23.5.05

Cearês para Americanos

What the hell is that? = Diabéisso?
Hurry up! = Avia, homi!
Take it easy! = Se avexe não!
Don´t be stupid! = Deixe de ser jumento!
Let´s go, fellows! = Rumbora negada!
No thanks! = Carece não!
Very far away! = Lá na carraducarai!
Very good = Danado de bom
This way = Peralí
More or less = Marromeno
Straight ahead = No rumo da venta
Get out of the way = Ó o mei! Sai do mei!
That´s cool! = É pai d´égua!
I give up! = Eu peço penico!
Wait for me! = Perainda!
Hey, mister! = Psiu, ei seu Zé!
Son of a bitch = Fi duma égua
Come to me, baby! = Ande, Tonha!

18.5.05

Depois de Jenin



Publicado no Ha´aretz em 10.05.2002
DEPOIS DE JENIN
Yitzhak Laor (*)

Qual tem sido o motivo da guerra entre nós e os palestinos?

A tentativa israelense de fatiar o que sobrou da Palestina em quatro cantões, através da construção de "estradas de separação", novas colônias habitacionais e postos de controle. O resto é assassinato, terror, toque de recolher, demolição de casas e propaganda. As crianças palestinas sentem medo e desespero e seus pais são humilhados na frente delas.

A sociedade palestina está sendo desmantelada e a opinião pública do Ocidente joga a culpa nas vítimas - sempre o caminho mais fácil de encarar o horror.

Eu sei: meu pai foi um judeu alemão.

Desastrosamente, o Exército Israelense é a imago (imagem idealizada mentalmente) do país. Aos olhos da maioria dos israelenses, é uma imagem pura, sem manchas; pior, o exército é visto como estando acima de qualquer interesse político.

Não obstante, como qualquer outro exército, precisa de guerras, pelo menos de vez em quando. Mas enquanto em outros países o poder militar é contrabalançado pelas instituições da sociedade civil ou por partes do próprio estado (indústria, bancos, partidos políticos etc.) nós, em Israel, não dispomos desse contrapeso.

O Exército Israelense não tem nenhum rival real dentro do estado, nem mesmo quando a política desse Exército nos custa nossas próprias vidas (as vidas dos palestinos, para não mencionar seu bem-estar ou sua dignidade, está excluída do discurso político).

Não há dúvida de que a "política de assassinatos" de Israel - seu assassinato de lideranças políticas (Dr. Thabet Thabet de Tulkarem, Abu Ali Mustafá de Ramalá) ou de "terroristas" (às vezes rotulados como tais somente depois de terem sido eliminados) - tem jogado lenha na fogueira. As pessoas falam disso, embora nenhum política da direita, do centro ou mesmo da decadente esquerda sionista tenha ousado se pronunciar contra isso.

E apesar de críticas na imprensa, o Exército vem fazendo o que decidir fazer. Algora eles conseguiram aquilo que realmente desejavam: um ataque total contra a Cisjordânia.

Desde 11 de setembro as palavras "guerra contra o terrorismo" se tornaram populares, razão porque tudo o que Israel faz é uma guerra contra o terrorismo.

Incluindo o saque no Centro Cultural Khalil Sakakni em Ramalá.

Também sou contra o terrorismo. Não quero morrer levando meu filho ao shopping.

De fato, eu não o levo mais lá. Não tomo ônibus e temo que chegue a vez da minha família, mas sei que eles - isto é, os generais - aceitam ataques terroristas como "um preço razoável a pagar" para alcançar uma solução. Qual é a solução deles? Paz - de que tipo? Paz entre os israelenses vitoriosos e os palestinos derrotados.

A crueldade do Exército Israelense deve ser lida contra o pano de fundo de sua derrota no Líbano, quando foi expulso de lá depois de travar durante anos uma guerra suja.

O sul do Líbano foi incendiado e destruído pela artilharia e a força aérea israelenses para que nenhuma organização terrorista pudesse resistir.

