Silibrina
Desintegro o poder da bactéria
Com o clarão do raio da Silibrina
Desintegro o poder da bactéria
Cearês para Americanos
What the hell is that? = Diabéisso?
Hurry up! = Avia, homi!
Take it easy! = Se avexe não!
Don´t be stupid! = Deixe de ser jumento!
Let´s go, fellows! = Rumbora negada!
No thanks! = Carece não!
Very far away! = Lá na carraducarai!
Very good = Danado de bom
This way = Peralí
More or less = Marromeno
Straight ahead = No rumo da venta
Get out of the way = Ó o mei! Sai do mei!
That´s cool! = É pai d´égua!
I give up! = Eu peço penico!
Wait for me! = Perainda!
Hey, mister! = Psiu, ei seu Zé!
Son of a bitch = Fi duma égua
Come to me, baby! = Ande, Tonha!
Hurry up! = Avia, homi!
Take it easy! = Se avexe não!
Don´t be stupid! = Deixe de ser jumento!
Let´s go, fellows! = Rumbora negada!
No thanks! = Carece não!
Very far away! = Lá na carraducarai!
Very good = Danado de bom
This way = Peralí
More or less = Marromeno
Straight ahead = No rumo da venta
Get out of the way = Ó o mei! Sai do mei!
That´s cool! = É pai d´égua!
I give up! = Eu peço penico!
Wait for me! = Perainda!
Hey, mister! = Psiu, ei seu Zé!
Son of a bitch = Fi duma égua
Come to me, baby! = Ande, Tonha!
18.5.05
Depois de Jenin
Publicado no Ha´aretz em 10.05.2002
DEPOIS DE JENIN
Yitzhak Laor (*)
Qual tem sido o motivo da guerra entre nós e os palestinos?
A tentativa israelense de fatiar o que sobrou da Palestina em quatro cantões, através da construção de "estradas de separação", novas colônias habitacionais e postos de controle. O resto é assassinato, terror, toque de recolher, demolição de casas e propaganda. As crianças palestinas sentem medo e desespero e seus pais são humilhados na frente delas.
A sociedade palestina está sendo desmantelada e a opinião pública do Ocidente joga a culpa nas vítimas - sempre o caminho mais fácil de encarar o horror.
Eu sei: meu pai foi um judeu alemão.
Desastrosamente, o Exército Israelense é a imago (imagem idealizada mentalmente) do país. Aos olhos da maioria dos israelenses, é uma imagem pura, sem manchas; pior, o exército é visto como estando acima de qualquer interesse político.
Não obstante, como qualquer outro exército, precisa de guerras, pelo menos de vez em quando. Mas enquanto em outros países o poder militar é contrabalançado pelas instituições da sociedade civil ou por partes do próprio estado (indústria, bancos, partidos políticos etc.) nós, em Israel, não dispomos desse contrapeso.
O Exército Israelense não tem nenhum rival real dentro do estado, nem mesmo quando a política desse Exército nos custa nossas próprias vidas (as vidas dos palestinos, para não mencionar seu bem-estar ou sua dignidade, está excluída do discurso político).
Não há dúvida de que a "política de assassinatos" de Israel - seu assassinato de lideranças políticas (Dr. Thabet Thabet de Tulkarem, Abu Ali Mustafá de Ramalá) ou de "terroristas" (às vezes rotulados como tais somente depois de terem sido eliminados) - tem jogado lenha na fogueira. As pessoas falam disso, embora nenhum política da direita, do centro ou mesmo da decadente esquerda sionista tenha ousado se pronunciar contra isso.
E apesar de críticas na imprensa, o Exército vem fazendo o que decidir fazer. Algora eles conseguiram aquilo que realmente desejavam: um ataque total contra a Cisjordânia.
Desde 11 de setembro as palavras "guerra contra o terrorismo" se tornaram populares, razão porque tudo o que Israel faz é uma guerra contra o terrorismo.
Incluindo o saque no Centro Cultural Khalil Sakakni em Ramalá.
Também sou contra o terrorismo. Não quero morrer levando meu filho ao shopping.
De fato, eu não o levo mais lá. Não tomo ônibus e temo que chegue a vez da minha família, mas sei que eles - isto é, os generais - aceitam ataques terroristas como "um preço razoável a pagar" para alcançar uma solução. Qual é a solução deles? Paz - de que tipo? Paz entre os israelenses vitoriosos e os palestinos derrotados.
A crueldade do Exército Israelense deve ser lida contra o pano de fundo de sua derrota no Líbano, quando foi expulso de lá depois de travar durante anos uma guerra suja.
O sul do Líbano foi incendiado e destruído pela artilharia e a força aérea israelenses para que nenhuma organização terrorista pudesse resistir.
Mesmo assim, 300 combatentes - devo chamá-los de "terroristas"? - expulsou-nos (isto é, nosso exército) duas vezes. Primeiro, em 1985, de volta ao que nosso exército e imprensa costumavam chamar de nossa "Zona de Segurança" (a imprensa estrangeira denominava-a de "zona de segurança" auto-proclamada por Israel); e depois, dois anos atrás, dessa mesma Zona de Segurança. Os generais que foram derrotados àquela época estão dirigindo a guerra atual. Eles têm vivido aquela derrota diariamente. E agora podem lhes ensinar - isto é, aos árabes - sua lição.
Nossos heróis, armados com aviões, helicópteros e tanques, podem deter centenas de pessoas, concentrá-las em campos cercados de arame farpado, sem cobertores nem abrigo, explorar a confusão para demolir mais casas, abater mais árvores, retirar mais meios de subsistência.
A escavadeira, antigamente um símbolo da construção de um novo país, tornou-se um monstro que acompanha os tanques, de modo que todo mundo possa ver como o lar de outra família, um outro futuro, desaparece. Os israelenses procuram punir qualquer pessoa que enfraqueça nossa imagem de nós mesmos como vítimas. Ninguém tem permissão de tirar de nós essa imagem, especialmente não no contexto da guerra com os palestinos, que estão travando uma guerra em "nosso lar" - isto é, seu "não-lar".
Quando um ministro do gabinete de uma antiga república socialista comparou Yasser Arafat a Hitler, foi aplaudido. Por quê? Porque este é o modo como o mundo deveria olhar-nos, emergindo das cinzas. É por isso que amamos o filme Shoah, de Claude Lanzmann (e ainda mais seu repugnante filme sobre o Exército Israelense) e a Lista de Schindler.
Diga-nos mais sobre nós mesmos como vítimas e como devemos ser perdoados por toda a atrocidade que cometemos. Como escreveu minha amiga Tanya Reinhart: "Parece que o que nós interiorizamos da memória do holocausto é que qualquer mal de extensão menor é aceitável". Mas esse "mal do passado" tem um jeito peculiar de entrar na nossa vida presente.
Em 25 de janeiro, três meses antes do Exército Israelense obter licença para invadir a Cisjordânia, Amir Oren, um comentarista militar veterano do Há´aretz, citou um oficial superior: A fim de se preparar adequadamente para a próxima campanha, um dos oficiais israelenses nos territórios ocupados disse há não muito tempo atrás que é justificado e, de fato, essencial, aprender com todas as fontes possíveis. Se a missão é tomar um campo de refugiados densamente povoado, ou assaltar a kasbah (centro comercial) em Nablus, e se o dever do comandante é tentar executar a missão sem baixas em ambos os lados, então ele deve primeiro analisar e interiorizar as lições de batalhas anteriores - mesmo, embora isso possa parecer chocante - mesmo como o Exército Alemão lutou no Gueto de Varsóvia.
O oficial de fato obteve sucesso em chocar pessoas, não menos porque ele não está sozinho nesse procedimento.
Muitos dos seus camaradas concordam que a fim de salvar israelenses agora é certo fazer uso do conhecimento que se originou nessa terrível guerra, cujas vítimas eram parentes deles.
Israel pode não ter um passado colonial, mas temos uma memória do mal. Isso explica por que soldados israelenses estamparam número de identificação nos braços dos palestinos? Ou por que o mais recente Dia do Holocausto produziu uma ridícula comparação entre aqueles dentre nós no Gueto de Varsóvia sitiado e aqueles de nós cercando o sitiado campo de refugiados de Jenin?
A satisfação pela "vitória" de Jenin foi parte dessa mentira permanente.
Uns vinte soldados israelenses (a maioria deles reservistas) morreram na que foi considerada uma campanha de baixa zero, mas os defensores do campo estavam equipados somente com rifles e explosivos. No lado israelense, como sempre, havia unidades especiais deslocando-se de um beco para outro, assistidos por uma aeronave de controle remoto que fornecia informações sofisticadas aos comandantes na retaguarda.
Quando isso não funcionava, sobrevinha o bombardeio do campo, depois o emprego de helicópteros Apache fornecidos pelos EUA para destruir casas juntamente com dúzias (ou centenas) de habitantes.
Isso foi um massacre? Como tudo mais na nossa corrompida vida, isso depende do número de mortos: dez israelenses mortos é um massacre, 50 palestinos mortos não vale a pena considerar.
A destruição do campo, se espontânea ou premeditada por Sharon & Cia., reflete a determinação dos oficiais superiores de terminar seu serviço militar com uma realização real: a eliminação do movimento nacional palestino, sob a máscara da guerra contra o terror.
Mas o terror não será derrotado desse jeito.
Pelo contrário. Escravizar uma nação, dobrando-a de joelhos, simplesmente não funciona. Nunca funcionou. O longo sítio da Igreja da Natividade em Belém é a prova de que as palavras "generais israelenses" não se referem mais a homens capazes de pensamento estratégico ou a algo que se lhe assemelhe. Os generais israelenses podem ter travado algumas batalhas complicadas em 1967, 1973 ou mesmo 1982, mas em Belém eles cercaram 200 jovens palestinos durante mais de três semanas e deixaram o mundo ver sua obstinação e crueldade sem sentido.
Como, você pode perguntar, pode uma nação desobediente como Israel seguir de forma tão tola um alto comando?
Aqui situa-se o começo de uma resposta.
Enquanto os cadáveres jaziam apodrecendo em Jenin e crianças pequenas corriam em torno procurando por alimento ou por seus pais desaparecidos, e os feridos ainda sangravam até à morte, com o Exército Israelense impedindo qualquer socorro ou funcionários da ONU de entrar no campo (o que eles tinham para esconder?), o Ministério da Educação de Israel baixou uma portaria para todas as escolas no sentido de que as crianças levassem encomendas para os soldados.
"A coisa mais importante", disse o professor do meu filho de sete anos, "é uma carta para os soldados". Centenas de milhares de crianças escreveram tais cartas quando a guerra contra uma população civil estava em seu grau máximo, sob o olhar crítico da mídia mundial. Imagine o comprometimento ideológico daquelas crianças no futuro.
Este é apenas um aspecto de nossa sociedade destituída de oposição.
O imaginário israelense é constituído, antes de mais nada, pela crença na supremacia israelense.
Quando acontece um bombardeio suicida cruel num hotel em Netanya, nós respondemos numa escala maior, com um ataque terrorista contra eles, não importando se isso inflige morte e fome a dois milhões de pessoas que não têm conexão com aquele ato, não importando se isso criará mais mil mártires que explodirão a si próprios juntamente com suas vítimas.
A lógica militar por trás desse comportamento diz: "Temos o poder e temos de exercê-lo, de outro modo nossa existência ficará em perigo". Mas o único perigo é o perigo enfrentado pelos palestinos.
Câmaras de gás não são o único meio de destruir uma nação. Basta destruir seu tecido social, fazer perecer pela fome dúzias de aldeias, produzir altas taxas de mortalidade infantil.
A Cisjordânia está atravessando uma ´Gaza-isação´. Por favor, não dê de ombros. A única coisa que pode ajudar a destruir o consenso em Israel é a pressão da Europa Ocidental, da qual a elite israelense é dependente de muitas maneiras.
(*) Poeta que escreve ensaios para o diário de Jerusalém, Ha´aretz.
14.4.05
Bob Dylan
"Blowin' In The Wind"
How many roads most a man walk down
Before you call him a man ?
How many seas must a white dove sail
Before she sleeps in the sand ?
Yes, how many times must the cannon balls fly
Before they're forever banned ?
The answer my friend is blowin' in the wind
The answer is blowin' in the wind.
Yes, how many years can a mountain exist
Before it's washed to the sea ?
Yes, how many years can some people exist
Before they're allowed to be free ?
Yes, how many times can a man turn his head
Pretending he just doesn't see ?
The answer my friend is blowin' in the wind
The answer is blowin' in the wind.
Yes, how many times must a man look up
Before he can see the sky ?
Yes, how many ears must one man have
Before he can hear people cry ?
Yes, how many deaths will it take till he knows
That too many people have died ?
The answer my friend is blowin' in the wind
The answer is blowin' in the wind.
How many roads most a man walk down
Before you call him a man ?
How many seas must a white dove sail
Before she sleeps in the sand ?
Yes, how many times must the cannon balls fly
Before they're forever banned ?
The answer my friend is blowin' in the wind
The answer is blowin' in the wind.
Yes, how many years can a mountain exist
Before it's washed to the sea ?
Yes, how many years can some people exist
Before they're allowed to be free ?
Yes, how many times can a man turn his head
Pretending he just doesn't see ?
The answer my friend is blowin' in the wind
The answer is blowin' in the wind.
Yes, how many times must a man look up
Before he can see the sky ?
Yes, how many ears must one man have
Before he can hear people cry ?
Yes, how many deaths will it take till he knows
That too many people have died ?
The answer my friend is blowin' in the wind
The answer is blowin' in the wind.
25.3.05
Mera coincidência?
Acho que já li e ouvi sobre esse personagem em algum lugar, não com esse nome...
"Sargão, o poderoso rei, rei de Akkad, eu sou.
Minha mãe era uma suma sacerdotisa , meu pai eu não conheci.
Os irmãos de meu pai amavam as colinas.
Minha cidade é Azupiranu, que está situada nas margens do Eufrates.
Minha mãe, a suma sacerdotisa, concebeu-me, em segredo ela me deu à luz.
Ela colocou-me em um cesto de juncos, com betume ela selou a tampa.
Ela colocou-me no rio que não me submergiu.
O rio levou-me a Akki, o tirador de água.
Akki, o tirador de água, ergueu-me ao mergulhar seu balde.
Akki, o tirador de água, tomou-me como seu filho e criou-me.
Akki, o tirador de água, colocou-me como seu jardineiro.
Enquanto eu era um jardineiro, Ishtar concedeu-me seu amor.
E durante quatro e (...) anos eu exerci a realeza.
O povo cabeça preta eu dirigi, eu governei;
Altas montanhas com machados de bronze eu conquistei.
As cordilheiras superiores eu escalei.
As cordilheiras inferiores eu atravessei.
A terra do mar três vezes eu girei.
Dilmun minha mão capturou"...
(seguem-se mais 12 linhas, narrando as vitórias do rei).
veja a fonte
"Sargão, o poderoso rei, rei de Akkad, eu sou.
Minha mãe era uma suma sacerdotisa , meu pai eu não conheci.
Os irmãos de meu pai amavam as colinas.
Minha cidade é Azupiranu, que está situada nas margens do Eufrates.
Minha mãe, a suma sacerdotisa, concebeu-me, em segredo ela me deu à luz.
Ela colocou-me em um cesto de juncos, com betume ela selou a tampa.
Ela colocou-me no rio que não me submergiu.
O rio levou-me a Akki, o tirador de água.
Akki, o tirador de água, ergueu-me ao mergulhar seu balde.
Akki, o tirador de água, tomou-me como seu filho e criou-me.
Akki, o tirador de água, colocou-me como seu jardineiro.
Enquanto eu era um jardineiro, Ishtar concedeu-me seu amor.
E durante quatro e (...) anos eu exerci a realeza.
O povo cabeça preta eu dirigi, eu governei;
Altas montanhas com machados de bronze eu conquistei.
As cordilheiras superiores eu escalei.
As cordilheiras inferiores eu atravessei.
A terra do mar três vezes eu girei.
Dilmun minha mão capturou"...
(seguem-se mais 12 linhas, narrando as vitórias do rei).
veja a fonte
6.3.05
Como ser um místico
1) Invente alguns paradoxos sem sentido (tais como a única verdadeira luz encontra-se nas trevas ou cada passo em frente é um passo atrás).
2) Use com um ar misterioso provérbios sem qualquer significado (tais como em casa onde não há pão todos ralham e ninguém tem razão ou quanto maior é a altura, maior é a queda). 3) Professe uma crença em pelo menos um absurdo metafísico palpável, tal como na afirmação que Tudo é o Uno Único ou que a Realidade Comum é meramente uma Ilusão Básica em Comparação com a Vera Luz da Divindade. Não se esqueça de falar com Letras Maiúsculas.
4) Dê a entender de maneira obscura que a Via para a Iluminação, apesar de Longa e Árdua, será no Fim Cumprida; e sugira que um bom método para o conseguir é entrar numa Relação Física de Comunhão consigo mesmo.
5) Adote permanentemente um Sorriso Benigno, que para todos os efeitos práticos não se consiga distinguir do Esgar Inane.
2) Use com um ar misterioso provérbios sem qualquer significado (tais como em casa onde não há pão todos ralham e ninguém tem razão ou quanto maior é a altura, maior é a queda). 3) Professe uma crença em pelo menos um absurdo metafísico palpável, tal como na afirmação que Tudo é o Uno Único ou que a Realidade Comum é meramente uma Ilusão Básica em Comparação com a Vera Luz da Divindade. Não se esqueça de falar com Letras Maiúsculas.
4) Dê a entender de maneira obscura que a Via para a Iluminação, apesar de Longa e Árdua, será no Fim Cumprida; e sugira que um bom método para o conseguir é entrar numa Relação Física de Comunhão consigo mesmo.
5) Adote permanentemente um Sorriso Benigno, que para todos os efeitos práticos não se consiga distinguir do Esgar Inane.
Contradições bíblicas
...o filho não levará a maldade do pai. Ezequiel, 18:20
...porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a maldade dos pais nos filhos até à terceira e Quarta geração daqueles que me aborrecem. Êxodo, 20:5
...benigno sou, diz o Senhor, e não conservarei para sempre minha ira. Jeremias, 3:12
...O fogo que acendeste na minha ira arderá para sempre. Jeremias, 17:4
...porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a maldade dos pais nos filhos até à terceira e Quarta geração daqueles que me aborrecem. Êxodo, 20:5
...benigno sou, diz o Senhor, e não conservarei para sempre minha ira. Jeremias, 3:12
...O fogo que acendeste na minha ira arderá para sempre. Jeremias, 17:4
Por onde anda deus?
A idéia de que Deus é um gigante barbudo de pele branca sentado no céu é ridícula. Mas se, com esse conceito, você se referir a um conjunto de leis físicas que regem o Universo, então claramente existe um Deus. Só que Ele é emocionalmente frustrante: afinal, não faz muito sentido rezar para a lei da gravidade! Carl Sagan
2.3.05
PT
Depois dos problemas acontecidos na Asia, o Governo Brasileiro
resolveu instalar um medidor de abalos que cobre todo o país.
O Centro Sísmico Nacional enviou à polícia de Icó, no nordeste
um telegrama que dizia:
POSSIVEL MOVIMENTO SISMICO NA ZONA. PT
MUITO PERIGOSO, SUPERIOR RICHTER 7. PT
EPICENTRO A TRES KM DA CIDADE.PT
TOMAR MEDIDAS COM URGENCIA.PT
Apos uma semana foi recebido no Centro Sísmico Nacional
um telegrama que dizia:
AQUI POLICIA DE ICÓ. PT
MOVIMENTO SISMICO TOTALMENTE DESARTICULADO. PT
O TAL RICHTER TENTOU FUGIR MAS FOI ABATIDO A TIROS. PT
DESATIVAMOS A ZONA. PT
AS PUTAS ESTÃO TODAS PRESAS.PT
EPICENTRO, EPIFANIO E 3 CUPINCHAS DETIDOS. PT
NÃO RESPONDEMOS ANTES PORQUE HOUVE AQUI PRÓXIMO
UM TERREMOTO DA PORRA. PT
resolveu instalar um medidor de abalos que cobre todo o país.
O Centro Sísmico Nacional enviou à polícia de Icó, no nordeste
um telegrama que dizia:
POSSIVEL MOVIMENTO SISMICO NA ZONA. PT
MUITO PERIGOSO, SUPERIOR RICHTER 7. PT
EPICENTRO A TRES KM DA CIDADE.PT
TOMAR MEDIDAS COM URGENCIA.PT
Apos uma semana foi recebido no Centro Sísmico Nacional
um telegrama que dizia:
AQUI POLICIA DE ICÓ. PT
MOVIMENTO SISMICO TOTALMENTE DESARTICULADO. PT
O TAL RICHTER TENTOU FUGIR MAS FOI ABATIDO A TIROS. PT
DESATIVAMOS A ZONA. PT
AS PUTAS ESTÃO TODAS PRESAS.PT
EPICENTRO, EPIFANIO E 3 CUPINCHAS DETIDOS. PT
NÃO RESPONDEMOS ANTES PORQUE HOUVE AQUI PRÓXIMO
UM TERREMOTO DA PORRA. PT
26.2.05
Ladrão baiano
Essa do ladrão baiano (saiu em todos os jornais) é emblemática.
O rapaz, competente, assaltou uma casa. Roubou alguma coisa. Mais competente, assaltou a casa ao lado. Roubou quase tudo. Competentíssimo, assaltou a terceira casa. Roubou o máximo que podia. Carregando seus troféus, entrou na quarta casa.
Mas aí a baianidade foi mais forte. Deitou num sofá, ferrou no sono. Foi preso.
(Millor)
O rapaz, competente, assaltou uma casa. Roubou alguma coisa. Mais competente, assaltou a casa ao lado. Roubou quase tudo. Competentíssimo, assaltou a terceira casa. Roubou o máximo que podia. Carregando seus troféus, entrou na quarta casa.
Mas aí a baianidade foi mais forte. Deitou num sofá, ferrou no sono. Foi preso.
(Millor)
17.2.05
Ateu, graças a Deus!
«A ideia de um Ente supremo que cria um mundo no qual uma criatura deve comer outra para sobreviver e, então, proclama uma lei dizendo: 'Não Matarás' é tão monstruosamente absurda que não consigo entender como a humanidade a tem aceite por tanto tempo.» Peter de Vries
16.2.05
"Mulher é como pilha, tem no mínimo um lado positivo.” (Firmino Tei-Tei)
Em matéria de tal e coisa, tudo mais é assim mesmo... (Falcão)
12.2.05
A diferença entre um simples marketing e o poder de uma marca
Você vai a uma festa e vê uma garota atraente do outro lado da sala.
Você chega pra ela e diz:
Oi, sou muito bom de cama. Esta interessada?
Isso é Marketing Direto.
Você vai a uma festa e vê uma garota atraente do outro lado da sala.
Você da um toque em seu amigo. Ele chega pra ela e diz:
Oi, meu amigo ali e muito bom de cama. Esta interessada?
Isso é Propaganda.
Você vai a uma festa e vê uma garota atraente do outro lado da sala.
De alguma maneira você descobre o telefone dela.
Você telefona, bate um papinho e diz:
Oi, sou muito bom de cama. Esta interessada?
Isso é Telemarketing.
Você vai a uma festa e vê uma garota atraente do outro la do da sala.
Voce chega perto dela com a melhor roupa, usa o melhor perfume, da o melhor sorriso e começa a conversar. E super educado, anda com charme, abre a porta para ela. Depois olha para ela e diz:
Sou muito bom de cama também.... Esta interessada?
Isso é Campanha de Marketing.
Você vai a uma festa e vê uma garota atraente do outro lado da sala.
Você a reconhece, vai ate ela, refresca a memória e a faz rir. Então diz:
Continuo bom de cama. Esta Interessada?
Isso é Manutenção de Clientes.
AGORA SE:
Você vai a uma festa e vê uma garota atraente do outro lado da sala.
ELA VEM ATE VOCÊ e diz:
Oi, ouvi dizer que você e muito bom de cama. Esta interessado?
ISSO, MEU CARO, É O PODER DA MARCA!
Você chega pra ela e diz:
Oi, sou muito bom de cama. Esta interessada?
Isso é Marketing Direto.
Você vai a uma festa e vê uma garota atraente do outro lado da sala.
Você da um toque em seu amigo. Ele chega pra ela e diz:
Oi, meu amigo ali e muito bom de cama. Esta interessada?
Isso é Propaganda.
Você vai a uma festa e vê uma garota atraente do outro lado da sala.
De alguma maneira você descobre o telefone dela.
Você telefona, bate um papinho e diz:
Oi, sou muito bom de cama. Esta interessada?
Isso é Telemarketing.
Você vai a uma festa e vê uma garota atraente do outro la do da sala.
Voce chega perto dela com a melhor roupa, usa o melhor perfume, da o melhor sorriso e começa a conversar. E super educado, anda com charme, abre a porta para ela. Depois olha para ela e diz:
Sou muito bom de cama também.... Esta interessada?
Isso é Campanha de Marketing.
Você vai a uma festa e vê uma garota atraente do outro lado da sala.
Você a reconhece, vai ate ela, refresca a memória e a faz rir. Então diz:
Continuo bom de cama. Esta Interessada?
Isso é Manutenção de Clientes.
AGORA SE:
Você vai a uma festa e vê uma garota atraente do outro lado da sala.
ELA VEM ATE VOCÊ e diz:
Oi, ouvi dizer que você e muito bom de cama. Esta interessado?
ISSO, MEU CARO, É O PODER DA MARCA!
A diferença entre um simples markting e o poder de uma marca
Você vai a uma festa e vê uma garota atraente do outro lado da sala.
Você chega pra ela e diz:
Oi, sou muito bom de cama. Esta interessada?
Isso é Marketing Direto.
Você vai a uma festa e vê uma garota atraente do outro lado da sala.
Você da um toque em seu amigo. Ele chega pra ela e diz:
Oi, meu amigo ali e muito bom de cama. Esta interessada?
Isso é Propaganda.
Você vai a uma festa e vê uma garota atraente do outro lado da sala.
De alguma maneira você descobre o telefone dela.
Você telefona, bate um papinho e diz:
Oi, sou muito bom de cama. Esta interessada?
Isso é Telemarketing.
Você vai a uma festa e vê uma garota atraente do outro la do da sala.
Voce chega perto dela com a melhor roupa, usa o melhor perfume, da o melhor sorriso e começa a conversar. E super educado, anda com charme, abre a porta para ela. Depois olha para ela e diz:
Sou muito bom de cama também.... Esta interessada?
Isso é Campanha de Marketing.
Você vai a uma festa e vê uma garota atraente do outro lado da sala.
Você a reconhece, vai ate ela, refresca a memória e a faz rir. Então diz:
Continuo bom de cama. Esta Interessada?
Isso é Manutenção de Clientes.
AGORA SE:
Você vai a uma festa e vê uma garota atraente do outro lado da sala.
ELA VEM ATE VOCÊ e diz:
Oi, ouvi dizer que você e muito bom de cama. Esta interessado?
ISSO, MEU CARO, É O PODER DA MARCA!
Você chega pra ela e diz:
Oi, sou muito bom de cama. Esta interessada?
Isso é Marketing Direto.
Você vai a uma festa e vê uma garota atraente do outro lado da sala.
Você da um toque em seu amigo. Ele chega pra ela e diz:
Oi, meu amigo ali e muito bom de cama. Esta interessada?
Isso é Propaganda.
Você vai a uma festa e vê uma garota atraente do outro lado da sala.
De alguma maneira você descobre o telefone dela.
Você telefona, bate um papinho e diz:
Oi, sou muito bom de cama. Esta interessada?
Isso é Telemarketing.
Você vai a uma festa e vê uma garota atraente do outro la do da sala.
Voce chega perto dela com a melhor roupa, usa o melhor perfume, da o melhor sorriso e começa a conversar. E super educado, anda com charme, abre a porta para ela. Depois olha para ela e diz:
Sou muito bom de cama também.... Esta interessada?
Isso é Campanha de Marketing.
Você vai a uma festa e vê uma garota atraente do outro lado da sala.
Você a reconhece, vai ate ela, refresca a memória e a faz rir. Então diz:
Continuo bom de cama. Esta Interessada?
Isso é Manutenção de Clientes.
AGORA SE:
Você vai a uma festa e vê uma garota atraente do outro lado da sala.
ELA VEM ATE VOCÊ e diz:
Oi, ouvi dizer que você e muito bom de cama. Esta interessado?
ISSO, MEU CARO, É O PODER DA MARCA!
8.2.05
Testando o sensacional WBloggar
Vejamos como ficou esta parada depois das modificações do Marcelo...
7.2.05
Riremos, pois....
"Chegando eu, semana passada de São Paulo, trouxe de lá , na bagagem, uma máquina fotográfica daquelas providas de timer - dispositivo que retarda o clic final da câmera, permitindo ao fotografo também sair no retrato. Armei a máquina num tripé em frente a casa da fazenda e convidei tudo quanto era parente e aderente a pousarem para uma foto. Liguei o disparador e corri para me colocar junto à parentalha, dentro do raio do foco da lente. No que eu corri, todo mundo correu, não ficou ninguém para a fotografia. Vendo o meu desapontamento, voltaram desconfiados e então eu perguntei:
- Porque vocês correram? No que a minha sogra respondeu:
- Ora, se você que é o dono correu!..."
"Chegando eu, semana passada de São Paulo, trouxe de lá , na bagagem, uma máquina fotográfica daquelas providas de timer - dispositivo que retarda o clic final da câmera, permitindo ao fotografo também sair no retrato. Armei a máquina num tripé em frente a casa da fazenda e convidei tudo quanto era parente e aderente a pousarem para uma foto. Liguei o disparador e corri para me colocar junto à parentalha, dentro do raio do foco da lente. No que eu corri, todo mundo correu, não ficou ninguém para a fotografia. Vendo o meu desapontamento, voltaram desconfiados e então eu perguntei:
- Porque vocês correram? No que a minha sogra respondeu:
- Ora, se você que é o dono correu!..."
O JUMENTO NOSSO IRMÃO (Falcão)
“Cada um é cada qual.” (Dona Jarina)
Pelo jornal o dia me chega com o seguinte: Jumentos sacrificados no Ceará “...jumentos pegos nas estradas são mortos a pauladas e jogados em uma vala, e muitos são enterrados ainda com vida. A estimativa é que 4.000 animais tenham sido mortos dessa maneira, desde janeiro de 2002. As últimas denúncias foram recebidas este mês pela União Internacional Protetora dos Animais (Uipa). Segundo a qual, a última matança (150 jumentos), foi em nove de maio, e para morrer cada animal recebe uma paulada na cabeça. Em seguida, é jogado em uma vala cavada por trator". Minha sogra, pra não perder o costume, ainda falou: “Ainda bem que você não estava lá”...
Todo mundo, e a mulher de ‘seu’ Raimundo, sabe que os tempos atuais são apocalípticos. Mas, será que o jumento nosso irmão está marcado no rol dos pecadores sujeitos a tal castigo? O certo é que a matança já era comum na década de setenta, quando o animal foi quase extinto pelos (segundo dizem), grandes frigoríficos que utilizavam sua carne para fazer salsicha, enlatados e congêneres. Ainda segundo a língua do povo, o bicho também era usado (o sangue) para fazer vacina.
Naquela época, o Padre Antônio Vieira, escritor cearense falecido recentemente, lançou as bases de um movimento em defesa do jegue. Primeiro com o livro O JUMENTO NOSSO IRMÃO, que foi até traduzido para o inglês (The donkey, our brother) e publicado em Nova Iorque e, depois, com a criação do CLUBE MUNDIAL DO JUMENTO, reunindo jornalistas, políticos, intelectuais e artistas. Uns menos e outros mais aparentados com o quadrúpede.
Dizem que Brigite Bardot,- que quando ficou velha e feia que nem um bicho, adquiriu um repentino amor pelos animais, teria se apaixonado perdidamente pelo jumento quando viu a catilogência fálica da criatura.
Para quem não sabe, no Brasil vivem cinco “marcas” de jumento: O cabano(com as orelhas quebradas), o baé ( baixinho), o pega (o maior) , o canindé (preto com a barriga branca), e o gabinete (que tem a maior pujança genitálica, chegando o seu “bráulio” (que arrasta no chão) a servir como tração extra quando o animal por acaso atola). Foi por ele que Brigite Bardot se encantou.
Por causa dessa campanha do Padre Vieira e também pelo desuso na agricultura no transporte e na alimentação, o quadro se reverteu (como diria o grande filósofo paraibano Getúlio França, guitarrista da renomada banda Diarréia): agora está sobrando jumento e o preço de um deles, segundo o IGP, chegou ao ridículo valor de R$ 5,00. Ninguém os quer nem de graça. Por isso eles vagam aos lotes pelas estradas, onde são pegos e depois mortos pelos órgãos (in) competentes.
Uma pena... O jegue que esteve presente, por três vezes, na vida de Jesus: no nascimento, na fuga para o Egito, e na entrada triunfal em Jerusalém, no domingo de Ramos, é um bicho de 1001 utilidades e poderia ser utilizado, inclusive nas grandes cidades, em atividades variadas:
• No trânsito – a prefeitura doaria um jegue para cada cidadão (e confiscaria seu carro) contribuindo para o desafogo do tráfego e a diminuição da poluição, já que o jumento é menor que um automóvel e não usa combustível fóssil,
• Na segurança – um jumento bem treinado é capaz de dar cabo de dois ou três bandidos,
• Como relógio/despertador – o relincho de um jegue tanto é alto (em matéria de volume), como é pontual, ele sempre relincha em horários cheios, ou seja: de hora em hora ou de meia em meia hora ou, ainda, de quinze em quinze minutos. Melhor que o relógio do homem do Baú...
No mais, é como disse Luiz Gonzaga, o rei do baião: “O bicho é servidorzinho!”
“Cada um é cada qual.” (Dona Jarina)
Pelo jornal o dia me chega com o seguinte: Jumentos sacrificados no Ceará “...jumentos pegos nas estradas são mortos a pauladas e jogados em uma vala, e muitos são enterrados ainda com vida. A estimativa é que 4.000 animais tenham sido mortos dessa maneira, desde janeiro de 2002. As últimas denúncias foram recebidas este mês pela União Internacional Protetora dos Animais (Uipa). Segundo a qual, a última matança (150 jumentos), foi em nove de maio, e para morrer cada animal recebe uma paulada na cabeça. Em seguida, é jogado em uma vala cavada por trator". Minha sogra, pra não perder o costume, ainda falou: “Ainda bem que você não estava lá”...