Mesmo assim, 300 combatentes - devo chamá-los de "terroristas"? - expulsou-nos (isto é, nosso exército) duas vezes. Primeiro, em 1985, de volta ao que nosso exército e imprensa costumavam chamar de nossa "Zona de Segurança" (a imprensa estrangeira denominava-a de "zona de segurança" auto-proclamada por Israel); e depois, dois anos atrás, dessa mesma Zona de Segurança. Os generais que foram derrotados àquela época estão dirigindo a guerra atual. Eles têm vivido aquela derrota diariamente. E agora podem lhes ensinar - isto é, aos árabes - sua lição.

Nossos heróis, armados com aviões, helicópteros e tanques, podem deter centenas de pessoas, concentrá-las em campos cercados de arame farpado, sem cobertores nem abrigo, explorar a confusão para demolir mais casas, abater mais árvores, retirar mais meios de subsistência.

A escavadeira, antigamente um símbolo da construção de um novo país, tornou-se um monstro que acompanha os tanques, de modo que todo mundo possa ver como o lar de outra família, um outro futuro, desaparece. Os israelenses procuram punir qualquer pessoa que enfraqueça nossa imagem de nós mesmos como vítimas. Ninguém tem permissão de tirar de nós essa imagem, especialmente não no contexto da guerra com os palestinos, que estão travando uma guerra em "nosso lar" - isto é, seu "não-lar".

Quando um ministro do gabinete de uma antiga república socialista comparou Yasser Arafat a Hitler, foi aplaudido. Por quê? Porque este é o modo como o mundo deveria olhar-nos, emergindo das cinzas. É por isso que amamos o filme Shoah, de Claude Lanzmann (e ainda mais seu repugnante filme sobre o Exército Israelense) e a Lista de Schindler.

Diga-nos mais sobre nós mesmos como vítimas e como devemos ser perdoados por toda a atrocidade que cometemos. Como escreveu minha amiga Tanya Reinhart: "Parece que o que nós interiorizamos da memória do holocausto é que qualquer mal de extensão menor é aceitável". Mas esse "mal do passado" tem um jeito peculiar de entrar na nossa vida presente.

Em 25 de janeiro, três meses antes do Exército Israelense obter licença para invadir a Cisjordânia, Amir Oren, um comentarista militar veterano do Há´aretz, citou um oficial superior: A fim de se preparar adequadamente para a próxima campanha, um dos oficiais israelenses nos territórios ocupados disse há não muito tempo atrás que é justificado e, de fato, essencial, aprender com todas as fontes possíveis. Se a missão é tomar um campo de refugiados densamente povoado, ou assaltar a kasbah (centro comercial) em Nablus, e se o dever do comandante é tentar executar a missão sem baixas em ambos os lados, então ele deve primeiro analisar e interiorizar as lições de batalhas anteriores - mesmo, embora isso possa parecer chocante - mesmo como o Exército Alemão lutou no Gueto de Varsóvia.

O oficial de fato obteve sucesso em chocar pessoas, não menos porque ele não está sozinho nesse procedimento.

Muitos dos seus camaradas concordam que a fim de salvar israelenses agora é certo fazer uso do conhecimento que se originou nessa terrível guerra, cujas vítimas eram parentes deles.

Israel pode não ter um passado colonial, mas temos uma memória do mal. Isso explica por que soldados israelenses estamparam número de identificação nos braços dos palestinos? Ou por que o mais recente Dia do Holocausto produziu uma ridícula comparação entre aqueles dentre nós no Gueto de Varsóvia sitiado e aqueles de nós cercando o sitiado campo de refugiados de Jenin?

A satisfação pela "vitória" de Jenin foi parte dessa mentira permanente.

Uns vinte soldados israelenses (a maioria deles reservistas) morreram na que foi considerada uma campanha de baixa zero, mas os defensores do campo estavam equipados somente com rifles e explosivos. No lado israelense, como sempre, havia unidades especiais deslocando-se de um beco para outro, assistidos por uma aeronave de controle remoto que fornecia informações sofisticadas aos comandantes na retaguarda.