Todo mundo, e a mulher de ‘seu’ Raimundo, sabe que os tempos atuais são apocalípticos. Mas, será que o jumento nosso irmão está marcado no rol dos pecadores sujeitos a tal castigo? O certo é que a matança já era comum na década de setenta, quando o animal foi quase extinto pelos (segundo dizem), grandes frigoríficos que utilizavam sua carne para fazer salsicha, enlatados e congêneres. Ainda segundo a língua do povo, o bicho também era usado (o sangue) para fazer vacina.
Naquela época, o Padre Antônio Vieira, escritor cearense falecido recentemente, lançou as bases de um movimento em defesa do jegue. Primeiro com o livro O JUMENTO NOSSO IRMÃO, que foi até traduzido para o inglês (The donkey, our brother) e publicado em Nova Iorque e, depois, com a criação do CLUBE MUNDIAL DO JUMENTO, reunindo jornalistas, políticos, intelectuais e artistas. Uns menos e outros mais aparentados com o quadrúpede.
Dizem que Brigite Bardot,- que quando ficou velha e feia que nem um bicho, adquiriu um repentino amor pelos animais, teria se apaixonado perdidamente pelo jumento quando viu a catilogência fálica da criatura.
Para quem não sabe, no Brasil vivem cinco “marcas” de jumento: O cabano(com as orelhas quebradas), o baé ( baixinho), o pega (o maior) , o canindé (preto com a barriga branca), e o gabinete (que tem a maior pujança genitálica, chegando o seu “bráulio” (que arrasta no chão) a servir como tração extra quando o animal por acaso atola). Foi por ele que Brigite Bardot se encantou.
Por causa dessa campanha do Padre Vieira e também pelo desuso na agricultura no transporte e na alimentação, o quadro se reverteu (como diria o grande filósofo paraibano Getúlio França, guitarrista da renomada banda Diarréia): agora está sobrando jumento e o preço de um deles, segundo o IGP, chegou ao ridículo valor de R$ 5,00. Ninguém os quer nem de graça. Por isso eles vagam aos lotes pelas estradas, onde são pegos e depois mortos pelos órgãos (in) competentes.
Uma pena... O jegue que esteve presente, por três vezes, na vida de Jesus: no nascimento, na fuga para o Egito, e na entrada triunfal em Jerusalém, no domingo de Ramos, é um bicho de 1001 utilidades e poderia ser utilizado, inclusive nas grandes cidades, em atividades variadas:
• No trânsito – a prefeitura doaria um jegue para cada cidadão (e confiscaria seu carro) contribuindo para o desafogo do tráfego e a diminuição da poluição, já que o jumento é menor que um automóvel e não usa combustível fóssil,
• Na segurança – um jumento bem treinado é capaz de dar cabo de dois ou três bandidos,
• Como relógio/despertador – o relincho de um jegue tanto é alto (em matéria de volume), como é pontual, ele sempre relincha em horários cheios, ou seja: de hora em hora ou de meia em meia hora ou, ainda, de quinze em quinze minutos. Melhor que o relógio do homem do Baú...
No mais, é como disse Luiz Gonzaga, o rei do baião: “O bicho é servidorzinho!”
PALAVRAS SÃO PALAVRAS...
“Um homem que não tem o que falar também não precisa cuspir”. (Mané Filismino)
Em boca fechada não entra mosca. Em compensação, quem cala consente. Mas, porém, se você não disser, vem alguém e diz. Foi pensando assim que eu, a partir de um certo dia, desatei a falar besteira, sem dó nem piedade de quem quer que viesse a ouvir. É claro que no meio da ruma, ou seja, da quantidade acaba extraindo-se alguma qualidade, o que no meu caso, confesso, vem a ser um tanto ou quanto difícil. Em todo caso, depois de muito garimpar, eu acho que encontrei, no meio de todo o meu cabedal frasístico, alguma coisa que vale a pena expor, aqui, para o gáudio, o deleite e o aprendizado de sua pessoa, leitor. Lá vai:
- O boi se conhece pelo chifre e o homem pela palavra. Já o homem corno é indiscutível.
- O governo inventa tudo quanto é ruim pra melhorar a vida da gente.
- Minha única vantagem sou eu.
- Se eu não voltar atrás, pra frente é que eu não volto.
- O inglês dos americanos eu entendo, o problema é o daqui.
- As coisas não acontecem necessariamente nessa ordem, pode ser de lá pra cá.
- Eu posso até melhorar, mas não mudo.
- O problema é que nem todos que se aventuram a pôr um ovo em pé, têm ovo ou perna.
- Com a ajuda de pessoas dispostas a se arriscar, eu vou até para a missa.
- O baixo nível de nossa política é um dos mais altos do mundo.
- Todo ser humano tem um pouco de gente.
- A verdade é que jamais voltarei a ser aquilo que nunca fui.
- Houve um tempo em que só o pessoal que trabalhava pra mim valorizava meu autógrafo.
- As únicas pessoas que pensam mais em dinheiro que os ricos são os pobres.
- O diferente em mim é que eu deixo transparecer esse quê de não-sei-o-quê.
- Houve um tempo em que eu pensava que clitóris era marca de relógio.
- De tanto o governo mexer na economia, a gente finda aprendendo a comer bosta.
- Dois eventos marcaram a minha vida: A 1ª tentativa e a 2ª desistência.
- Suficientemente estimulado, sou capaz até de arrotar em si bemol.
- Quando o dia clareou é que eu percebi que, além do amor, eu também estava praticamente cego.
- O brasileiro devia colaborar e ir logo para a PQP antes que o governo tome a iniciativa.
(Falcão)
“Um homem que não tem o que falar também não precisa cuspir”. (Mané Filismino)
Em boca fechada não entra mosca. Em compensação, quem cala consente. Mas, porém, se você não disser, vem alguém e diz. Foi pensando assim que eu, a partir de um certo dia, desatei a falar besteira, sem dó nem piedade de quem quer que viesse a ouvir. É claro que no meio da ruma, ou seja, da quantidade acaba extraindo-se alguma qualidade, o que no meu caso, confesso, vem a ser um tanto ou quanto difícil. Em todo caso, depois de muito garimpar, eu acho que encontrei, no meio de todo o meu cabedal frasístico, alguma coisa que vale a pena expor, aqui, para o gáudio, o deleite e o aprendizado de sua pessoa, leitor. Lá vai:
- O boi se conhece pelo chifre e o homem pela palavra. Já o homem corno é indiscutível.
- O governo inventa tudo quanto é ruim pra melhorar a vida da gente.
- Minha única vantagem sou eu.
- Se eu não voltar atrás, pra frente é que eu não volto.
- O inglês dos americanos eu entendo, o problema é o daqui.
- As coisas não acontecem necessariamente nessa ordem, pode ser de lá pra cá.
- Eu posso até melhorar, mas não mudo.
- O problema é que nem todos que se aventuram a pôr um ovo em pé, têm ovo ou perna.
- Com a ajuda de pessoas dispostas a se arriscar, eu vou até para a missa.
- O baixo nível de nossa política é um dos mais altos do mundo.
- Todo ser humano tem um pouco de gente.
- A verdade é que jamais voltarei a ser aquilo que nunca fui.
- Houve um tempo em que só o pessoal que trabalhava pra mim valorizava meu autógrafo.
- As únicas pessoas que pensam mais em dinheiro que os ricos são os pobres.
- O diferente em mim é que eu deixo transparecer esse quê de não-sei-o-quê.
- Houve um tempo em que eu pensava que clitóris era marca de relógio.
- De tanto o governo mexer na economia, a gente finda aprendendo a comer bosta.
- Dois eventos marcaram a minha vida: A 1ª tentativa e a 2ª desistência.
- Suficientemente estimulado, sou capaz até de arrotar em si bemol.
- Quando o dia clareou é que eu percebi que, além do amor, eu também estava praticamente cego.
- O brasileiro devia colaborar e ir logo para a PQP antes que o governo tome a iniciativa.
(Falcão)
O QUOCIENTE INTERNACIONAL DE BOIOLAGEM
“Toda regra tem 28 dias de exceção”. (Bione)
by Falcão
Ler. Taí uma coisa pra satisfazer, por demais, esse locutor que aqui vos fala! E isso é, em mim, um vício antigo, coisa adquirida desde eu menino, sob a luz das lamparinas lá de Pereiro, quando também ganhei, de brinde, uma baita miopia, que depois de zerada ante o bisturi eletrônico do doutor Macilon, agora ameaça voltar. Mesmo porque, agora é que eu estou com a gota em matéria de leitura...
Comigo é desse jeito, o que vier morre. Do gibi antigo à embalagem de sabonete, da bula do remédio pra tosse ao jornal de ontem...Não quero nem saber, eu to é lendo.
E foi assim, que revirando umas coisas antigas aqui em casa, dei de olhos com alguns exemplares antigos do PAPA-FIGO, “órgão vibrante, latejante e noticioso”, editado em Recife, pelo intrépido Manoel Bione e sua corriola.
E aí, nas páginas amareladas do PAPA-FIGO, eu revi um hilariante e informativo Q.I.B. – Quociente Internacional de Boiolagem, que eu (de antemão, dizendo não nutrir nenhum tipo de preconceito), a título pedagógico, e depois de fazer uma compilação, repasso para o vosso conhecimento.
No dito QIB, para cada ato do suposto boiola, corresponde uma pontuação que o qualifica ou não como tal, veja:
- Dizer “Estou exaaausto!”, se espreguiçando – 56 pontos
- Usar macacão jeans sem ser operário – 44 pontos
- Desmaiar – 10 pontos
- Ter um passamento – 15 pontos
- Ter um troço – 82 pontos
- Usar suspensório – 17 pontos
- Achar ótimo – 35 pontos
- Achar óoootimo! – 46 pontos
- Achar ma-ra-vi-lho-so! – 87 ponto
- Pedir sobremesa – 10 pontos
- Pedir figo em calda – 20 pontos
- Pedir delícia de abacaxi – 61 pontos
- Caçar borboletas – 104 pontos
- Chorar assistindo TITANIC – 270 pontos
- Fazer manobras radicais no carro sem tirar a mão do câmbio – 200 pontos
- Dançar sozinho ouvindo walkman – 80 pontos
- Dormir de meia – 34 pontos
No carnaval:
- Abanar-se com leque de propaganda – 43 pontos
- Sair com cobra no pescoço – 602 pontos
- Falar gírias em italiano (amore mio, i vero, capici, ecco) – 154 pontos
- Exibir tatuagem na bunda – 977 pontos
- Saltitar ao abrir as cortinas de casa – 130 pontos
- Sair fantasiado de super-herói – 50 pontos
- Sair fantasiado de Robin – 120 pontos
- Sair fantasiado de Bambi – 300 pontos
- Chupar picolé pra matar a sede – 85 pontos
- Tirar foto de recordação do carnaval – 75 pontos
- Tirar foto de recordação com algum homem ao lado – 175 pontos
- Tirar foto com algum homem por trás – 302 pontos
No futebol:
- Roer unha enquanto torce – 97 pontos
- Assistir aos jogos tomando cafezinho – 17 pontos
- Assistir aos jogos tomando chá – 28 pontos
- Chorar quando a seleção ganha (ou perde) uma partida – 99 pontos
Avisam, também, os papafiguenses que o simples fato do sujeito conferir tal lista já tem uma pontuação de 80 pontos na sua carteira de habilitação à viadagem. E a marca de 300 pontos é fatal.
“Toda regra tem 28 dias de exceção”. (Bione)
by Falcão
Ler. Taí uma coisa pra satisfazer, por demais, esse locutor que aqui vos fala! E isso é, em mim, um vício antigo, coisa adquirida desde eu menino, sob a luz das lamparinas lá de Pereiro, quando também ganhei, de brinde, uma baita miopia, que depois de zerada ante o bisturi eletrônico do doutor Macilon, agora ameaça voltar. Mesmo porque, agora é que eu estou com a gota em matéria de leitura...
Comigo é desse jeito, o que vier morre. Do gibi antigo à embalagem de sabonete, da bula do remédio pra tosse ao jornal de ontem...Não quero nem saber, eu to é lendo.
E foi assim, que revirando umas coisas antigas aqui em casa, dei de olhos com alguns exemplares antigos do PAPA-FIGO, “órgão vibrante, latejante e noticioso”, editado em Recife, pelo intrépido Manoel Bione e sua corriola.
E aí, nas páginas amareladas do PAPA-FIGO, eu revi um hilariante e informativo Q.I.B. – Quociente Internacional de Boiolagem, que eu (de antemão, dizendo não nutrir nenhum tipo de preconceito), a título pedagógico, e depois de fazer uma compilação, repasso para o vosso conhecimento.
No dito QIB, para cada ato do suposto boiola, corresponde uma pontuação que o qualifica ou não como tal, veja:
- Dizer “Estou exaaausto!”, se espreguiçando – 56 pontos
- Usar macacão jeans sem ser operário – 44 pontos
- Desmaiar – 10 pontos
- Ter um passamento – 15 pontos
- Ter um troço – 82 pontos
- Usar suspensório – 17 pontos
- Achar ótimo – 35 pontos
- Achar óoootimo! – 46 pontos
- Achar ma-ra-vi-lho-so! – 87 ponto
- Pedir sobremesa – 10 pontos
- Pedir figo em calda – 20 pontos
- Pedir delícia de abacaxi – 61 pontos
- Caçar borboletas – 104 pontos
- Chorar assistindo TITANIC – 270 pontos
- Fazer manobras radicais no carro sem tirar a mão do câmbio – 200 pontos
- Dançar sozinho ouvindo walkman – 80 pontos
- Dormir de meia – 34 pontos
No carnaval:
- Abanar-se com leque de propaganda – 43 pontos
- Sair com cobra no pescoço – 602 pontos
- Falar gírias em italiano (amore mio, i vero, capici, ecco) – 154 pontos
- Exibir tatuagem na bunda – 977 pontos
- Saltitar ao abrir as cortinas de casa – 130 pontos
- Sair fantasiado de super-herói – 50 pontos
- Sair fantasiado de Robin – 120 pontos
- Sair fantasiado de Bambi – 300 pontos
- Chupar picolé pra matar a sede – 85 pontos
- Tirar foto de recordação do carnaval – 75 pontos
- Tirar foto de recordação com algum homem ao lado – 175 pontos
- Tirar foto com algum homem por trás – 302 pontos
No futebol:
- Roer unha enquanto torce – 97 pontos
- Assistir aos jogos tomando cafezinho – 17 pontos
- Assistir aos jogos tomando chá – 28 pontos
- Chorar quando a seleção ganha (ou perde) uma partida – 99 pontos
Avisam, também, os papafiguenses que o simples fato do sujeito conferir tal lista já tem uma pontuação de 80 pontos na sua carteira de habilitação à viadagem. E a marca de 300 pontos é fatal.
Jo defecava in el mato
Quando mi jogaram una piedra
La piedra bateu em mi costa,
bateu em mi costa
Mi melei todo di bosta
Mi melei todo di mierda
Só por causa de una piedra
Só por causa de una piedra
Mi melei todo di mierda
O fluente espanhol de Falcão...
Quando mi jogaram una piedra
La piedra bateu em mi costa,
bateu em mi costa
Mi melei todo di bosta
Mi melei todo di mierda
Só por causa de una piedra
Só por causa de una piedra
Mi melei todo di mierda
O fluente espanhol de Falcão...
7.1.05
10 reflequições (Millor)
I- Todo mundo viaja. Poucos chegam Lá.
II- As guerras acabam. Mas as ruas nunca ficam prontas.
III- Tinha um ar soberbo. Totalmente poluído.
IV- Dizia "Minha cara metade", como quem reclama do preço.
V- Confesso: sou pior sozinho do que mal acompanhado.
VI- Repara: quando você aprende uma palavra nova, ela aparece em todos os lugares.
VII- Solitário dorme sozinho. Rejeitado acorda sozinho.
VIII- Mostrei-lhe a lua no horizonte, redonda, linda. Mas ela prefere o Faustão.
IX- Não há pessoa mais chata do que você mesmo. Fuja da solidão.
X- Fica frio, amigo, não foi o brasileiro o inventor da corrupção. Baseado no mais profundo ensinamento da minha religião, a corrupção começou no Princípio dos Princípios, justamente no Jardim do Éden. Quando os dois proto-Safados, corrompidos pela Serpente, desrespeitaram a Lei do Senhor e comeram o Fruto da Ciência do Bem e do Mal, o desrespeito espantoso ficou conhecido como A Queda. Mas não passou assim pelo Todo (como era conhecido o Todo-Poderoso), que condenou os três culpados por uso indevido de bem público e formação de quadrilha. Logo o Anjo Gabriel, executor das ordens do Supremo, expulsou Adão e Eva do Paraíso, obrigando-os a viver na periferia, a leste do Éden. Mas a Serpente, misteriosamente, nunca foi punida
I- Todo mundo viaja. Poucos chegam Lá.
II- As guerras acabam. Mas as ruas nunca ficam prontas.
III- Tinha um ar soberbo. Totalmente poluído.
IV- Dizia "Minha cara metade", como quem reclama do preço.
V- Confesso: sou pior sozinho do que mal acompanhado.
VI- Repara: quando você aprende uma palavra nova, ela aparece em todos os lugares.
VII- Solitário dorme sozinho. Rejeitado acorda sozinho.
VIII- Mostrei-lhe a lua no horizonte, redonda, linda. Mas ela prefere o Faustão.
IX- Não há pessoa mais chata do que você mesmo. Fuja da solidão.