Quando isso não funcionava, sobrevinha o bombardeio do campo, depois o emprego de helicópteros Apache fornecidos pelos EUA para destruir casas juntamente com dúzias (ou centenas) de habitantes.

Isso foi um massacre? Como tudo mais na nossa corrompida vida, isso depende do número de mortos: dez israelenses mortos é um massacre, 50 palestinos mortos não vale a pena considerar.

A destruição do campo, se espontânea ou premeditada por Sharon & Cia., reflete a determinação dos oficiais superiores de terminar seu serviço militar com uma realização real: a eliminação do movimento nacional palestino, sob a máscara da guerra contra o terror.

Mas o terror não será derrotado desse jeito.

Pelo contrário. Escravizar uma nação, dobrando-a de joelhos, simplesmente não funciona. Nunca funcionou. O longo sítio da Igreja da Natividade em Belém é a prova de que as palavras "generais israelenses" não se referem mais a homens capazes de pensamento estratégico ou a algo que se lhe assemelhe. Os generais israelenses podem ter travado algumas batalhas complicadas em 1967, 1973 ou mesmo 1982, mas em Belém eles cercaram 200 jovens palestinos durante mais de três semanas e deixaram o mundo ver sua obstinação e crueldade sem sentido.

Como, você pode perguntar, pode uma nação desobediente como Israel seguir de forma tão tola um alto comando?

Aqui situa-se o começo de uma resposta.

Enquanto os cadáveres jaziam apodrecendo em Jenin e crianças pequenas corriam em torno procurando por alimento ou por seus pais desaparecidos, e os feridos ainda sangravam até à morte, com o Exército Israelense impedindo qualquer socorro ou funcionários da ONU de entrar no campo (o que eles tinham para esconder?), o Ministério da Educação de Israel baixou uma portaria para todas as escolas no sentido de que as crianças levassem encomendas para os soldados.

"A coisa mais importante", disse o professor do meu filho de sete anos, "é uma carta para os soldados". Centenas de milhares de crianças escreveram tais cartas quando a guerra contra uma população civil estava em seu grau máximo, sob o olhar crítico da mídia mundial. Imagine o comprometimento ideológico daquelas crianças no futuro.

Este é apenas um aspecto de nossa sociedade destituída de oposição.

O imaginário israelense é constituído, antes de mais nada, pela crença na supremacia israelense.

Quando acontece um bombardeio suicida cruel num hotel em Netanya, nós respondemos numa escala maior, com um ataque terrorista contra eles, não importando se isso inflige morte e fome a dois milhões de pessoas que não têm conexão com aquele ato, não importando se isso criará mais mil mártires que explodirão a si próprios juntamente com suas vítimas.

A lógica militar por trás desse comportamento diz: "Temos o poder e temos de exercê-lo, de outro modo nossa existência ficará em perigo". Mas o único perigo é o perigo enfrentado pelos palestinos.

Câmaras de gás não são o único meio de destruir uma nação. Basta destruir seu tecido social, fazer perecer pela fome dúzias de aldeias, produzir altas taxas de mortalidade infantil.

A Cisjordânia está atravessando uma ´Gaza-isação´. Por favor, não dê de ombros. A única coisa que pode ajudar a destruir o consenso em Israel é a pressão da Europa Ocidental, da qual a elite israelense é dependente de muitas maneiras.
(*) Poeta que escreve ensaios para o diário de Jerusalém, Ha´aretz.

14.4.05

Bob Dylan

"Blowin' In The Wind"

How many roads most a man walk down
Before you call him a man ?
How many seas must a white dove sail
Before she sleeps in the sand ?
Yes, how many times must the cannon balls fly
Before they're forever banned ?
The answer my friend is blowin' in the wind
The answer is blowin' in the wind.

Yes, how many years can a mountain exist
Before it's washed to the sea ?
Yes, how many years can some people exist
Before they're allowed to be free ?
Yes, how many times can a man turn his head
Pretending he just doesn't see ?
The answer my friend is blowin' in the wind
The answer is blowin' in the wind.

Yes, how many times must a man look up
Before he can see the sky ?
Yes, how many ears must one man have
Before he can hear people cry ?
Yes, how many deaths will it take till he knows
That too many people have died ?
The answer my friend is blowin' in the wind
The answer is blowin' in the wind.

25.3.05

Mera coincidência?

Acho que já li e ouvi sobre esse personagem em algum lugar, não com esse nome...

"Sargão, o poderoso rei, rei de Akkad, eu sou.

Minha mãe era uma suma sacerdotisa , meu pai eu não conheci.

Os irmãos de meu pai amavam as colinas.

Minha cidade é Azupiranu, que está situada nas margens do Eufrates.

Minha mãe, a suma sacerdotisa, concebeu-me, em segredo ela me deu à luz.

Ela colocou-me em um cesto de juncos, com betume ela selou a tampa.

Ela colocou-me no rio que não me submergiu.

O rio levou-me a Akki, o tirador de água.

Akki, o tirador de água, ergueu-me ao mergulhar seu balde.

Akki, o tirador de água, tomou-me como seu filho e criou-me.

Akki, o tirador de água, colocou-me como seu jardineiro.

Enquanto eu era um jardineiro, Ishtar concedeu-me seu amor
.

E durante quatro e (...) anos eu exerci a realeza.

O povo cabeça preta eu dirigi, eu governei;

Altas montanhas com machados de bronze eu conquistei.

As cordilheiras superiores eu escalei.

As cordilheiras inferiores eu atravessei.

A terra do mar três vezes eu girei.

Dilmun minha mão capturou"...

(seguem-se mais 12 linhas, narrando as vitórias do rei).

veja a fonte

6.3.05

Como ser um místico

1) Invente alguns paradoxos sem sentido (tais como a única verdadeira luz encontra-se nas trevas ou cada passo em frente é um passo atrás).
2) Use com um ar misterioso provérbios sem qualquer significado (tais como em casa onde não há pão todos ralham e ninguém tem razão ou quanto maior é a altura, maior é a queda). 3) Professe uma crença em pelo menos um absurdo metafísico palpável, tal como na afirmação que Tudo é o Uno Único ou que a Realidade Comum é meramente uma Ilusão Básica em Comparação com a Vera Luz da Divindade. Não se esqueça de falar com Letras Maiúsculas.
4) Dê a entender de maneira obscura que a Via para a Iluminação, apesar de Longa e Árdua, será no Fim Cumprida; e sugira que um bom método para o conseguir é entrar numa Relação Física de Comunhão consigo mesmo.
5) Adote permanentemente um Sorriso Benigno, que para todos os efeitos práticos não se consiga distinguir do Esgar Inane.

Contradições bíblicas

...o filho não levará a maldade do pai. Ezequiel, 18:20
...porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a maldade dos pais nos filhos até à terceira e Quarta geração daqueles que me aborrecem. Êxodo, 20:5

...benigno sou, diz o Senhor, e não conservarei para sempre minha ira. Jeremias, 3:12
...O fogo que acendeste na minha ira arderá para sempre. Jeremias, 17:4


Por onde anda deus?

A idéia de que Deus é um gigante barbudo de pele branca sentado no céu é ridícula. Mas se, com esse conceito, você se referir a um conjunto de leis físicas que regem o Universo, então claramente existe um Deus. Só que Ele é emocionalmente frustrante: afinal, não faz muito sentido rezar para a lei da gravidade! Carl Sagan

2.3.05

PT

Depois dos problemas acontecidos na Asia, o Governo Brasileiro
resolveu instalar um medidor de abalos que cobre todo o país.