X- Fica frio, amigo, não foi o brasileiro o inventor da corrupção. Baseado no mais profundo ensinamento da minha religião, a corrupção começou no Princípio dos Princípios, justamente no Jardim do Éden. Quando os dois proto-Safados, corrompidos pela Serpente, desrespeitaram a Lei do Senhor e comeram o Fruto da Ciência do Bem e do Mal, o desrespeito espantoso ficou conhecido como A Queda. Mas não passou assim pelo Todo (como era conhecido o Todo-Poderoso), que condenou os três culpados por uso indevido de bem público e formação de quadrilha. Logo o Anjo Gabriel, executor das ordens do Supremo, expulsou Adão e Eva do Paraíso, obrigando-os a viver na periferia, a leste do Éden. Mas a Serpente, misteriosamente, nunca foi punida
23.12.04
CURSO INTEGRADO DE REABILITAÇÃO CEREBRAL FEMININA
É gratuito, para o bem da humanidade.
UNIFEM - Universidade Feminina
Pré-Requisito: Existência de tutor do sexo masculino para acompanhamento em regime domiciliar, sem o qual o curso perde sua eficácia.
Objetivos: As mulheres nessa experiência tão excitante que é o uso do cérebro.
Carga Horária: Morenas - 30 dias por módulo; Ruivas - 60 dias por módulo; Loiras - Vitalício.
MÓDULO 1: "USANDO O CÉREBRO - ESSE DESCONHECIDO"
a. O neurônio e a depressão da existência solitária
b. Você pode fazer compras em menos de 4 horas: noções básicas
c. Já está pronta? - definição da palavra "sim"
d. Estabelecendo limites - o uso da maquiagem
e. Programação Básica - você e o forno de microondas
f. Programação Avançada - você e o videocassete (só para morenas e ruivas)
MÓDULO 2: "DIRIGINDO"
a. Mudança de marcha - o guia completo e definitivo
b. Tudo o que você queria saber sobre esquerda/direita e tinha medo de perguntar
c. Freio e Acelerador - um desafio a ser vencido
d. Uso da seta antes de virar - aprendendo através de exemplos
e. Jogo das cores - conhecendo o sinal.
f. Geometria Descritiva Avançada - colocando um Uno na garagem
g. O pedal da embreagem não é descanso de pé - em duas lições
h. O espelho retrovisor e suas outras utilidades além da maquiagem
i. Você e o poste - como evitá-lo
MÓDULO 3: "VIDA A DOIS"
a. TPM (Tensão Pré-Menstrual) - o problema é seu e não dele
b. Campeonato Brasileiro de Futebol - não é um jogo. É Sagrado
c. Como ganhar seu próprio dinheiro - uma visão geral
d. Porque sua mãe não é bem-vinda - 100 exemplos comentados
e. Aqui se faz, aqui se paga - o uso correto do Cartão de Crédito
f. Tudo na vida tem limites, até o cheque especial - como não passar dele
g. Você não deve dizer "sim" a tudo que ele pede: Diga "sim Senhor, meu marido"
MÓDULO 4: "TÓPICOS AVANÇADOS"
a. O fenômeno do tempo - o jantar na hora do jantar
b. Uso do telefone - alternativas inovadoras para solucionar o problema
c. Retocando a maquiagem enquanto dirige - uma questão de "timing"
d. Largando o vício das novelas - o processo de desintoxicação cerebral
e. Não faça como as outras pessoas: Acredite que você é capaz
f. Interface paralela: o desafio das atividades simultâneas - respirar e raciocinar simultaneamente
MÓDULO 5: "O MUNDO DA INFORMÁTICA"
a. Computador e Geladeira - assinalando as diferenças
b. Teclado - usando corretamente as letrinhas
c. Mouse - como dominar esse pedalzinho
d. CPU e Monitor - descobrindo quem é quem
e. A diferença entre "on" e "off"
f. A mensagem "O himem está testando a memória estendida" não se refere a você
É gratuito, para o bem da humanidade.
UNIFEM - Universidade Feminina
Pré-Requisito: Existência de tutor do sexo masculino para acompanhamento em regime domiciliar, sem o qual o curso perde sua eficácia.
Objetivos: As mulheres nessa experiência tão excitante que é o uso do cérebro.
Carga Horária: Morenas - 30 dias por módulo; Ruivas - 60 dias por módulo; Loiras - Vitalício.
MÓDULO 1: "USANDO O CÉREBRO - ESSE DESCONHECIDO"
a. O neurônio e a depressão da existência solitária
b. Você pode fazer compras em menos de 4 horas: noções básicas
c. Já está pronta? - definição da palavra "sim"
d. Estabelecendo limites - o uso da maquiagem
e. Programação Básica - você e o forno de microondas
f. Programação Avançada - você e o videocassete (só para morenas e ruivas)
MÓDULO 2: "DIRIGINDO"
a. Mudança de marcha - o guia completo e definitivo
b. Tudo o que você queria saber sobre esquerda/direita e tinha medo de perguntar
c. Freio e Acelerador - um desafio a ser vencido
d. Uso da seta antes de virar - aprendendo através de exemplos
e. Jogo das cores - conhecendo o sinal.
f. Geometria Descritiva Avançada - colocando um Uno na garagem
g. O pedal da embreagem não é descanso de pé - em duas lições
h. O espelho retrovisor e suas outras utilidades além da maquiagem
i. Você e o poste - como evitá-lo
MÓDULO 3: "VIDA A DOIS"
a. TPM (Tensão Pré-Menstrual) - o problema é seu e não dele
b. Campeonato Brasileiro de Futebol - não é um jogo. É Sagrado
c. Como ganhar seu próprio dinheiro - uma visão geral
d. Porque sua mãe não é bem-vinda - 100 exemplos comentados
e. Aqui se faz, aqui se paga - o uso correto do Cartão de Crédito
f. Tudo na vida tem limites, até o cheque especial - como não passar dele
g. Você não deve dizer "sim" a tudo que ele pede: Diga "sim Senhor, meu marido"
MÓDULO 4: "TÓPICOS AVANÇADOS"
a. O fenômeno do tempo - o jantar na hora do jantar
b. Uso do telefone - alternativas inovadoras para solucionar o problema
c. Retocando a maquiagem enquanto dirige - uma questão de "timing"
d. Largando o vício das novelas - o processo de desintoxicação cerebral
e. Não faça como as outras pessoas: Acredite que você é capaz
f. Interface paralela: o desafio das atividades simultâneas - respirar e raciocinar simultaneamente
MÓDULO 5: "O MUNDO DA INFORMÁTICA"
a. Computador e Geladeira - assinalando as diferenças
b. Teclado - usando corretamente as letrinhas
c. Mouse - como dominar esse pedalzinho
d. CPU e Monitor - descobrindo quem é quem
e. A diferença entre "on" e "off"
f. A mensagem "O himem está testando a memória estendida" não se refere a você
Brothers In Arms
These mist covered mountains
Are a home now for me
But my home is the lowlands
And always will be
Some day you'll return to
Your valleys and your farms
And you'll no longer burn
To be brothers in arm
Through these fields of destruction
Baptism of fire
I've watched all your suffering
As the battles raged higher
And though they did hurt me so bad
In the fear and alarm
You did not desert me
My brothers in arms
There's so many different worlds
So many different suns
And we have just one world
But we live in different ones
Now the sun's gone to hell
And the moon's riding high
Let me bid you farewell
Every man has to die
But it's written in the starlight
And every line on your palm
We're fools to make war
On our brothers in arms
These mist covered mountains
Are a home now for me
But my home is the lowlands
And always will be
Some day you'll return to
Your valleys and your farms
And you'll no longer burn
To be brothers in arm
Through these fields of destruction
Baptism of fire
I've watched all your suffering
As the battles raged higher
And though they did hurt me so bad
In the fear and alarm
You did not desert me
My brothers in arms
There's so many different worlds
So many different suns
And we have just one world
But we live in different ones
Now the sun's gone to hell
And the moon's riding high
Let me bid you farewell
Every man has to die
But it's written in the starlight
And every line on your palm
We're fools to make war
On our brothers in arms
22.12.04
Millor
Sintaxe é quando a gente não encontra condução.
Cruzados eram moedas antigas, usadas em Jerusalém.
Divisão de trabalho é quando um trabalhador faz a ponta do prego e outro a cabeça.
Sintaxe é quando a gente não encontra condução.
Cruzados eram moedas antigas, usadas em Jerusalém.
Divisão de trabalho é quando um trabalhador faz a ponta do prego e outro a cabeça.
Budismo cotidiano
Na encruzilhada, viu-se diante de três caminhos possíveis. À frente, à direita e à esquerda. Resolveu voltar. Não porque fosse indeciso ou fraco de espírito. É que nos três caminhos havia uma placa de rua sem saída.
---
Respirar sem fazer força e de olhos semicerrados. Esse é o caminho para o estágio mais próximo que o homem terreno pode chegar em relação ao nirvana. Mas pode ser também uma soneca que tiramos chacoalhando no busão.
---
O caminho da luz é o caminho mais seguro e o bom seguidor sempre o procurará. Azar de quem não o fizer, porque é naquelas vielinhas mais escuras que os manos costumam atacar os vacilões.
---
O mantra não é só um cântico elevatório e ele, por si só não levará nenhum seguidor ao estado de limpeza da mente. Mas um bom mantra dá um soninho bom e leva ao sonho.
---
Despir-se de todos os bens materiais não é só uma característica dos monges budistas. Qualquer seguidor pode fazer o mesmo. É só dar uma volta com cara de tonto no meio de uma bocada quente em alguma periferia violenta das grandes cidades
Na encruzilhada, viu-se diante de três caminhos possíveis. À frente, à direita e à esquerda. Resolveu voltar. Não porque fosse indeciso ou fraco de espírito. É que nos três caminhos havia uma placa de rua sem saída.
---
Respirar sem fazer força e de olhos semicerrados. Esse é o caminho para o estágio mais próximo que o homem terreno pode chegar em relação ao nirvana. Mas pode ser também uma soneca que tiramos chacoalhando no busão.
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O caminho da luz é o caminho mais seguro e o bom seguidor sempre o procurará. Azar de quem não o fizer, porque é naquelas vielinhas mais escuras que os manos costumam atacar os vacilões.
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O mantra não é só um cântico elevatório e ele, por si só não levará nenhum seguidor ao estado de limpeza da mente. Mas um bom mantra dá um soninho bom e leva ao sonho.
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Despir-se de todos os bens materiais não é só uma característica dos monges budistas. Qualquer seguidor pode fazer o mesmo. É só dar uma volta com cara de tonto no meio de uma bocada quente em alguma periferia violenta das grandes cidades
12.11.04
Origem da palavra Superman
O criador desta palavra não foi nenhum norte-americano: foi o filósofo alemão Friedrich Nietzsche que cunhou a palavra übermensch para referir-se ao ser humano superior, evoluído intelectualmente, emocionalmente e espiritualmente, que transcende o bem e o mal - certamente nada a ver com o personagem das revistas em quadrinhos e dos filmes de hoje, corruptela comercial, barata e moderna do verdadeiro super-homem visionado pelo grande filósofo. Foi só em 1903 que o teatrólogo britânico George Bernard Shaw usou pela primeira vez a versão inglesa da palavra.
O criador desta palavra não foi nenhum norte-americano: foi o filósofo alemão Friedrich Nietzsche que cunhou a palavra übermensch para referir-se ao ser humano superior, evoluído intelectualmente, emocionalmente e espiritualmente, que transcende o bem e o mal - certamente nada a ver com o personagem das revistas em quadrinhos e dos filmes de hoje, corruptela comercial, barata e moderna do verdadeiro super-homem visionado pelo grande filósofo. Foi só em 1903 que o teatrólogo britânico George Bernard Shaw usou pela primeira vez a versão inglesa da palavra.
9.11.04
Prece Honesta
“Querido Senhor, me ame hoje e para sempre, abençoe minhas alma e consciência todos os dias, concorde com todas as minhas decisões, puna meus inimigos até que eu esteja satisfeito, me dê grandes quantidades de dinheiro, prometa sempre me ajudar a vencer, olhe pro lado quando eu trapacear, justifique minhas desculpas e acredite em todas as minhas mentiras, obedeça meus desejos e reserve a parte mais luxuosa do paraíso só pra mim. Vou ser agradecido contanto que você faça o que digo. Amen.”
Wally Kaspers
“Querido Senhor, me ame hoje e para sempre, abençoe minhas alma e consciência todos os dias, concorde com todas as minhas decisões, puna meus inimigos até que eu esteja satisfeito, me dê grandes quantidades de dinheiro, prometa sempre me ajudar a vencer, olhe pro lado quando eu trapacear, justifique minhas desculpas e acredite em todas as minhas mentiras, obedeça meus desejos e reserve a parte mais luxuosa do paraíso só pra mim. Vou ser agradecido contanto que você faça o que digo. Amen.”
Wally Kaspers
Um metafísico é um cego em um quarto escuro procurando por um gato preto que não está lá; um teólogo é o cara que acha o gato.
Tradução Moderna dos Dez Mandamentos
1) – “Amarás ao Senhor teu Deus de todo o coração, de toda a alma e de todo o entendimento.” 1) – Eu sou o chefão; você é meu escravo.
2) – “Não farás para ti imagem de escultura.” 2) – Não gosto de competição. Quero mandar sozinho.
3) – “Não pronunciarás em vão o nome do Senhor, teu Deus.” 3) – Não gosto de críticas e não vou levar na esportiva.
4) – “Guardarás o dia do sábado e o santificarás.” 4) – Em um dia da semana eu sou preguiçoso, por isso você também deve ser; passe esse dia puxando meu saco.
5) – “Honra teu pai e tua mãe.” 5) – Mas não se esqueça de que vou matá-los quando estiverem velhos.
6) – “Não matarás.” 6) – A não ser que eu mande.
7) – “Não cometerás adultério.” 7) – A não ser que você tenha dinheiro para pagar o padre pela sua absolvição.
8) – “Não furtarás.” 8) – Mas seu eu tiver mandado você matá-lo, então pode pegar o que quiser.
9) – “Não levantarás falso testemunho contra o teu próximo.” 9) – Foi por isso que criei os advogados, assim você pode processá-lo.
10) – “Não cobiçarás a mulher de teu próximo.” 10) – Você pode ter quantas esposas quiser, menos a do próximo.
1) – “Amarás ao Senhor teu Deus de todo o coração, de toda a alma e de todo o entendimento.” 1) – Eu sou o chefão; você é meu escravo.
2) – “Não farás para ti imagem de escultura.” 2) – Não gosto de competição. Quero mandar sozinho.
3) – “Não pronunciarás em vão o nome do Senhor, teu Deus.” 3) – Não gosto de críticas e não vou levar na esportiva.
4) – “Guardarás o dia do sábado e o santificarás.” 4) – Em um dia da semana eu sou preguiçoso, por isso você também deve ser; passe esse dia puxando meu saco.
5) – “Honra teu pai e tua mãe.” 5) – Mas não se esqueça de que vou matá-los quando estiverem velhos.
6) – “Não matarás.” 6) – A não ser que eu mande.
7) – “Não cometerás adultério.” 7) – A não ser que você tenha dinheiro para pagar o padre pela sua absolvição.
8) – “Não furtarás.” 8) – Mas seu eu tiver mandado você matá-lo, então pode pegar o que quiser.
9) – “Não levantarás falso testemunho contra o teu próximo.” 9) – Foi por isso que criei os advogados, assim você pode processá-lo.
10) – “Não cobiçarás a mulher de teu próximo.” 10) – Você pode ter quantas esposas quiser, menos a do próximo.
15.10.04
VOCÊ SABIA?
... QUE São necessários 10 litros de leite para fazer
apenas 1 quilo de queijo? E QUE, POR OUTRO LADO,
PRA FAZER 2 QUILOS DE QUEIJO,
SÃO NECESSÁRIOS 20 LITROS DE
LEITE E ASSIM POR DIANTE? E QUE
PRUM PAR DE CHIFRE “ABASTA”
UMA CABEÇA?
... QUE São necessários 10 litros de leite para fazer
apenas 1 quilo de queijo? E QUE, POR OUTRO LADO,
PRA FAZER 2 QUILOS DE QUEIJO,
SÃO NECESSÁRIOS 20 LITROS DE
LEITE E ASSIM POR DIANTE? E QUE
PRUM PAR DE CHIFRE “ABASTA”
UMA CABEÇA?
14.10.04
A PARÁBOLA DO UMBUZEIRO
(ou como Dona Ruth Cardoso, esposa do Presidente FHC, conheceu a fome no Nordeste)
(Anônimo)
Numa viagem de promoções sociais na caatinga, eis que dona Ruth Cardoso, depois de largar seu ateísmo e empacotar a sua caridade em forma de cestas básicas, é tomada por uma visão, um alumbramento, um regalo d'olhos nunca dantes experimentado.
A primeira-dama acabara de avistar uma árvore frondosa, demasiadamente verde e encantadora no contraste com a castigada paisagem cinza e sertaneja.
- Dona Ruth, trata-se de um umbuzeiro! -, gritou o mais avexado dos xeleléus da comitiva oficial.
- Árvore ímpar, da família das Anacardiáceas, também conhecida, por estas plagas, como imbuzeiro - emendou o Rui Barbosa local, puxa-saco interestadual, renomado em Juazeiro, Petrolina e região.
Um terceiro abestalhado, disputando a oratória no coice, completou o serviço:
- Pai e mãe do sertanejo, do umbuzeiro se aproveita tudo: a sombra no mais senegalesco dos verões, o fruto na seca brava e até a raiz quando não há mais nada para se comer.
Ainda abismada, dona Ruth ergueu a voz e disse que queria conhecer de perto, abraçar aquela maravilha, tocar o umbuzeiro.