O Centro Sísmico Nacional enviou à polícia de Icó, no nordeste
um telegrama que dizia:

POSSIVEL MOVIMENTO SISMICO NA ZONA. PT
MUITO PERIGOSO, SUPERIOR RICHTER 7. PT
EPICENTRO A TRES KM DA CIDADE.PT
TOMAR MEDIDAS COM URGENCIA.PT

Apos uma semana foi recebido no Centro Sísmico Nacional
um telegrama que dizia:

AQUI POLICIA DE ICÓ. PT
MOVIMENTO SISMICO TOTALMENTE DESARTICULADO. PT
O TAL RICHTER TENTOU FUGIR MAS FOI ABATIDO A TIROS. PT
DESATIVAMOS A ZONA. PT
AS PUTAS ESTÃO TODAS PRESAS.PT
EPICENTRO, EPIFANIO E 3 CUPINCHAS DETIDOS. PT

NÃO RESPONDEMOS ANTES PORQUE HOUVE AQUI PRÓXIMO
UM TERREMOTO DA PORRA. PT

26.2.05

Ladrão baiano

Essa do ladrão baiano (saiu em todos os jornais) é emblemática.

O rapaz, competente, assaltou uma casa. Roubou alguma coisa. Mais competente, assaltou a casa ao lado. Roubou quase tudo. Competentíssimo, assaltou a terceira casa. Roubou o máximo que podia. Carregando seus troféus, entrou na quarta casa.

Mas aí a baianidade foi mais forte. Deitou num sofá, ferrou no sono. Foi preso.


(Millor)

17.2.05

Ateu, graças a Deus!

«A ideia de um Ente supremo que cria um mundo no qual uma criatura deve comer outra para sobreviver e, então, proclama uma lei dizendo: 'Não Matarás' é tão monstruosamente absurda que não consigo entender como a humanidade a tem aceite por tanto tempo.» Peter de Vries

16.2.05

"Mulher é como pilha, tem no mínimo um lado positivo.” (Firmino Tei-Tei)
Em matéria de tal e coisa, tudo mais é assim mesmo... (Falcão)

12.2.05

A diferença entre um simples marketing e o poder de uma marca

Você vai a uma festa e vê uma garota atraente do outro lado da sala.
Você chega pra ela e diz:
Oi, sou muito bom de cama. Esta interessada?
Isso é Marketing Direto.

Você vai a uma festa e vê uma garota atraente do outro lado da sala.
Você da um toque em seu amigo. Ele chega pra ela e diz:
Oi, meu amigo ali e muito bom de cama. Esta interessada?
Isso é Propaganda.

Você vai a uma festa e vê uma garota atraente do outro lado da sala.
De alguma maneira você descobre o telefone dela.
Você telefona, bate um papinho e diz:
Oi, sou muito bom de cama. Esta interessada?
Isso é Telemarketing.

Você vai a uma festa e vê uma garota atraente do outro la do da sala.
Voce chega perto dela com a melhor roupa, usa o melhor perfume, da o melhor sorriso e começa a conversar. E super educado, anda com charme, abre a porta para ela. Depois olha para ela e diz:
Sou muito bom de cama também.... Esta interessada?
Isso é Campanha de Marketing.

Você vai a uma festa e vê uma garota atraente do outro lado da sala.
Você a reconhece, vai ate ela, refresca a memória e a faz rir. Então diz:
Continuo bom de cama. Esta Interessada?
Isso é Manutenção de Clientes.

AGORA SE:

Você vai a uma festa e vê uma garota atraente do outro lado da sala.
ELA VEM ATE VOCÊ e diz:
Oi, ouvi dizer que você e muito bom de cama. Esta interessado?

ISSO, MEU CARO, É O PODER DA MARCA!

A diferença entre um simples markting e o poder de uma marca

Você vai a uma festa e vê uma garota atraente do outro lado da sala.
Você chega pra ela e diz:
Oi, sou muito bom de cama. Esta interessada?
Isso é Marketing Direto.

Você vai a uma festa e vê uma garota atraente do outro lado da sala.
Você da um toque em seu amigo. Ele chega pra ela e diz:
Oi, meu amigo ali e muito bom de cama. Esta interessada?
Isso é Propaganda.

Você vai a uma festa e vê uma garota atraente do outro lado da sala.
De alguma maneira você descobre o telefone dela.
Você telefona, bate um papinho e diz:
Oi, sou muito bom de cama. Esta interessada?
Isso é Telemarketing.

Você vai a uma festa e vê uma garota atraente do outro la do da sala.
Voce chega perto dela com a melhor roupa, usa o melhor perfume, da o melhor sorriso e começa a conversar. E super educado, anda com charme, abre a porta para ela. Depois olha para ela e diz:
Sou muito bom de cama também.... Esta interessada?
Isso é Campanha de Marketing.

Você vai a uma festa e vê uma garota atraente do outro lado da sala.
Você a reconhece, vai ate ela, refresca a memória e a faz rir. Então diz:
Continuo bom de cama. Esta Interessada?
Isso é Manutenção de Clientes.

AGORA SE:

Você vai a uma festa e vê uma garota atraente do outro lado da sala.
ELA VEM ATE VOCÊ e diz:
Oi, ouvi dizer que você e muito bom de cama. Esta interessado?

ISSO, MEU CARO, É O PODER DA MARCA!

8.2.05

Testando o sensacional WBloggar

Vejamos como ficou esta parada depois das modificações do Marcelo...

7.2.05

Riremos, pois....

"Chegando eu, semana passada de São Paulo, trouxe de lá , na bagagem, uma máquina fotográfica daquelas providas de timer - dispositivo que retarda o clic final da câmera, permitindo ao fotografo também sair no retrato. Armei a máquina num tripé em frente a casa da fazenda e convidei tudo quanto era parente e aderente a pousarem para uma foto. Liguei o disparador e corri para me colocar junto à parentalha, dentro do raio do foco da lente. No que eu corri, todo mundo correu, não ficou ninguém para a fotografia. Vendo o meu desapontamento, voltaram desconfiados e então eu perguntei:

- Porque vocês correram? No que a minha sogra respondeu:

- Ora, se você que é o dono correu!..."
O JUMENTO NOSSO IRMÃO (Falcão)
“Cada um é cada qual.” (Dona Jarina)


Pelo jornal o dia me chega com o seguinte: Jumentos sacrificados no Ceará “...jumentos pegos nas estradas são mortos a pauladas e jogados em uma vala, e muitos são enterrados ainda com vida. A estimativa é que 4.000 animais tenham sido mortos dessa maneira, desde janeiro de 2002. As últimas denúncias foram recebidas este mês pela União Internacional Protetora dos Animais (Uipa). Segundo a qual, a última matança (150 jumentos), foi em nove de maio, e para morrer cada animal recebe uma paulada na cabeça. Em seguida, é jogado em uma vala cavada por trator". Minha sogra, pra não perder o costume, ainda falou: “Ainda bem que você não estava lá”...

Todo mundo, e a mulher de ‘seu’ Raimundo, sabe que os tempos atuais são apocalípticos. Mas, será que o jumento nosso irmão está marcado no rol dos pecadores sujeitos a tal castigo? O certo é que a matança já era comum na década de setenta, quando o animal foi quase extinto pelos (segundo dizem), grandes frigoríficos que utilizavam sua carne para fazer salsicha, enlatados e congêneres. Ainda segundo a língua do povo, o bicho também era usado (o sangue) para fazer vacina.

Naquela época, o Padre Antônio Vieira, escritor cearense falecido recentemente, lançou as bases de um movimento em defesa do jegue. Primeiro com o livro O JUMENTO NOSSO IRMÃO, que foi até traduzido para o inglês (The donkey, our brother) e publicado em Nova Iorque e, depois, com a criação do CLUBE MUNDIAL DO JUMENTO, reunindo jornalistas, políticos, intelectuais e artistas. Uns menos e outros mais aparentados com o quadrúpede.
Dizem que Brigite Bardot,- que quando ficou velha e feia que nem um bicho, adquiriu um repentino amor pelos animais, teria se apaixonado perdidamente pelo jumento quando viu a catilogência fálica da criatura.

Para quem não sabe, no Brasil vivem cinco “marcas” de jumento: O cabano(com as orelhas quebradas), o baé ( baixinho), o pega (o maior) , o canindé (preto com a barriga branca), e o gabinete (que tem a maior pujança genitálica, chegando o seu “bráulio” (que arrasta no chão) a servir como tração extra quando o animal por acaso atola). Foi por ele que Brigite Bardot se encantou.