Outros seiscentos abriram caminho.
Lá se vai a Comunidade Solidária em passos largos.
Mas quando a comitiva estava se aproximando da tal árvore da família das Anacardiáceas, eis que um segurança avista um pacato sertanejo agachado ao pé do tronco.
- Peraí. E corre apressado para tentar retirar a pobre criatura que usa a frondosa sombra como banheiro.
Mais que isso. Como refrigério d'alma, quase um exercício zen, uma honesta e merecida pausa na peleja severina.
Ríspido, grosso que só papel de embrulhar prego, o segurança parte para tirar na marra o tranqüilo sertanejo da paz do umbuzeiro:
- Levanta daí, condenado, não tá vendo que dona Ruth vem chegando, miserável?!
Calça arriada, cigarrinho no canto esquerdo da boca quase banguela, o sertanejo desabafa:
- Agora lascou-se! O marido dela não deixa a gente comer e agora ela não deixa a gente cagar...
(ou como Dona Ruth Cardoso, esposa do Presidente FHC, conheceu a fome no Nordeste)
(Anônimo)
Numa viagem de promoções sociais na caatinga, eis que dona Ruth Cardoso, depois de largar seu ateísmo e empacotar a sua caridade em forma de cestas básicas, é tomada por uma visão, um alumbramento, um regalo d'olhos nunca dantes experimentado.
A primeira-dama acabara de avistar uma árvore frondosa, demasiadamente verde e encantadora no contraste com a castigada paisagem cinza e sertaneja.
- Dona Ruth, trata-se de um umbuzeiro! -, gritou o mais avexado dos xeleléus da comitiva oficial.
- Árvore ímpar, da família das Anacardiáceas, também conhecida, por estas plagas, como imbuzeiro - emendou o Rui Barbosa local, puxa-saco interestadual, renomado em Juazeiro, Petrolina e região.
Um terceiro abestalhado, disputando a oratória no coice, completou o serviço:
- Pai e mãe do sertanejo, do umbuzeiro se aproveita tudo: a sombra no mais senegalesco dos verões, o fruto na seca brava e até a raiz quando não há mais nada para se comer.
Ainda abismada, dona Ruth ergueu a voz e disse que queria conhecer de perto, abraçar aquela maravilha, tocar o umbuzeiro.
Outros seiscentos abriram caminho.
Lá se vai a Comunidade Solidária em passos largos.
Mas quando a comitiva estava se aproximando da tal árvore da família das Anacardiáceas, eis que um segurança avista um pacato sertanejo agachado ao pé do tronco.
- Peraí. E corre apressado para tentar retirar a pobre criatura que usa a frondosa sombra como banheiro.
Mais que isso. Como refrigério d'alma, quase um exercício zen, uma honesta e merecida pausa na peleja severina.
Ríspido, grosso que só papel de embrulhar prego, o segurança parte para tirar na marra o tranqüilo sertanejo da paz do umbuzeiro:
- Levanta daí, condenado, não tá vendo que dona Ruth vem chegando, miserável?!
Calça arriada, cigarrinho no canto esquerdo da boca quase banguela, o sertanejo desabafa:
- Agora lascou-se! O marido dela não deixa a gente comer e agora ela não deixa a gente cagar...
9.10.04
Tem gente que não gosta de menina...
tem gente que já deu o boga...
por isso não tem mais nenhuma prega...
....
tem gente que já deu o boga...
por isso não tem mais nenhuma prega...
....
30.9.04
Até seu FILHO sabe o nome DAquele político que suja as ruas na disPUTA eleitoral.
26.9.04
CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL
Artigo 1º - Todos os brasileiros são iguais perante a lei, exceto:
a - Os componentes do poder judiciário, por serem os pilares da democracia;
b - Os políticos, por terem imunidade parlamentar;
c - Os militares, por serem responsáveis pela segurança da nação;
d - as pessoas jurídicas, por serem o sustentáculo financeiro do país, oferecendo emprego e produzindo os bens e serviços necessários à sobrevivência do povo;
e - os banqueiros, porque são banqueiros;
f - os donos de rádio, TV e jornais, que colaboram diariamente para o fiel cumprimento desta lei, omitindo fatos que poderiam levar o resto do povo à revolta;
g - aqueles que forem julgados "especiais" pela Suprema Corte do Pais, pelos motivos que eles considerarem justo.
Artigo 2º - Caberá aos brasileiros, salvo as exceções previstas no artigo anterior:
a - pagar seus impostos federais, estaduais e municipais, sob pena de prisão;
b - obedecer as leis, leis estas elaboradas e aprovadas pelas pessoas inclusas no artigo 1º;
c - agradecer, toda manhã, o pão de cada dia, a escola pública "de graça", o atendimento hospitalar fornecido pelo poder público, o transporte público, a água e a luz, desde que não se atrase os respectivos pagamentos, sendo que o uso de telefone fica transferido para a iniciativa privada, devendo a mesma estipular os seus regulamentos;
d - Não se sentir ofendido quando um ministro do Supremo Tribunal Federal for à TV dizer ao povo, que vive com um salário mínimo de R$180,00, que o salário dos magistrados, que hoje ultrapassa os R$ 13.000,00 é insuficiente para sua subsistência, requerendo um abono de 20 salários mínimos a título de ajuda de moradia, moradia esta que, por sinal, ele já tem.
Revoga-se a lei natural da REVOLTA E DA INDIGNAÇÃO, objetivando manter as categorias previstas no artigo 1º eternamente como os supremo mandatários do país.
ESTA LEI ENTRA EM VIGÊNCIA NA DATA DE SUA PUBLICAÇÃO, E TEM VALIDADE ATÉ QUE O POVO, NÃO INCLUSO NO ARTIGO 1º, ABRA OS OLHOS E VEJA COMO FUNCIONA TODA A ENGRENAGEM.
Viva o BRASIL!
Artigo 1º - Todos os brasileiros são iguais perante a lei, exceto:
a - Os componentes do poder judiciário, por serem os pilares da democracia;
b - Os políticos, por terem imunidade parlamentar;
c - Os militares, por serem responsáveis pela segurança da nação;
d - as pessoas jurídicas, por serem o sustentáculo financeiro do país, oferecendo emprego e produzindo os bens e serviços necessários à sobrevivência do povo;
e - os banqueiros, porque são banqueiros;
f - os donos de rádio, TV e jornais, que colaboram diariamente para o fiel cumprimento desta lei, omitindo fatos que poderiam levar o resto do povo à revolta;
g - aqueles que forem julgados "especiais" pela Suprema Corte do Pais, pelos motivos que eles considerarem justo.
Artigo 2º - Caberá aos brasileiros, salvo as exceções previstas no artigo anterior:
a - pagar seus impostos federais, estaduais e municipais, sob pena de prisão;
b - obedecer as leis, leis estas elaboradas e aprovadas pelas pessoas inclusas no artigo 1º;
c - agradecer, toda manhã, o pão de cada dia, a escola pública "de graça", o atendimento hospitalar fornecido pelo poder público, o transporte público, a água e a luz, desde que não se atrase os respectivos pagamentos, sendo que o uso de telefone fica transferido para a iniciativa privada, devendo a mesma estipular os seus regulamentos;
d - Não se sentir ofendido quando um ministro do Supremo Tribunal Federal for à TV dizer ao povo, que vive com um salário mínimo de R$180,00, que o salário dos magistrados, que hoje ultrapassa os R$ 13.000,00 é insuficiente para sua subsistência, requerendo um abono de 20 salários mínimos a título de ajuda de moradia, moradia esta que, por sinal, ele já tem.
Revoga-se a lei natural da REVOLTA E DA INDIGNAÇÃO, objetivando manter as categorias previstas no artigo 1º eternamente como os supremo mandatários do país.
ESTA LEI ENTRA EM VIGÊNCIA NA DATA DE SUA PUBLICAÇÃO, E TEM VALIDADE ATÉ QUE O POVO, NÃO INCLUSO NO ARTIGO 1º, ABRA OS OLHOS E VEJA COMO FUNCIONA TODA A ENGRENAGEM.
Viva o BRASIL!
Esse é o Arnaldo Jabor...
DUAS VIDAS
Arnaldo Jabor
Será que a opinião pública está tão interessada assim na visão que Narcisa Tamborindeguy ou Adriane Galisteu têm da vida? A julgar pelo espaço que a mídia dedica a esse tipo de formador de opinião, o Brasil virou um imenso Castelo de Caras. Adriane Galisteu, após o seu casamento relâmpago, falou às páginas amarelas de Veja e deu aula magna de insensibilidade, egoísmo e sinceridade! Estranha mistura, mas a moça tem razão quando se diz sincera. Ela não engana, revela-se de corpo (e que corpo!) inteiro, e o retrato que aparece é assustador!
Adriane teve uma infância atribulada, perdeu o pai aos 15 anos, ainda pobre, e um irmão com AIDS quando já não era tão pobre. "Eu não tinha um tostão, não tinha dinheiro para comprar um pastel. Meu irmão estava doente. Minha mãe ganhava 190 reais do INSS, meu pai já tinha morrido. Eu sustentava todo o mundo e não tinha poupança alguma."
Peço licença a Adriane, mas vou falar de outra infância triste de mulher, a de Rosa Célia Barbosa. Seu perfil - admirável - surgiu em reportagem recente da Vejinha sobre os melhores médicos do Rio. Alagoana, pequena, 1m50cm, começou a sua odisséia aos sete anos, largada num orfanato em Botafogo. Rosa chorou durante meses. "Toda a mulher de saia eu achava que era a minha mãe que vinha me buscar, depois de um tempo desisti..."
Voltemos a Adriane. Ela é rica, bem sucedida, e "nem na metade da escada ainda". A escada, boa imagem para alguém que - como uma Scarlet O'Hara de tempos neoliberais - resolveu que nunca mais vai passar fome. Até aí, tudo bem; mas é desconcertante ver como o sofrimento pode levar à total insensibilidade.
Pergunta a repórter a Adriane se ela faria algo para o bem do outro: "Para o bem do outro? Não, só faço pelo meu bem. Essa coisa de dar sem cobrar,dar sem pedir não existe. Depois, você acaba jogando isso na cara do outro." " Você nunca cede então?" "Cedo, claro que cedo. Já cedi em coisas que não afetam a minha vida. Ele gosta de dormir em lençol de linho e eu gosto de dormir em lençol de seda. Aí dá pra ceder..."
Rosa Célia fez vestibular de medicina, morava de favor num quartinho e trabalhava para manter-se. Formou-se e resolveu dedicar-se à cardiologia neonatal e infantil, quando trabalhava no Hospita da Lagoa. Sem saber inglês, meteu na cabeça que teria que estudar no National Heart Hospital, em Londres, com Jane Sommerville, a maior especialista mundial na área. Estudou inglês e conseguiu uma bolsa e uma carta da Dra. Sommerville. Em Londres era gozada pelos colegas ingleses por causa de seu inglês jeca. Ganhou o respeito geral quando acertou um diagnóstico difícil numa escocesa, após examiná-la por oito horas seguidas. "Ela falava um inglês ainda pior do que o meu", lembra divertida.
Adriane está rica mas não confia em ninguém, salvo na mãe. Nem nos amigos. Vejam: "Eu não posso sair confiando nas pessoas. Não tenho motorista, nem segurança, por isso mesmo. É mais gente para te trair. Eu confio mais nos bichos do que nas pessoas. Ainda existem pessoas que acham que eu tenho amnésia. Muitas das que convivem comigo hoje já me viraram a cara quando estava por baixo. Mas você pensa que eu as trato mal? Trato com a maior naturalidade. Porque elas podem até me usar, mas eu vou usá-las também. É uma troca."
De Londres, Rosa Célia ia direto para Houston, nos Estados Unidos. Fora escolhida para a Meca da cardiologia mundial. Futuro brilhante a aguardava. Uma gravidez inesperada atrapalhou o sonho. Pediu 24 horas para pensar e optou pelo filho, voltando ao Rio. Reassumiu seu cargo no Hospital da Lagoa e abriu consultório, mas todos os anos viaja para estudar. Passa pelo menos um mês no Children's Hospital em Boston, trabalhando 12 horas por dia.
"Você gosta de dinheiro (Adriane)?" "Adoro dinheiro e detesto hipocrisia. Gasto, gosto de gastar, gosto de não fazer conta, de viajar de primeira classe. Tem gente que fala: esse dinheiro que ganhei eu vou doar... O meu eu não dôo não. O meu eu dôo é para a minha conta. Eu adoro fazer o bem, mas também tenho minhas prioridades: minha casa, minha família. Primeiro vou ajudar quem está mais próximo. Mas faço minhas campanhas beneficentes."
Rosa chefia um centro sofisticadíssimo, a cardiologia pediátrica do Pró-Cardíaco. Lá são tratados casos limite, histórias tristes. O hospital é privado e caríssimo, mas ela achou um jeito de operar ali crianças sem posses. Criou uma ONG, passa o chapéu, fala com amigos, empresários. O Projeto Pró-Criança já atendeu mais de 500, e 120 foram operadas. "Sonhei a vida inteira e fiz. Não importou ser pobre, mulher, baixinha e alagoana. Eu fiz."
Voltemos a Adriane e esbarraremos, brutalmente, na frustração: "Já tive vontade de viajar e não podia. Queria ter carro e não tinha. Eu queria ter feito faculdade e não tive dinheiro. Não que eu sinta falta de livros, porque livro a gente compra na esquina, e conhecimento a gente adquire na vida. Eu sinto falta de contar para os amigos essas histórias que todo o mundo tem, do tempo da faculdade".
Duas vidas, dois perfis fora da normalidade, matéria-prima dos órgãos de imprensa. Mas qual é o mais valorizado pela mídia hoje em dia? É fácil constatar e chegar à conclusão de que há algo muito errado com a nossa sociedade. Pode ser até que o leitor tenha interesse mórbido em saber o que as louras e morenas burras ou muito espertas andem fazendo, mas a mídia não deve limitar-se a refletir e a conformar-se com a mediocridade, o vazio, o oportunismo e a falta de ética.
Os órgãos de imprensa devem ter um papel transformador na sociedade e, nesse sentido, estaríamos melhor servi dos se houvesse mais Rosa Célias nos jornais, nas revistas e TVs que nos cercam. Voltando ao Castelo de Caras, as belas Adrianes, Narcisas, Lucianas, Suzanas ou Carlas, certamente encontrarão lá um espelho mágico... Se for mesmo mágico dirá que Rosa Célia é mais bela do que todas vocês.
DUAS VIDAS
Arnaldo Jabor
Será que a opinião pública está tão interessada assim na visão que Narcisa Tamborindeguy ou Adriane Galisteu têm da vida? A julgar pelo espaço que a mídia dedica a esse tipo de formador de opinião, o Brasil virou um imenso Castelo de Caras. Adriane Galisteu, após o seu casamento relâmpago, falou às páginas amarelas de Veja e deu aula magna de insensibilidade, egoísmo e sinceridade! Estranha mistura, mas a moça tem razão quando se diz sincera. Ela não engana, revela-se de corpo (e que corpo!) inteiro, e o retrato que aparece é assustador!
Adriane teve uma infância atribulada, perdeu o pai aos 15 anos, ainda pobre, e um irmão com AIDS quando já não era tão pobre. "Eu não tinha um tostão, não tinha dinheiro para comprar um pastel. Meu irmão estava doente. Minha mãe ganhava 190 reais do INSS, meu pai já tinha morrido. Eu sustentava todo o mundo e não tinha poupança alguma."
Peço licença a Adriane, mas vou falar de outra infância triste de mulher, a de Rosa Célia Barbosa. Seu perfil - admirável - surgiu em reportagem recente da Vejinha sobre os melhores médicos do Rio. Alagoana, pequena, 1m50cm, começou a sua odisséia aos sete anos, largada num orfanato em Botafogo. Rosa chorou durante meses. "Toda a mulher de saia eu achava que era a minha mãe que vinha me buscar, depois de um tempo desisti..."
Voltemos a Adriane. Ela é rica, bem sucedida, e "nem na metade da escada ainda". A escada, boa imagem para alguém que - como uma Scarlet O'Hara de tempos neoliberais - resolveu que nunca mais vai passar fome. Até aí, tudo bem; mas é desconcertante ver como o sofrimento pode levar à total insensibilidade.
Pergunta a repórter a Adriane se ela faria algo para o bem do outro: "Para o bem do outro? Não, só faço pelo meu bem. Essa coisa de dar sem cobrar,dar sem pedir não existe. Depois, você acaba jogando isso na cara do outro." " Você nunca cede então?" "Cedo, claro que cedo. Já cedi em coisas que não afetam a minha vida. Ele gosta de dormir em lençol de linho e eu gosto de dormir em lençol de seda. Aí dá pra ceder..."
Rosa Célia fez vestibular de medicina, morava de favor num quartinho e trabalhava para manter-se. Formou-se e resolveu dedicar-se à cardiologia neonatal e infantil, quando trabalhava no Hospita da Lagoa. Sem saber inglês, meteu na cabeça que teria que estudar no National Heart Hospital, em Londres, com Jane Sommerville, a maior especialista mundial na área. Estudou inglês e conseguiu uma bolsa e uma carta da Dra. Sommerville. Em Londres era gozada pelos colegas ingleses por causa de seu inglês jeca. Ganhou o respeito geral quando acertou um diagnóstico difícil numa escocesa, após examiná-la por oito horas seguidas. "Ela falava um inglês ainda pior do que o meu", lembra divertida.