Por causa dessa campanha do Padre Vieira e também pelo desuso na agricultura no transporte e na alimentação, o quadro se reverteu (como diria o grande filósofo paraibano Getúlio França, guitarrista da renomada banda Diarréia): agora está sobrando jumento e o preço de um deles, segundo o IGP, chegou ao ridículo valor de R$ 5,00. Ninguém os quer nem de graça. Por isso eles vagam aos lotes pelas estradas, onde são pegos e depois mortos pelos órgãos (in) competentes.

Uma pena... O jegue que esteve presente, por três vezes, na vida de Jesus: no nascimento, na fuga para o Egito, e na entrada triunfal em Jerusalém, no domingo de Ramos, é um bicho de 1001 utilidades e poderia ser utilizado, inclusive nas grandes cidades, em atividades variadas:

• No trânsito – a prefeitura doaria um jegue para cada cidadão (e confiscaria seu carro) contribuindo para o desafogo do tráfego e a diminuição da poluição, já que o jumento é menor que um automóvel e não usa combustível fóssil,

• Na segurança – um jumento bem treinado é capaz de dar cabo de dois ou três bandidos,

• Como relógio/despertador – o relincho de um jegue tanto é alto (em matéria de volume), como é pontual, ele sempre relincha em horários cheios, ou seja: de hora em hora ou de meia em meia hora ou, ainda, de quinze em quinze minutos. Melhor que o relógio do homem do Baú...

No mais, é como disse Luiz Gonzaga, o rei do baião: “O bicho é servidorzinho!”
PALAVRAS SÃO PALAVRAS...
“Um homem que não tem o que falar também não precisa cuspir”. (Mané Filismino)

Em boca fechada não entra mosca. Em compensação, quem cala consente. Mas, porém, se você não disser, vem alguém e diz. Foi pensando assim que eu, a partir de um certo dia, desatei a falar besteira, sem dó nem piedade de quem quer que viesse a ouvir. É claro que no meio da ruma, ou seja, da quantidade acaba extraindo-se alguma qualidade, o que no meu caso, confesso, vem a ser um tanto ou quanto difícil. Em todo caso, depois de muito garimpar, eu acho que encontrei, no meio de todo o meu cabedal frasístico, alguma coisa que vale a pena expor, aqui, para o gáudio, o deleite e o aprendizado de sua pessoa, leitor. Lá vai:

- O boi se conhece pelo chifre e o homem pela palavra. Já o homem corno é indiscutível.

- O governo inventa tudo quanto é ruim pra melhorar a vida da gente.

- Minha única vantagem sou eu.

- Se eu não voltar atrás, pra frente é que eu não volto.

- O inglês dos americanos eu entendo, o problema é o daqui.

- As coisas não acontecem necessariamente nessa ordem, pode ser de lá pra cá.

- Eu posso até melhorar, mas não mudo.

- O problema é que nem todos que se aventuram a pôr um ovo em pé, têm ovo ou perna.

- Com a ajuda de pessoas dispostas a se arriscar, eu vou até para a missa.

- O baixo nível de nossa política é um dos mais altos do mundo.

- Todo ser humano tem um pouco de gente.

- A verdade é que jamais voltarei a ser aquilo que nunca fui.

- Houve um tempo em que só o pessoal que trabalhava pra mim valorizava meu autógrafo.

- As únicas pessoas que pensam mais em dinheiro que os ricos são os pobres.

- O diferente em mim é que eu deixo transparecer esse quê de não-sei-o-quê.

- Houve um tempo em que eu pensava que clitóris era marca de relógio.

- De tanto o governo mexer na economia, a gente finda aprendendo a comer bosta.

- Dois eventos marcaram a minha vida: A 1ª tentativa e a 2ª desistência.

- Suficientemente estimulado, sou capaz até de arrotar em si bemol.

- Quando o dia clareou é que eu percebi que, além do amor, eu também estava praticamente cego.