Adriane está rica mas não confia em ninguém, salvo na mãe. Nem nos amigos. Vejam: "Eu não posso sair confiando nas pessoas. Não tenho motorista, nem segurança, por isso mesmo. É mais gente para te trair. Eu confio mais nos bichos do que nas pessoas. Ainda existem pessoas que acham que eu tenho amnésia. Muitas das que convivem comigo hoje já me viraram a cara quando estava por baixo. Mas você pensa que eu as trato mal? Trato com a maior naturalidade. Porque elas podem até me usar, mas eu vou usá-las também. É uma troca."
De Londres, Rosa Célia ia direto para Houston, nos Estados Unidos. Fora escolhida para a Meca da cardiologia mundial. Futuro brilhante a aguardava. Uma gravidez inesperada atrapalhou o sonho. Pediu 24 horas para pensar e optou pelo filho, voltando ao Rio. Reassumiu seu cargo no Hospital da Lagoa e abriu consultório, mas todos os anos viaja para estudar. Passa pelo menos um mês no Children's Hospital em Boston, trabalhando 12 horas por dia.
"Você gosta de dinheiro (Adriane)?" "Adoro dinheiro e detesto hipocrisia. Gasto, gosto de gastar, gosto de não fazer conta, de viajar de primeira classe. Tem gente que fala: esse dinheiro que ganhei eu vou doar... O meu eu não dôo não. O meu eu dôo é para a minha conta. Eu adoro fazer o bem, mas também tenho minhas prioridades: minha casa, minha família. Primeiro vou ajudar quem está mais próximo. Mas faço minhas campanhas beneficentes."
Rosa chefia um centro sofisticadíssimo, a cardiologia pediátrica do Pró-Cardíaco. Lá são tratados casos limite, histórias tristes. O hospital é privado e caríssimo, mas ela achou um jeito de operar ali crianças sem posses. Criou uma ONG, passa o chapéu, fala com amigos, empresários. O Projeto Pró-Criança já atendeu mais de 500, e 120 foram operadas. "Sonhei a vida inteira e fiz. Não importou ser pobre, mulher, baixinha e alagoana. Eu fiz."
Voltemos a Adriane e esbarraremos, brutalmente, na frustração: "Já tive vontade de viajar e não podia. Queria ter carro e não tinha. Eu queria ter feito faculdade e não tive dinheiro. Não que eu sinta falta de livros, porque livro a gente compra na esquina, e conhecimento a gente adquire na vida. Eu sinto falta de contar para os amigos essas histórias que todo o mundo tem, do tempo da faculdade".
Duas vidas, dois perfis fora da normalidade, matéria-prima dos órgãos de imprensa. Mas qual é o mais valorizado pela mídia hoje em dia? É fácil constatar e chegar à conclusão de que há algo muito errado com a nossa sociedade. Pode ser até que o leitor tenha interesse mórbido em saber o que as louras e morenas burras ou muito espertas andem fazendo, mas a mídia não deve limitar-se a refletir e a conformar-se com a mediocridade, o vazio, o oportunismo e a falta de ética.
Os órgãos de imprensa devem ter um papel transformador na sociedade e, nesse sentido, estaríamos melhor servi dos se houvesse mais Rosa Célias nos jornais, nas revistas e TVs que nos cercam. Voltando ao Castelo de Caras, as belas Adrianes, Narcisas, Lucianas, Suzanas ou Carlas, certamente encontrarão lá um espelho mágico... Se for mesmo mágico dirá que Rosa Célia é mais bela do que todas vocês.
Beradêro
(Chico César)
Os olhos tristes da fita
Rodando no gravador
Uma moça cosendo roupa
Com a linha do equador
E a voz da santa dizendo:
O que é que eu tô fazendo
Cá em cima desse andor
A tinta pinta o asfalto
Enfeita a alma motorista
É cor na cor da cidade
Batom no lábio nortista
O olhar vê tons tão sudestes
E o beijo que vós me nordestes
Arranha-céu na boca paulista
Cadeiras elétricas da baiana
Sentença que o turista cheire
E os sem amor, os sem teto
Os sem paixão, sem alqueire
No peito dos sem peito uma seta
E a cigana analfabeta
Lendo a mão de Paulo Freire
A correnteza do triste
Tristezura do contente
Vozes de faca cortando
Como o riso da serpente
São sons de sim, não contudo
Pé quebrado, verso mudo
Grito no hospital da gente
(Chico César)
Os olhos tristes da fita
Rodando no gravador
Uma moça cosendo roupa
Com a linha do equador
E a voz da santa dizendo:
O que é que eu tô fazendo
Cá em cima desse andor
A tinta pinta o asfalto
Enfeita a alma motorista
É cor na cor da cidade
Batom no lábio nortista
O olhar vê tons tão sudestes
E o beijo que vós me nordestes
Arranha-céu na boca paulista
Cadeiras elétricas da baiana
Sentença que o turista cheire
E os sem amor, os sem teto
Os sem paixão, sem alqueire
No peito dos sem peito uma seta
E a cigana analfabeta
Lendo a mão de Paulo Freire
A correnteza do triste
Tristezura do contente
Vozes de faca cortando
Como o riso da serpente
São sons de sim, não contudo
Pé quebrado, verso mudo
Grito no hospital da gente
O que aconteceria se...
50% da população brasileira seguisse a Bíblia, pode ter certeza que voltaríamos à barbárie. Felizmente ninguém, mas ninguém mesmo, consegue ser um cristão autêntico. Se conseguisse, odiaria a própria família (Lc 14:26; Mt 10:34-37), espancaria os filhos com uma vara, para livrar suas almas do inferno (Pv 23:13-14); envenenaria a esposa, se apenas desconfiasse que ela o traía (Nm 5:11-31), apedrejaria até a morte filho, esposa, irmão ou amigo que adorasse outros deuses (Dt 13:6-10), como também todos aqueles que trabalhassem no Sábado (Nm 15:32-36).
O verdadeiro cristão tem a obrigação de aplaudir um deus de infinita misericórdia que foi capaz de afogar toda a população do planeta - inclusive mulheres grávidas, fetos, bebês recém-nascidos, crianças, animais e plantas (Gn 7:17-24). Também tem que amar, acima de todas as coisas, aquele que deu existência à criatura mais perversa e poderosa de que se tem notícia - Satã - cuja única missão é lançar na perdição zilhões de almas destinadas ao sofrimento eterno. E, como se tudo isso não bastasse, ainda é obrigado a apoiar a discriminação à mulher (1Tm 2:11-14; 1Co 11:3-10), a poligamia (Gn 29:23-35; Gn 30:1-13) e a escravidão (1Tm 6:1-2; Lc 12:42-48).
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50% da população brasileira seguisse a Bíblia, pode ter certeza que voltaríamos à barbárie. Felizmente ninguém, mas ninguém mesmo, consegue ser um cristão autêntico. Se conseguisse, odiaria a própria família (Lc 14:26; Mt 10:34-37), espancaria os filhos com uma vara, para livrar suas almas do inferno (Pv 23:13-14); envenenaria a esposa, se apenas desconfiasse que ela o traía (Nm 5:11-31), apedrejaria até a morte filho, esposa, irmão ou amigo que adorasse outros deuses (Dt 13:6-10), como também todos aqueles que trabalhassem no Sábado (Nm 15:32-36).
O verdadeiro cristão tem a obrigação de aplaudir um deus de infinita misericórdia que foi capaz de afogar toda a população do planeta - inclusive mulheres grávidas, fetos, bebês recém-nascidos, crianças, animais e plantas (Gn 7:17-24). Também tem que amar, acima de todas as coisas, aquele que deu existência à criatura mais perversa e poderosa de que se tem notícia - Satã - cuja única missão é lançar na perdição zilhões de almas destinadas ao sofrimento eterno. E, como se tudo isso não bastasse, ainda é obrigado a apoiar a discriminação à mulher (1Tm 2:11-14; 1Co 11:3-10), a poligamia (Gn 29:23-35; Gn 30:1-13) e a escravidão (1Tm 6:1-2; Lc 12:42-48).
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Fulia e Fuleragem
Bebe Negão
É isso aí meu bom! Acorda pra tomar gagau! Lasca!
Hoje não tem rococó nem dança de rato! Oh muleque, to cumendo água, viu! Hummm! To não! Porquê! Vamu Zé!
Hoje eu acordei... Pá bebê! (Bebe Negão!)
Hoje eu acordei... Pá biritá, ô meu Deus! (Birita Negão!)
Hoje eu acordei... Pá cume água! (Come Negão!)
Hoje eu acordei... Pá mamá, ô meu bem! Lasca! (Mama Negão!)
Eu vô bebê pá esquecê meus pobremá! (Bebe Negão!)
Eu vô bebê pá esquecê minhas divida! (Bebe Negão!)
Eu vô bebê pá esquecê minhas angustria... Oi! (Bebe Negão!)
Eu vô bebê pois eu quero alegria, ô meu Deus!
Ô meu Deus! (Bebe Negããããão!)
Ô meu Pai! (Bebe Negããããão!) (Olha aqui!)
Euva-doce, Milume, Pitu e Rainha! ô meu Deus! (Bebe Negão!)
51 e caninha da roça, meu Deus! Ô como é bão! (Bebe Negão!)
Natu Nobi, Campari, Ceuveja e Vodka! Vô pará pá quê! (Bebe Negão!)
Qué pá acalma um bom coração sofredor (Bebe Negão!)
Eu vô bebê pá esquecê meus pobremá, oiiii! (Bebe Negão!)
Eu vô bebê pá esquecê minhas angustria... ô meu Deus! (Bebe Negão!)
Eu vô bebê pá esquecê minhas divida! Ô meu Pááii!(Bebe Negão!)
Esquecê o SERASA e SPC, ô meu bem! (Bebe Negããããão!)
Ô meu Deus! (Bebe Negããããão!)
(Esse solo... Vai pu gerente do meu banco!)
(solo)
Vai divagá, vai divagá...Pule cum os dois pé, cum os dois pé! Hum!
(Vai miserável! Corta meu cheque, miséria!)
Amanhã de manhã eu acordo cedinhu, olha...
Cuidado cum dotô Merengue miséria!
Só um sonrisal pra rebater...
Só um sonrisal pra rebater...
Só um sonrisal pra rebater...
Só um sonrisal pra rebater...
Eu vô bebê pá esquecê meus pobremá! (Bebe Negão!)
Eu vô bebê pá esquecê minhas divida! Ô meu Deus! (Bebe Negão!)
Eu vô bebê pá esquecê meus comprexos!Ô meu Pai! (Bebe Negão!)
A crise monetária internacional! Ô meu bem! (Bebe Negão!)
E pá concruí a batida da lage! Ô meu Deus! (Bebe Negããããão!)
Esquecê os marmanjo que quere azará minha mulé! (Eu fico na zorra!) (Bebe Negão!)
Pá que minha vizinha me tenha respeito! (Ô mulé ruim!) (Bebe Negão!)
Ô meu Deus! (Bebe Negããããão!)
Ô meu Pai!
Bebe Negão
É isso aí meu bom! Acorda pra tomar gagau! Lasca!
Hoje não tem rococó nem dança de rato! Oh muleque, to cumendo água, viu! Hummm! To não! Porquê! Vamu Zé!
Hoje eu acordei... Pá bebê! (Bebe Negão!)
Hoje eu acordei... Pá biritá, ô meu Deus! (Birita Negão!)
Hoje eu acordei... Pá cume água! (Come Negão!)
Hoje eu acordei... Pá mamá, ô meu bem! Lasca! (Mama Negão!)
Eu vô bebê pá esquecê meus pobremá! (Bebe Negão!)
Eu vô bebê pá esquecê minhas divida! (Bebe Negão!)
Eu vô bebê pá esquecê minhas angustria... Oi! (Bebe Negão!)
Eu vô bebê pois eu quero alegria, ô meu Deus!
Ô meu Deus! (Bebe Negããããão!)
Ô meu Pai! (Bebe Negããããão!) (Olha aqui!)
Euva-doce, Milume, Pitu e Rainha! ô meu Deus! (Bebe Negão!)
51 e caninha da roça, meu Deus! Ô como é bão! (Bebe Negão!)
Natu Nobi, Campari, Ceuveja e Vodka! Vô pará pá quê! (Bebe Negão!)
Qué pá acalma um bom coração sofredor (Bebe Negão!)
Eu vô bebê pá esquecê meus pobremá, oiiii! (Bebe Negão!)
Eu vô bebê pá esquecê minhas angustria... ô meu Deus! (Bebe Negão!)
Eu vô bebê pá esquecê minhas divida! Ô meu Pááii!(Bebe Negão!)
Esquecê o SERASA e SPC, ô meu bem! (Bebe Negããããão!)
Ô meu Deus! (Bebe Negããããão!)
(Esse solo... Vai pu gerente do meu banco!)
(solo)
Vai divagá, vai divagá...Pule cum os dois pé, cum os dois pé! Hum!
(Vai miserável! Corta meu cheque, miséria!)
Amanhã de manhã eu acordo cedinhu, olha...
Cuidado cum dotô Merengue miséria!
Só um sonrisal pra rebater...
Só um sonrisal pra rebater...
Só um sonrisal pra rebater...
Só um sonrisal pra rebater...
Eu vô bebê pá esquecê meus pobremá! (Bebe Negão!)
Eu vô bebê pá esquecê minhas divida! Ô meu Deus! (Bebe Negão!)
Eu vô bebê pá esquecê meus comprexos!Ô meu Pai! (Bebe Negão!)
A crise monetária internacional! Ô meu bem! (Bebe Negão!)
E pá concruí a batida da lage! Ô meu Deus! (Bebe Negããããão!)
Esquecê os marmanjo que quere azará minha mulé! (Eu fico na zorra!) (Bebe Negão!)
Pá que minha vizinha me tenha respeito! (Ô mulé ruim!) (Bebe Negão!)
Ô meu Deus! (Bebe Negããããão!)
Ô meu Pai!
25.9.04
Hierarquia dos Bebuns
Um dos maiores erros cometidos pelos leigos em assuntos etílicos é posicionar inadequadamente o cidadão alcoolizado na hierarquia bebunística. Por desconhecerem que há critérios técnicos regulamentados pelo Incopo, costumam chamar, às vezes, um simples biriteiro de pau-d'água ou um pinguço de pé-de-cana. Quanta ignorância! Bebum, pinguço e biriteiro são apenas "estágios" ou "posições hierárquicas" alcançadas de forma meritória com muito denodo e competência. Tomar um porre todo mundo toma, porém, ter status etílico, é outra coisa. De "bêbado" a "papudinho"
1 - Bêbado - É a patente mais insignificante da escala, mesmo porque não chega a ser um profissional. A coisa aí é definida pelo verbo de ligação; normalmente o sujeito está bêbado, não é bêbado. É como os ministros. Eles não são ministros, estão ministros, o que também não impede que o ministro seja ou esteja bêbado. É o pé-de-chinelo da escala.O bêbado, não o ministro, é claro!
2 - Biriteiro - É o cara que, depois de alguns porres, acaba se interessando ela carreira e começa a praticar a bebunagem com regularidade. omo o fígado ainda está tinindo e a família achando que aquilo é só uma "fase passageira", ele vai metendo os cornos devararinho. Toma três hoje, duas amanhã, pára no domingo, recomeça na terça, vomitana quinta, tomaboldo na sexta, e vai indo... Como ainda não tem certo domínio sobre o álcool, acaba fazendo merda.E depois da primeira, é uma atrás da outra, para alegria dos cunhados canalhas.
3 - Bebum - É uma patente acima do biriteiro. Mais constante e mais previsível, quanto às cagadas que costuma aprontar, o bebum é aquele cara que vive pagando mico, para a vergonha da esposa e felicidade da sogra. Pode ser "sistemático". Faz merda todo dia, ou "assistemárico" não faz mais merda; já tem o suficiente em estoque.
4 - Pinguço - O que faz com que um bebum seja elevado à categoria de pinguço é o horário em que passa a adentrar no recinto cachacístico. O bebum é um notívago por excelência, quer dizer, só costuma molhar o chifre à noite, enquanto o pinguço é um "tardívago"; começa na hora que seria do almoço. Seria, mas não é. Almoço, para pinguço, é perda de tempo. Só pode ter sido invenção de crente.
5 - Pau-d'água - É o pinguço que já perdeu o respeito da vizinhança. Embora seja uma patente alcoólica de grande carisma, a expressão "pau-d'água" é usada por muitos abstêmios como adjetivo pejorativo.E isso é sacanagem.Se o pau-d'água fosse da família deles seria "vítima do alcoolismo", agora, como não é... É o mesmo preconceito que muita gente tem contra a viadagem; se é da nossa família é "homossexual",mas se for da família do vizinho é "viado","bichona sem-vergonha".
6 - Pé-de-cana - É o pau-d'água pobre. O cara rico, de porre, é extravagante; o pobre, é impertinente.Se é rico fica eufórico; se é pobre faz vergonha.Rico fica alegre; pobre enche o saco. Rico agita a madrugada; pobre enche os culhões. Não tem como escapar! Só enchendo os cornos para esquecer este preconceito...