- O brasileiro devia colaborar e ir logo para a PQP antes que o governo tome a iniciativa.

(Falcão)
O QUOCIENTE INTERNACIONAL DE BOIOLAGEM
“Toda regra tem 28 dias de exceção”. (Bione)
by Falcão

Ler. Taí uma coisa pra satisfazer, por demais, esse locutor que aqui vos fala! E isso é, em mim, um vício antigo, coisa adquirida desde eu menino, sob a luz das lamparinas lá de Pereiro, quando também ganhei, de brinde, uma baita miopia, que depois de zerada ante o bisturi eletrônico do doutor Macilon, agora ameaça voltar. Mesmo porque, agora é que eu estou com a gota em matéria de leitura...
Comigo é desse jeito, o que vier morre. Do gibi antigo à embalagem de sabonete, da bula do remédio pra tosse ao jornal de ontem...Não quero nem saber, eu to é lendo.
E foi assim, que revirando umas coisas antigas aqui em casa, dei de olhos com alguns exemplares antigos do PAPA-FIGO, “órgão vibrante, latejante e noticioso”, editado em Recife, pelo intrépido Manoel Bione e sua corriola.
E aí, nas páginas amareladas do PAPA-FIGO, eu revi um hilariante e informativo Q.I.B. – Quociente Internacional de Boiolagem, que eu (de antemão, dizendo não nutrir nenhum tipo de preconceito), a título pedagógico, e depois de fazer uma compilação, repasso para o vosso conhecimento.
No dito QIB, para cada ato do suposto boiola, corresponde uma pontuação que o qualifica ou não como tal, veja:
- Dizer “Estou exaaausto!”, se espreguiçando – 56 pontos
- Usar macacão jeans sem ser operário – 44 pontos
- Desmaiar – 10 pontos
- Ter um passamento – 15 pontos
- Ter um troço – 82 pontos
- Usar suspensório – 17 pontos
- Achar ótimo – 35 pontos
- Achar óoootimo! – 46 pontos
- Achar ma-ra-vi-lho-so! – 87 ponto
- Pedir sobremesa – 10 pontos
- Pedir figo em calda – 20 pontos
- Pedir delícia de abacaxi – 61 pontos
- Caçar borboletas – 104 pontos
- Chorar assistindo TITANIC – 270 pontos
- Fazer manobras radicais no carro sem tirar a mão do câmbio – 200 pontos
- Dançar sozinho ouvindo walkman – 80 pontos
- Dormir de meia – 34 pontos

No carnaval:
- Abanar-se com leque de propaganda – 43 pontos
- Sair com cobra no pescoço – 602 pontos
- Falar gírias em italiano (amore mio, i vero, capici, ecco) – 154 pontos
- Exibir tatuagem na bunda – 977 pontos
- Saltitar ao abrir as cortinas de casa – 130 pontos
- Sair fantasiado de super-herói – 50 pontos
- Sair fantasiado de Robin – 120 pontos
- Sair fantasiado de Bambi – 300 pontos
- Chupar picolé pra matar a sede – 85 pontos
- Tirar foto de recordação do carnaval – 75 pontos
- Tirar foto de recordação com algum homem ao lado – 175 pontos
- Tirar foto com algum homem por trás – 302 pontos

No futebol:
- Roer unha enquanto torce – 97 pontos
- Assistir aos jogos tomando cafezinho – 17 pontos
- Assistir aos jogos tomando chá – 28 pontos
- Chorar quando a seleção ganha (ou perde) uma partida – 99 pontos

Avisam, também, os papafiguenses que o simples fato do sujeito conferir tal lista já tem uma pontuação de 80 pontos na sua carteira de habilitação à viadagem. E a marca de 300 pontos é fatal.
Jo defecava in el mato
Quando mi jogaram una piedra
La piedra bateu em mi costa,
bateu em mi costa
Mi melei todo di bosta
Mi melei todo di mierda
Só por causa de una piedra
Só por causa de una piedra
Mi melei todo di mierda

O fluente espanhol de Falcão...