7 - Papudinho - É a maior patente da escala, o último e derradeiro degrau. É quando a cara incha de vez, os olhos empapuçam, passo fica curto, os pés engordam, as mãos vacilam, a voz se arrasta e até o anjo da guarda dá no pé. Geralmente é um solitário. Bebe sozinho, cai sozinho, mija nas calças sozinho, e fica babando no sereno até que uma alma caridosa, normalmente um outro papudinho - se ofereça para ajudar. Ocorre que, muitas vezes, o outro papudinho está ainda mais mamado e acaba caindo também. Aí, para levantar dois papudinhos são necessários outros dois papudinhos, e que quase sempre não aparecem já que estão caídos mais adiante. Daí então, só de revolta, resolvem forma mais uma dupla sertaneja só para torrar vez com o saco dos brasileiros. Além destas sete patentes, há algumas outras posições intermediárias como sub-bebuns,terceiros, segundos e primeiros pinguços, biriteiros de corveta, etc, mas que são estritamente corporativas e servem tão-somente para efeito de promoção. Figuras como o "Ébrio", por sua vez, não são mais reconhecidas como patente. O ébrio, pra quem não sabe, é o bebum em desuso. Ainda há alguns poucos remanescentes no mercado mas que a família prende em casa para evitar que façam merda na rua. Os poucos que ainda existem funcionam à válvula, já perderam o contraste e têm sérios problemas com o vertical. E aí, vamos tomar quantas?
Um dos maiores erros cometidos pelos leigos em assuntos etílicos é posicionar inadequadamente o cidadão alcoolizado na hierarquia bebunística. Por desconhecerem que há critérios técnicos regulamentados pelo Incopo, costumam chamar, às vezes, um simples biriteiro de pau-d'água ou um pinguço de pé-de-cana. Quanta ignorância! Bebum, pinguço e biriteiro são apenas "estágios" ou "posições hierárquicas" alcançadas de forma meritória com muito denodo e competência. Tomar um porre todo mundo toma, porém, ter status etílico, é outra coisa. De "bêbado" a "papudinho"
1 - Bêbado - É a patente mais insignificante da escala, mesmo porque não chega a ser um profissional. A coisa aí é definida pelo verbo de ligação; normalmente o sujeito está bêbado, não é bêbado. É como os ministros. Eles não são ministros, estão ministros, o que também não impede que o ministro seja ou esteja bêbado. É o pé-de-chinelo da escala.O bêbado, não o ministro, é claro!
2 - Biriteiro - É o cara que, depois de alguns porres, acaba se interessando ela carreira e começa a praticar a bebunagem com regularidade. omo o fígado ainda está tinindo e a família achando que aquilo é só uma "fase passageira", ele vai metendo os cornos devararinho. Toma três hoje, duas amanhã, pára no domingo, recomeça na terça, vomitana quinta, tomaboldo na sexta, e vai indo... Como ainda não tem certo domínio sobre o álcool, acaba fazendo merda.E depois da primeira, é uma atrás da outra, para alegria dos cunhados canalhas.
3 - Bebum - É uma patente acima do biriteiro. Mais constante e mais previsível, quanto às cagadas que costuma aprontar, o bebum é aquele cara que vive pagando mico, para a vergonha da esposa e felicidade da sogra. Pode ser "sistemático". Faz merda todo dia, ou "assistemárico" não faz mais merda; já tem o suficiente em estoque.
4 - Pinguço - O que faz com que um bebum seja elevado à categoria de pinguço é o horário em que passa a adentrar no recinto cachacístico. O bebum é um notívago por excelência, quer dizer, só costuma molhar o chifre à noite, enquanto o pinguço é um "tardívago"; começa na hora que seria do almoço. Seria, mas não é. Almoço, para pinguço, é perda de tempo. Só pode ter sido invenção de crente.
5 - Pau-d'água - É o pinguço que já perdeu o respeito da vizinhança. Embora seja uma patente alcoólica de grande carisma, a expressão "pau-d'água" é usada por muitos abstêmios como adjetivo pejorativo.E isso é sacanagem.Se o pau-d'água fosse da família deles seria "vítima do alcoolismo", agora, como não é... É o mesmo preconceito que muita gente tem contra a viadagem; se é da nossa família é "homossexual",mas se for da família do vizinho é "viado","bichona sem-vergonha".
6 - Pé-de-cana - É o pau-d'água pobre. O cara rico, de porre, é extravagante; o pobre, é impertinente.Se é rico fica eufórico; se é pobre faz vergonha.Rico fica alegre; pobre enche o saco. Rico agita a madrugada; pobre enche os culhões. Não tem como escapar! Só enchendo os cornos para esquecer este preconceito...
7 - Papudinho - É a maior patente da escala, o último e derradeiro degrau. É quando a cara incha de vez, os olhos empapuçam, passo fica curto, os pés engordam, as mãos vacilam, a voz se arrasta e até o anjo da guarda dá no pé. Geralmente é um solitário. Bebe sozinho, cai sozinho, mija nas calças sozinho, e fica babando no sereno até que uma alma caridosa, normalmente um outro papudinho - se ofereça para ajudar. Ocorre que, muitas vezes, o outro papudinho está ainda mais mamado e acaba caindo também. Aí, para levantar dois papudinhos são necessários outros dois papudinhos, e que quase sempre não aparecem já que estão caídos mais adiante. Daí então, só de revolta, resolvem forma mais uma dupla sertaneja só para torrar vez com o saco dos brasileiros. Além destas sete patentes, há algumas outras posições intermediárias como sub-bebuns,terceiros, segundos e primeiros pinguços, biriteiros de corveta, etc, mas que são estritamente corporativas e servem tão-somente para efeito de promoção. Figuras como o "Ébrio", por sua vez, não são mais reconhecidas como patente. O ébrio, pra quem não sabe, é o bebum em desuso. Ainda há alguns poucos remanescentes no mercado mas que a família prende em casa para evitar que façam merda na rua. Os poucos que ainda existem funcionam à válvula, já perderam o contraste e têm sérios problemas com o vertical. E aí, vamos tomar quantas?
Horóscopo do dia
(Falcão)
A lua transita seu setor de valores pessoais, tornando você uma bolsa de ações em baixa. A putaria me viu crescer, e eu espero que os homens esperem as mulheres na sala de espera. No fundo você deseja muito.
(Falcão)
A lua transita seu setor de valores pessoais, tornando você uma bolsa de ações em baixa. A putaria me viu crescer, e eu espero que os homens esperem as mulheres na sala de espera. No fundo você deseja muito.
23.9.04
O QUE É O SEXO, AFINAL?
Segundo o médico é uma doença,
Porque sempre termina na cama.
Segundo o advogado é uma injustiça,
Porque sempre há um que fica por baixo.
Segundo o engenheiro é uma máquina perfeita,
Porque é a única em que se trabalha deitado.
Segundo o arquiteto é um erro de projeto,
Porque a área de lazer fica muito próxima a área de saneamento
Segundo o político é um ato de democracia perfeito,
Porque todos gozam independente da posição.
Segundo o economista é um desajuste,
Porque entra mais do que sai.
As vezes, nem se sabe o que é ativo ou passivo.
Segundo o contador, é um exercício perfeito,
Põe-se o bruto, faz-se o balanço, na maioria dos casos ainda gera dividendos.
Segundo o matemático é uma perfeita equação,
Porque a mulher coloca entre parênteses, eleva o membro a sua máxima potência e lhe extrai o produto, reduzindo-o a sua mínima expressão.
Segundo o biólogo, é um crime contra a natureza,
Pois no ato realizado, os parceiros afogam o ganso.
Segundo o psicólogo, é foda de explicar.
Segundo o médico é uma doença,
Porque sempre termina na cama.
Segundo o advogado é uma injustiça,
Porque sempre há um que fica por baixo.
Segundo o engenheiro é uma máquina perfeita,
Porque é a única em que se trabalha deitado.
Segundo o arquiteto é um erro de projeto,
Porque a área de lazer fica muito próxima a área de saneamento
Segundo o político é um ato de democracia perfeito,
Porque todos gozam independente da posição.
Segundo o economista é um desajuste,
Porque entra mais do que sai.
As vezes, nem se sabe o que é ativo ou passivo.
Segundo o contador, é um exercício perfeito,
Põe-se o bruto, faz-se o balanço, na maioria dos casos ainda gera dividendos.
Segundo o matemático é uma perfeita equação,
Porque a mulher coloca entre parênteses, eleva o membro a sua máxima potência e lhe extrai o produto, reduzindo-o a sua mínima expressão.
Segundo o biólogo, é um crime contra a natureza,
Pois no ato realizado, os parceiros afogam o ganso.
Segundo o psicólogo, é foda de explicar.
21.9.04
Perguntar não ofende, então...
Adão e Eva tinham umbigos?
Adão e Eva tinham umbigos?
A mulher invisível do novo filme do Quarteto Fantástico
Horóscopo do dia:
A lua configura um aspecto delicado com Netuno. Hoje, você seria capaz de comprovar que as chances de um casal são maiores que a de alguém sozinho?
Cuidado para não se ferir. (Astrólogo Falcão)
A lua configura um aspecto delicado com Netuno. Hoje, você seria capaz de comprovar que as chances de um casal são maiores que a de alguém sozinho?
Cuidado para não se ferir. (Astrólogo Falcão)
Dicionário de Quandos
Para evitar que estrangeiros fiquem pegando injustamente no nosso pé porque prometemos e não cumprimos, está sendo compilado o Dicionário Brasileiro de Quandos (que já deveria estar pronto, mas atrasou...), do qual foram extraídos os trechos a seguir:
DEPENDE - envolve a conjunção de várias incógnitas, todas desfavoráveis. Em situações anormais, pode até significar "sim", embora até hoje tal fenômeno só tenha sido registrado em testes teóricos de laborátorio. O mais comum é que signifique diversos pretextos para dizer "não".
JÁ-JÁ - aos incautos, pode dar impressão de ser duas vezes mais rápido que "já". Ledo engano, é muito mais lento. "Faço já" significa "Passou a ser minha primeira prioridade", enquanto "Faço já-já" que dizer apenas "Assim que eu terminar de ler meu jornal, prometo que vou pensar a respeito". "Pode ser substituído por "daqui 10 minutinhos"
LOGO - "logo" é bem mais tempo que "dentro em breve" e muito mais que "daqui a pouco". É tão indeterminado que pode até levar séculos. "Logo chegaremos a outras galáxias". É preciso também tomar cuidado com a frase "mas logo eu?", que quer dizer "tô fora".
MÊS QUE VEM - parece coisa do primeiro grau, mas ainda tem estrangeiro que não entendeu. Existem só três tipos de meses: aquele em que estamos agora, os que já passaram e os que ainda estão por vir. Portanto, todos os meses, do próximo até o Apocalipse, são meses "que vem"!!!
NO MÁXIMO - essa é fácil: quer dizer "no mínimo". Exemplo: "entrego em meia hora, no máximo". Significa que a única certeza é de que a coisa não será entregue antes de meia hora.
PODE DEIXAR - traduz-se como "nunca".
POR VOLTA - similar a "no máximo". É uma medida de tempo dilatada, em que o limite inferior é claro, mas o superior é totalmente indefinido. "Por volta das 5 horas" que dizer "a partir das 5 horas".
SEM FALTA - é uma expressão que só se usa depois do terceiro atraso. Porque, depois do primeiro, deve-se dizer: "fique tranquilo, que amanhã eu entrego". E depois do segundo: "relaxa, amanhã estará em sua mesa". Só aí é que vem o "amanhã, sem falta".
UM MINUTINHO - é um período de tempo incerto e não sabido, que nada tem a ver com o intervalo de 60 segundos e raramente dura menos que cinco minutos.
VEJA BEM - é o day after do "depende". Significa "viu como pressionar não adianta?".É utilizado da seguinte maneira: "mas você prometeu o trabalho para hoje?". Resposta: "veja bem...".XIIII... - se dito neste tom, após a frase: "não vou mais tolerar atrasos, O.K.?". Exprime dó e piedade por tamanha ignorância sobre a nossa cultura.
ZÁS-TRÁS - palavra em moda até uns 30 anos atrás e que significava "ligeireza no cumprimento de uma tarefa, com total eficiência e sem nenhuma desculpa".Por isso mesmo, caiu em desuso e foi abolida do dicionário."
Millor Fernandes
Para evitar que estrangeiros fiquem pegando injustamente no nosso pé porque prometemos e não cumprimos, está sendo compilado o Dicionário Brasileiro de Quandos (que já deveria estar pronto, mas atrasou...), do qual foram extraídos os trechos a seguir:
DEPENDE - envolve a conjunção de várias incógnitas, todas desfavoráveis. Em situações anormais, pode até significar "sim", embora até hoje tal fenômeno só tenha sido registrado em testes teóricos de laborátorio. O mais comum é que signifique diversos pretextos para dizer "não".
JÁ-JÁ - aos incautos, pode dar impressão de ser duas vezes mais rápido que "já". Ledo engano, é muito mais lento. "Faço já" significa "Passou a ser minha primeira prioridade", enquanto "Faço já-já" que dizer apenas "Assim que eu terminar de ler meu jornal, prometo que vou pensar a respeito". "Pode ser substituído por "daqui 10 minutinhos"
LOGO - "logo" é bem mais tempo que "dentro em breve" e muito mais que "daqui a pouco". É tão indeterminado que pode até levar séculos. "Logo chegaremos a outras galáxias". É preciso também tomar cuidado com a frase "mas logo eu?", que quer dizer "tô fora".
MÊS QUE VEM - parece coisa do primeiro grau, mas ainda tem estrangeiro que não entendeu. Existem só três tipos de meses: aquele em que estamos agora, os que já passaram e os que ainda estão por vir. Portanto, todos os meses, do próximo até o Apocalipse, são meses "que vem"!!!
NO MÁXIMO - essa é fácil: quer dizer "no mínimo". Exemplo: "entrego em meia hora, no máximo". Significa que a única certeza é de que a coisa não será entregue antes de meia hora.
PODE DEIXAR - traduz-se como "nunca".
POR VOLTA - similar a "no máximo". É uma medida de tempo dilatada, em que o limite inferior é claro, mas o superior é totalmente indefinido. "Por volta das 5 horas" que dizer "a partir das 5 horas".
SEM FALTA - é uma expressão que só se usa depois do terceiro atraso. Porque, depois do primeiro, deve-se dizer: "fique tranquilo, que amanhã eu entrego". E depois do segundo: "relaxa, amanhã estará em sua mesa". Só aí é que vem o "amanhã, sem falta".
UM MINUTINHO - é um período de tempo incerto e não sabido, que nada tem a ver com o intervalo de 60 segundos e raramente dura menos que cinco minutos.
VEJA BEM - é o day after do "depende". Significa "viu como pressionar não adianta?".É utilizado da seguinte maneira: "mas você prometeu o trabalho para hoje?". Resposta: "veja bem...".XIIII... - se dito neste tom, após a frase: "não vou mais tolerar atrasos, O.K.?". Exprime dó e piedade por tamanha ignorância sobre a nossa cultura.
ZÁS-TRÁS - palavra em moda até uns 30 anos atrás e que significava "ligeireza no cumprimento de uma tarefa, com total eficiência e sem nenhuma desculpa".Por isso mesmo, caiu em desuso e foi abolida do dicionário."
Millor Fernandes
16.9.04
Lends Picantis In Ânus Autrem Q'sucus Est
Composição: (Falcão)
Mulher de amigo meu pra mim é ótimo!,
falou-me o vizinho em minha cabeceira.
Como se não bastasse o esforço do Governo,
tentando me lascar e ver minha caveira,
como se fosse pouco as pragas que sua mãe me joga,
como se fosse confortável uma hemorróida...
My love, my life é muito good (bis)
A mão que joga pedra é a mesma que apedreja
talvez escreva um dia o Paulo Coelho
Como se fosse pouco a AIDS e o refrigerante,
a gripe, a tuberculose e a água no joelho,
como se fosse muito bom o Imposto de Renda
o chato, a gonorréia e o Ministério da Fazenda...
My love, my life é muito good (bis)
Composição: (Falcão)
Mulher de amigo meu pra mim é ótimo!,
falou-me o vizinho em minha cabeceira.
Como se não bastasse o esforço do Governo,
tentando me lascar e ver minha caveira,
como se fosse pouco as pragas que sua mãe me joga,
como se fosse confortável uma hemorróida...
My love, my life é muito good (bis)
A mão que joga pedra é a mesma que apedreja
talvez escreva um dia o Paulo Coelho
Como se fosse pouco a AIDS e o refrigerante,
a gripe, a tuberculose e a água no joelho,
como se fosse muito bom o Imposto de Renda
o chato, a gonorréia e o Ministério da Fazenda...
My love, my life é muito good (bis)
8.9.04
Carta aberta aos jornalistas
Meu nome é Leonardo Freitas. Brasileiro, arquiteto, servidor público. Sem filiação político-partidária. Como mais um dos bombardeados pelo lixo diário que os órgãos de imprensa vomitam em cima do cidadão, e ninguém mais além disso, venho me manifestar sobre a "polêmica" fabricada em cima do projeto do Conselho Federal de Jornalismo, aliás, tão artificial quanto a maioria das "polêmicas" criadas pela mídia para afastar a atenção da sociedade dos fatos realmente importantes.
Tomei conhecimento do assunto por meio dos órgãos de imprensa, que aproveitavam o episódio para comparar o atual presidente aos presidentes militares, dentre outros exemplos de imparcialidade jornalística. Estranhamente, nada as reportagens falavam do projeto em si. Nenhuma novidade, é uma técnica jornalística clássica de formar opinião sem informar ninguém. No caso, porém, resolvi investigar.
Um dos primeiros fatos que descobri é que o projeto em pauta não é de autoria do governo, mas sim da Federação Nacional dos Jornalistas, criado pela tal após anos de debate sobre o assunto. Pensei logo: "hum, foram jornalistas que redigiram o projeto, então o texto deve estar ruim mesmo. Vai ver o problema é esse". A despeito dos éticos jornalistas estarem atacando o governo por causa de um projeto de autoria da FNJ, pelo Executivo apenas encaminhado ao Congresso, consideraria válida a polêmica caso o projeto de lei contivesse, realmente, os tais artigos "autoritários". Então busquei o texto do projeto em si, que achei no site da ABI, e dei particular atenção à leitura dos artigos mais criticados. Comecei pelo Art. 1º, §1º:
"§1º - O CFJ e os CRJ têm como atribuição orientar, disciplinar e fiscalizar o exercício da profissão de jornalista e da atividade de jornalismo, zelar pela fiel observância dos princípios de ética e disciplina da classe em todo o território nacional, bem assim pugnar pelo direito à livre informação plural e pelo aperfeiçoamento do jornalismo."
Não vi nada de errado nessa redação. Todas as profissões dignas de assim serem chamadas são reguladas dessa forma, em geral por seus Conselhos, Ordens ou coisa que o valha. Se um advogado apronta, responde perante a OAB. Se eu projeto uma casa fora das normas, ou uma laje cai na moringa de um usuário do edifício de minha responsabilidade, eu respondo perante o CREA. Nada mais justo que, se um jornalista escrever uma notícia mentirosa, falsa ou difamatória, ele responda por isso perante seu Conselho. Toda profissão é assim, aliás, a vida em geral é e tem que ser assim: cada qual deve ser responsabilizado por suas próprias trapalhadas e canalhices, e assumir as conseqüências delas. Tentar fugir disso, além de ser um comportamento infantil, só pode ser típico de profissionais de má-fé, que buscam com a profissão tudo, menos cumprir sua missão e informar o público.
Talvez o problema seja, então, a exigência de observância dos princípios de ética e disciplina na profissão. Entre pessoas com um pouco mais de informação, é comum se ouvir sonoras risadas ao se compor uma única frase que associe a palavra "ética" com "jornalistas" ou "imprensa". Não duvido que seja também assim entre os próprios profissionais, se é que merecem ser assim chamados aqueles que temem a regulamentação profissional, único fator capaz de definir uma profissão como tal. Os "jornalistas" também não gostaram do Art. 3º, inciso IV, que define uma das atribuições do futuro Conselho:
IV - exercer a fiscalização do exercício da profissão de jornalista e da atividade de jornalismo;
Não querem ser fiscalizados, coitados. Qualquer fiscal do CREA pode fiscalizar o trabalho de um engenheiro, isso é considerado sintoma de uma sociedade minimamente evoluída. Os olimpianos jornalistas, por sua vez, querem estar acima disso, querem se sentir como semideuses da redação, falando o que quiser, de qualquer um, de qualquer situação, e não responderem por eventuais calúnias e abusos em foro profissional. E um outro protesto coligado a estes me fez entender a afirmação do presidente, e fazer coro com o barbudo ao chamar os jornalistas de "covardes!". Vejam só o dispositivo que eles querem vetar, no Art. 2º, §XV:
"XV - fixar normas sobre a obrigatoriedade de indicação do jornalista responsável por material de conteúdo jornalístico publicado ou veiculado em qualquer meio de comunicação;"
Não bastasse tudo, ainda essa! Os covardes não querem sequer assumir o que escrevem! Querem a proteção do anonimato, quem sabe, para não serem reconhecidos na rua como os picaretas que são. Ou quem sabe, não querem ouvir dos filhos adolescentes em casa: "por que você fala tanta mentira no jornal, pai?". A desculpa dos covardes é o medo de represálias pelo conteúdo das reportagens. Nessa lógica, porém, nenhum juiz mais assinaria uma sentença, um promotor um parecer, um delegado um inquérito. Eu não mais precisaria assinar nada do que fizesse, e se algo desse errado, que seja!
Pois é essa a lógica que impera na imprensa, e que querem que continue a imperar. A confusão entre a liberdade de imprensa e algum suposto direito à mentira; entre o dever de informar o público e a manipulação da opinião pública; entre o direito a uma linha editorial e a ausência de um marco regulatório. Embora eu não acredite que a criação do CNJ nos moldes propostos vá ser capaz de acabar com a imprensa marrom, acredito que regulamentar o exercício das profissões, não só do jornalismo, seja sintoma de uma sociedade minimamente civilizada. E mais, o estabelecimento de punições para os jornalistas que exerçam sua profissão de forma irresponsável não atenta contra a liberdade de imprensa, e da mesma forma são, justamente, estabelecidas tais punições para picaretas de todas as outras profissões.
Meu nome é Leonardo Freitas. Brasileiro, arquiteto, servidor público. Sem filiação político-partidária. Como mais um dos bombardeados pelo lixo diário que os órgãos de imprensa vomitam em cima do cidadão, e ninguém mais além disso, venho me manifestar sobre a "polêmica" fabricada em cima do projeto do Conselho Federal de Jornalismo, aliás, tão artificial quanto a maioria das "polêmicas" criadas pela mídia para afastar a atenção da sociedade dos fatos realmente importantes.
Tomei conhecimento do assunto por meio dos órgãos de imprensa, que aproveitavam o episódio para comparar o atual presidente aos presidentes militares, dentre outros exemplos de imparcialidade jornalística. Estranhamente, nada as reportagens falavam do projeto em si. Nenhuma novidade, é uma técnica jornalística clássica de formar opinião sem informar ninguém. No caso, porém, resolvi investigar.
Um dos primeiros fatos que descobri é que o projeto em pauta não é de autoria do governo, mas sim da Federação Nacional dos Jornalistas, criado pela tal após anos de debate sobre o assunto. Pensei logo: "hum, foram jornalistas que redigiram o projeto, então o texto deve estar ruim mesmo. Vai ver o problema é esse". A despeito dos éticos jornalistas estarem atacando o governo por causa de um projeto de autoria da FNJ, pelo Executivo apenas encaminhado ao Congresso, consideraria válida a polêmica caso o projeto de lei contivesse, realmente, os tais artigos "autoritários". Então busquei o texto do projeto em si, que achei no site da ABI, e dei particular atenção à leitura dos artigos mais criticados. Comecei pelo Art. 1º, §1º:
"§1º - O CFJ e os CRJ têm como atribuição orientar, disciplinar e fiscalizar o exercício da profissão de jornalista e da atividade de jornalismo, zelar pela fiel observância dos princípios de ética e disciplina da classe em todo o território nacional, bem assim pugnar pelo direito à livre informação plural e pelo aperfeiçoamento do jornalismo."
Não vi nada de errado nessa redação. Todas as profissões dignas de assim serem chamadas são reguladas dessa forma, em geral por seus Conselhos, Ordens ou coisa que o valha. Se um advogado apronta, responde perante a OAB. Se eu projeto uma casa fora das normas, ou uma laje cai na moringa de um usuário do edifício de minha responsabilidade, eu respondo perante o CREA. Nada mais justo que, se um jornalista escrever uma notícia mentirosa, falsa ou difamatória, ele responda por isso perante seu Conselho. Toda profissão é assim, aliás, a vida em geral é e tem que ser assim: cada qual deve ser responsabilizado por suas próprias trapalhadas e canalhices, e assumir as conseqüências delas. Tentar fugir disso, além de ser um comportamento infantil, só pode ser típico de profissionais de má-fé, que buscam com a profissão tudo, menos cumprir sua missão e informar o público.
Talvez o problema seja, então, a exigência de observância dos princípios de ética e disciplina na profissão. Entre pessoas com um pouco mais de informação, é comum se ouvir sonoras risadas ao se compor uma única frase que associe a palavra "ética" com "jornalistas" ou "imprensa". Não duvido que seja também assim entre os próprios profissionais, se é que merecem ser assim chamados aqueles que temem a regulamentação profissional, único fator capaz de definir uma profissão como tal. Os "jornalistas" também não gostaram do Art. 3º, inciso IV, que define uma das atribuições do futuro Conselho:
IV - exercer a fiscalização do exercício da profissão de jornalista e da atividade de jornalismo;
Não querem ser fiscalizados, coitados. Qualquer fiscal do CREA pode fiscalizar o trabalho de um engenheiro, isso é considerado sintoma de uma sociedade minimamente evoluída. Os olimpianos jornalistas, por sua vez, querem estar acima disso, querem se sentir como semideuses da redação, falando o que quiser, de qualquer um, de qualquer situação, e não responderem por eventuais calúnias e abusos em foro profissional. E um outro protesto coligado a estes me fez entender a afirmação do presidente, e fazer coro com o barbudo ao chamar os jornalistas de "covardes!". Vejam só o dispositivo que eles querem vetar, no Art. 2º, §XV:
"XV - fixar normas sobre a obrigatoriedade de indicação do jornalista responsável por material de conteúdo jornalístico publicado ou veiculado em qualquer meio de comunicação;"
Não bastasse tudo, ainda essa! Os covardes não querem sequer assumir o que escrevem! Querem a proteção do anonimato, quem sabe, para não serem reconhecidos na rua como os picaretas que são. Ou quem sabe, não querem ouvir dos filhos adolescentes em casa: "por que você fala tanta mentira no jornal, pai?". A desculpa dos covardes é o medo de represálias pelo conteúdo das reportagens. Nessa lógica, porém, nenhum juiz mais assinaria uma sentença, um promotor um parecer, um delegado um inquérito. Eu não mais precisaria assinar nada do que fizesse, e se algo desse errado, que seja!
Pois é essa a lógica que impera na imprensa, e que querem que continue a imperar. A confusão entre a liberdade de imprensa e algum suposto direito à mentira; entre o dever de informar o público e a manipulação da opinião pública; entre o direito a uma linha editorial e a ausência de um marco regulatório. Embora eu não acredite que a criação do CNJ nos moldes propostos vá ser capaz de acabar com a imprensa marrom, acredito que regulamentar o exercício das profissões, não só do jornalismo, seja sintoma de uma sociedade minimamente civilizada. E mais, o estabelecimento de punições para os jornalistas que exerçam sua profissão de forma irresponsável não atenta contra a liberdade de imprensa, e da mesma forma são, justamente, estabelecidas tais punições para picaretas de todas as outras profissões.
DICIONÁRIO DE IDÉIAS IMEDIATAS
CARTEIRO - Esse sim tem uma mensagem!
CHARME - Isso que se diz que as criaturas têm quando não têm nenhuma outra qualidade visível.
CIVILIZAÇÃO - Consiste em inventar tantos processos de locomoção que, afinal, ninguém pode andar.
CORRUPÇÃO - Sentimento que os corruptos não conhecem.
DELINQÜÊNCIA JUVENIL - Cura-se com o passar dos anos.
A juvenilidade, digo.
DISSE-ME-DISSE - A verdadeira imprensa falada.
ESPIRITISMO - Requer presença de espírito.
PASSADO - É o futuro, usado.
PERFUME - A verdadeira arte abstrata.
PÉROLA - A doença mais cara do mundo.
PSICANALISTA - Aquele ali, cheio de preconceitos psicanalíticos.
Millor
CARTEIRO - Esse sim tem uma mensagem!
CHARME - Isso que se diz que as criaturas têm quando não têm nenhuma outra qualidade visível.
CIVILIZAÇÃO - Consiste em inventar tantos processos de locomoção que, afinal, ninguém pode andar.
CORRUPÇÃO - Sentimento que os corruptos não conhecem.
DELINQÜÊNCIA JUVENIL - Cura-se com o passar dos anos.
A juvenilidade, digo.
DISSE-ME-DISSE - A verdadeira imprensa falada.
ESPIRITISMO - Requer presença de espírito.
PASSADO - É o futuro, usado.
PERFUME - A verdadeira arte abstrata.
PÉROLA - A doença mais cara do mundo.
PSICANALISTA - Aquele ali, cheio de preconceitos psicanalíticos.
Millor
4.9.04
Uma questão de significados
A ONU resolveu fazer uma pesquisa mundial. A pergunta era: "Por favor,diga honestamente a sua opinião sobre a escassez de alimentos no restodo mundo". O resultado foi desastroso. Um total fracasso.
- Os europeus não entenderam o que era "escassez";
- Os africanos não sabiam o que era "alimento";
- Os norte-americanos perguntaram o significado de "resto do mundo";
- Os argentinos não sabiam o significado de "por favor"
- Os cubanos estranharam e pediram maiores explicações sobre "opinião";
- O congresso brasileiro ainda está debatendo o que significa "honestamente".
A ONU resolveu fazer uma pesquisa mundial. A pergunta era: "Por favor,diga honestamente a sua opinião sobre a escassez de alimentos no restodo mundo". O resultado foi desastroso. Um total fracasso.
- Os europeus não entenderam o que era "escassez";
- Os africanos não sabiam o que era "alimento";
- Os norte-americanos perguntaram o significado de "resto do mundo";
- Os argentinos não sabiam o significado de "por favor"
- Os cubanos estranharam e pediram maiores explicações sobre "opinião";
- O congresso brasileiro ainda está debatendo o que significa "honestamente".
1.9.04
Numa feira de informática (COMDEX), Bill Gates comparou a indústria de computadores com a automobilística e declarou:
"Se a GM tivesse evoluído tecnologicamente tanto quanto a indústria de computadores evoluiu, estaríamos todos dirigindo carros que custariam 25 dólares e que fariam 1000 milhas por galão (algo como 420 km/l)".
Recentemente, a General Motors divulgou os seguintes comentários a respeito desta declaração:
SE A MICROSOFT FABRICASSE CARROS:
a) Toda vez que repintassem as faixas das estradas, você teria que comprar um carro novo;
b) Ocasionalmente, seu carro morreria na auto-estrada sem nenhuma razão aparente e você teria apenas que aceitar isso, religá-lo e seguir em frente;
c) Ocasionalmente, a execução de uma manobra faria com que seu carro falhasse e parasse, e você teria que reinstalar o motor. Por alguma estranha razão, você aceitaria isso também;
d) Você poderia levar apenas uma pessoa dentro do carro de cada vez, a menos que você comprasse o "Carro 98" ou o "Carro NT". Mas depois, você ainda teria que comprar mais assentos;
e) A Apple/Macintosh faria um carro movido a energia solar, confiável, cinco vezes mais rápido e duas vezes mais fácil de dirigir. Só que ele poderia rodar em apenas 5 por cento das estradas;
f) Os proprietários de carros Macintosh poderiam conseguir caríssimos "upgrades" para carros Microsoft, o que faria seus carros rodar muito mais lentamente;
g) Os indicadores luminosos de falta de óleo, gasolina, bateria e problemas com arrefecimento seriam substituídos por um simples "Falha geral no carro";
h) Os novos assentos obrigariam todos a ter o mesmo tamanho de nádegas;
i) O "airbag" perguntaria "tem certeza?" antes de entrar em ação;
j) No meio de uma descida pronunciada, quando você estivesse com o ar-condicionado, o rádio e as luzes ligados ao mesmo tempo, ao pisar no freio apareceria uma mensagem do tipo "este automóvel realizou uma operação ilegal e será desligado";
k) Se desligasse o seu carro "Windows98", utilizando a chave, sem antes ter desligado o rádio ou o pisca-alerta, quando fosse ligá-lo novamente, ele iria checar todas as funções do carro durante meia hora, e ainda lhe daria uma bronca por não tê-lo desligado corretamente.
"Se a GM tivesse evoluído tecnologicamente tanto quanto a indústria de computadores evoluiu, estaríamos todos dirigindo carros que custariam 25 dólares e que fariam 1000 milhas por galão (algo como 420 km/l)".
Recentemente, a General Motors divulgou os seguintes comentários a respeito desta declaração:
SE A MICROSOFT FABRICASSE CARROS:
a) Toda vez que repintassem as faixas das estradas, você teria que comprar um carro novo;
b) Ocasionalmente, seu carro morreria na auto-estrada sem nenhuma razão aparente e você teria apenas que aceitar isso, religá-lo e seguir em frente;
c) Ocasionalmente, a execução de uma manobra faria com que seu carro falhasse e parasse, e você teria que reinstalar o motor. Por alguma estranha razão, você aceitaria isso também;
d) Você poderia levar apenas uma pessoa dentro do carro de cada vez, a menos que você comprasse o "Carro 98" ou o "Carro NT". Mas depois, você ainda teria que comprar mais assentos;
e) A Apple/Macintosh faria um carro movido a energia solar, confiável, cinco vezes mais rápido e duas vezes mais fácil de dirigir. Só que ele poderia rodar em apenas 5 por cento das estradas;
f) Os proprietários de carros Macintosh poderiam conseguir caríssimos "upgrades" para carros Microsoft, o que faria seus carros rodar muito mais lentamente;
g) Os indicadores luminosos de falta de óleo, gasolina, bateria e problemas com arrefecimento seriam substituídos por um simples "Falha geral no carro";
h) Os novos assentos obrigariam todos a ter o mesmo tamanho de nádegas;
i) O "airbag" perguntaria "tem certeza?" antes de entrar em ação;
j) No meio de uma descida pronunciada, quando você estivesse com o ar-condicionado, o rádio e as luzes ligados ao mesmo tempo, ao pisar no freio apareceria uma mensagem do tipo "este automóvel realizou uma operação ilegal e será desligado";
k) Se desligasse o seu carro "Windows98", utilizando a chave, sem antes ter desligado o rádio ou o pisca-alerta, quando fosse ligá-lo novamente, ele iria checar todas as funções do carro durante meia hora, e ainda lhe daria uma bronca por não tê-lo desligado corretamente.
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